Jogos do Ano 2019 – As Escolhas do Daniel Silva

Este ano foi um ano muito recheado de jogos. Com tantos lançamentos e muitas opções não consegui jogar tudo o que queria. Por isso, deixo aqui o meu top 10 dos jogos deste ano:

10 – Dauntless

Dauntless foi um jogo que ao inicio não me dizia nada por ser muito parecido a Monster Hunter e eu adorar a franquia, mas foi no anuncio numa nintendo direct que decidi dar uma hipótese ao jogo.
No decorrer dos dias que ia jogando apercebi-me que o jogo tem as suas semelhanças mas também tem as suas diferenças. Desde os itens que nos ajudam nas caças, como a maneira de criar as armaduras ou mesmo melhorá-las são alguns exemplos dessas diferenças. Foi isso que me agarrou ao jogo.
Mas nem tudo é um mar de rosas, também existem defeitos, tais como bugs visuais nos mundos, algumas dificuldades em carregar quando estamos no lobby (que é uma espécie de cidade) e mesmo a falta de algumas explicações nas mecânicas do jogo.
Se vocês gostam deste género de jogo aconselho a jogarem com amigos, pois fica sempre mais divertido.

 

09 – Control

Este jogo é um daqueles que foge um pouco ao meu género favorito. Control surpreendeu-me muito no aspecto gráfico e na história, mesmo que esta seja confusa, no fim dá para juntar as peças todas e entendê-la. Adorei usar a opção “ray tracing”, que ajuda muito no jogo, mas no fim achei um pouco pequeno e o final um pouco apressado. Mas aconselho a todos os que gostam de uma boa história e exploração.

08 – The Stretchers

The Stretchers foi um daqueles jogos que não me dizia nada e passei muitas horas simplesmente a rir. É um jogo para jogar definitivamente com amigos. Puzzles complicados mas muito desafiantes. Se não conhecem o jogo, podem ler a minha análise.

 

07 – Kingdom Hearts 3

Havia o ano iniciado e a Square Enix presenteou-nos com Kingdom Hearts 3 para a PlayStation 4, uma continuação da saga Kingdom Hearts. Este jogo trouxe muitas alegrias para muitos fãs e para mim não foi excepção, mas no fim, quando acabei o jogo senti que faltava algo. Achei que o jogo tinha mais potencial, podiam ter contado a história de outra maneira e a falta de algumas personagens de Final Fantasy desapontou um pouco. E é por isso que está neste lugar. Para saberem do que estou a falar e adquirirem mais informações do jogo podem ler a análise do Daniel Silvestre.

 

06 – Spyro reignited trilogy

Spyro não é uma novidade deste ano, mas foi este ano que foi lançado para a consola híbrida Nintendo Switch, passei boas horas a relembrar os tempos em que jogava na primeira PlayStation, nesta edição podemos contar com a trilogia e defrontar os antigos inimigos com melhores gráficos. E é por isso que o deixo nesta posição. Podem ler a análise ao jogo escrita por Mathias Marques.

 

05 – Star Wars Jedi – Fallen Order

Star Wars Jedi: Fallen Order é um jogo de acção-aventura desenvolvido pela Respawn Entertainment e publicado pela Electronic Arts, retratado no universo Star Wars logo após o Episódio III. Os controlos estão muito bem feitos e graficamente é muito bonito. As batalhas são emocionantes e o adicionar de uma camada RPG foi um toque de génio. Há muito que ansiava por um jogo de Star Wars assim. Sem dúvida um dos grandes jogos de 2019 .

 

04 – Super Mario Maker 2

Desde que saiu Super Mario Maker para a Nintendo WiiU que adorei o conceito de criar mundos e poder partilha-los com os meus amigos e com todo o mundo. Como não tive a possibilidade de o jogar, esperei ansiosamente pelo dia que sairia para a Nintendo Switch. E esse dia chegou! Super Mario Maker 2 é um jogo com um conceito antigo mas com mais ferramentas para dar asas à nossa imaginação. O jogo tem tido suporte da Nintendo e com isso introduziram mais maneiras de passar horas a jogar sozinho ou com amigos. Se não conhecem o jogo e querem uma segunda opinião, aconselho a verem a análise do Luís Lemos.

 

03 – Pokémon Sword

Desde pequeno que acompanho a série Pokémon, parei de jogar no Pokémon Emerald por falta de uma Nintendo DS e 3DS e voltei agora a jogar. Ao contrário de muitos fãs eu adorei o jogo. Para mim, voltou a trazer aquela magia de capturá-los a (quase) todos e tentar ser o melhor treinador que conseguir. É verdade que o jogo graficamente precisa de uns aperfeiçoamentos e podia ser um pouco mais trabalhado em animações.
No geral podem contar com mais um jogo de Pokémon e passar boas horas a tentar completar a PokéDex ou mesmo a defrontar os vossos amigos em batalhas locais e online. Se quiserem saber mais do jogo aconselho a lerem a análise do Daniel Silvestre.

 

02 – Ni no Kuni: Wrath of the White Witch

Ni no Kuni é um jogo produzido pelo estúdio japonês Level-5 e pelo estúdio de animação Studio Ghibli, lançado para a Nintendo DS, mais tarde para a PlayStation 3 e agora chegou à Nintendo Switch.
Vou ser sincero, eu joguei-o todo na PlayStation 3, mas voltar a jogar na Switch trouxe mais uma vez a alegria que tive, adoro a história, adoro as mecânicas e perder-me nas side-quests. Os gráficos estão praticamente iguais aos da PlayStation 3, mas para ser sincero nem liguei muito, tive muitos problemas em perceber em que lugar o deveria colocar mas definitivamente este é o sítio certo. Ni no Kuni: Wrath of the White Witch tem uma história muito boa e podem contar com um jogo para muitas horas de exploração e aventura.

 

01 – Astral Chain

Para quem me conhece isto não é uma surpresa, eu adoro RPGs e este, sem dúvida, foi um dos melhores jogos deste ano. Não só por estar na minha plataforma favorita, mas também pela sua história. Para quem não se apercebeu, estou a falar de Astral Chain, que saiu para a Nintendo Switch.
Adorei a mecânica de combate, adorei a personalização da personagem e dos legion’s. Os combates são recheados de uma acção frenética e a nossa interação com os legion’s é algo muito bem idealizado e implementado, podemos ser suicidas e fazer tudo sozinhos ou pedir ajuda aos nossos companheiros de pulso para dar uma mãozinha a derrotar o inimigo. A história está muito bem construída e muito bem narrada. Eu recomendo vivamente a quem tem uma Nintendo Switch a ter este jogo na sua colecção, não fosse este a minha escolha para jogo do ano. Se não conhecem Astral Chain podem sempre ler a análise do Alexandre Barbosa.

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