PróximoNível: Jogos do Ano 2015 – As escolhas do Sérgio Batista

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Desde que me juntei à redação do PróximoNível, tive a chance de experimentar vários jogos que saíram este ano. Mesmo assim, não levem a mal se não verem alguns dos vossos favoritos na lista, posso não ter jogado e simplesmente não fazem o meu género.

A seguinte lista contém 10 dos jogos que gostei mais de jogar em 2015, mas ao contrário das listas anteriores, vou falar mal deles. Porque até os melhores do ano têm os seus defeitos, e porque gosto de ser diferente dos outros.

 

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10 – Heroes of the Storm

Se não for o stuttering ocasional a chatear-vos, vai ser a burrice da vossa equipa. Para quê cumprir os objetivos de cada mapa que beneficiam a equipa? Não há tempo para isso. E ninguém quer jogar com personagens das séries mais mainstreams da Blizzard. Onde está o Kyle Blackthorne? Onde estão os carros do Rock N’ Roll Racing?

 

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9 – Dying Light

Lembro-me vagamente de uma história algures. Também lembro-me de um boss final que consistia num QTE, certamente a melhor forma de acabar um jogo. Pior do que isso só mesmo o facto do dropkick, a melhor habilidade do jogo, não estar desbloqueada desde o início.

 

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8 – Transformers Devastation

Está a um nível superior de The Legend of Korra, mas continua a ser evidente que a Platinum Games estava com restrições de orçamento e de tempo. Backtracking nos mesmos cenários, nenhuma campanha com os vilões ou multiplayer? Prefiro jogar Transformers: War on Cybertron.

 

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7 – The Beginner’s Guide

9 euros para jogar durante 1 hora e meia o que é essencialmente uma compilação de várias jogos de walking simulator que podem, ou não, ser propriedade roubada. Queres fazer trabalho doméstico e ficarem presos em dezenas de prisões? Este é o jogo ideal para vocês.

 

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6 – Captain Toad: Treasure Tracker

Mais um spin-off de Super Mario, desta vez dedicado a um cogumelo que apenas se distingue dos restantes da sua raça por ter uma lanterna na cabeça e o título “capitão” no nome. E não me venham com a desculpa que a mochila está pesada, um jogo de “plantaformas” sem a possibilidade de saltar é ridículo.

 

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5 – Resident Evil Revelations 2

Sabem o que está na moda? Jogos em formato episódico. A Capcom podia ter lançado tudo junto no mesmo dia, mas decidiram lançar cada episódio do jogo uma semana de cada vez, só porque sim. E ainda estou à espera que coloquem multiplayer online na campanha da versão PC.

 

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4 – Splatoon

O jogo pode estar cheio de conteúdo agora, mas na altura que saiu parecia que estava em fase Early Access. Armas, mapas e modos diferentes só foram adicionados posteriormente quando podiam perfeitamente já estar incluídos desde o lançamento. E porque é que temos sempre que assistir ao noticiário das pitas quando iniciamos o jogo?

 

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3 – Undertale

No meio de tantos jogos AAA, muita gente não se cala com Undertale, um jogo que chega a ganhar votações como o melhor de sempre. Pff ridículo! Há duas personagens associadas a uns dos piores tipos de letra de sempre, certamente não são muito interessantes. E é difícil ser “boa pessoa”, é mais rápido e fácil matar logo tudo à frente. Afinal são apenas monstros insignificantes, certo?

 

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2 – Rocket League

Já ouviram falar de Supersonic Acrobatic Rocket-Powered Battle-Cars? Provavelmente não. Rocket League tem exatamente a mesma premissa, portanto para além de não ser original, inicialmente todos os mapas pareciam iguais e não tinha modos de jogo diferentes como o antecessor. E ambos tiveram gratuitos na PlayStation Plus, por isso não percebo como é que um teve mais sucesso que o outro.

 

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1 – Metal Gear Solid v: The Phantom Pain

Durante o período de desenvolvimento de The Phantom Pain, começaram a surgir os primeiros dramas entre a Konami e Hideo Kojima. Talvez seja por isso que parte do jogo parece algo inacabado e é capaz de ter a história mais fraca de toda a série, para além de que ainda estou à espera do modo online para a versão PC. De resto só me falta dizer… #FucKonami

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Caso não tenha sido evidente, os textos são algo satíricos portanto não levem tudo demasiado a sério. Mas antes de acabar, quero aproveitar para destacar alguns dos melhores jogos que joguei em 2015 mas que foram lançados em anos anteriores, porque é um pouco complicado jogar tudo o que saí na altura de lançamento.

  • 10. Muramasa ReBirth
  • 9. Ace Attorney Investigations: Miles Edgeworth
  • 8. Sin & Punishment: Successor of the Skies
  • 7. Pandora’s Tower
  • 6. Kingdom Hearts HD 2.5 ReMIX
  • 5. Paulito Justicia: Ace Attorney
  • 4. No More Heroes
  • 3. Valkyria Chronicles
  • 2. Phoenix Wright: Ace Attorney Trilogy
  • 1. Ghost Trick: Phantom Detective

 

Revejam aqui as escolhas dos outros editores:

Alexandre Barbosa / Daniel Silvestre / Luís Lemos / Mathias Marques

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Nirvanes

Ghost Trick m/ chegamos a falar sobre isso? Acho que nem sabia. Foi um dos meus jogos favoritos da DS, também o tenho. Joguei tipo há 2 anos. É excelente!!

Tinha-me esquecido do Begginer’s Guide, vou já corrigir o meu top na comunidade.

Ou são fontes ou tipos de letra pá 😛 fontes de letra não existe!

Kanudo

Ao menos sei escrever The Beginner’s Guide em condições 😛

Nirvanes

troquei a dupla letra xD

alvexx

Bem me parecia que os textos eram satíricos. Estava a achar estranho xD

Quanto aos tops, é bom ver que são bem distintos entre cada elemento da redação 😉

Milchgeist

Tens um jogo do Resi numa lista de jogos do ano por isso já estou feliz.

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