Porque motivo o 3D não resulta no Cinema?

O Cinema não é um media estanque. Arte e entretenimento conjugam em perfeita comunhão, mesmo tendo em conta que (teoricamente) tudo já foi inventado. Contudo, são sempre descobertas novas técnicas visuais, novas perspectivas para narrar histórias, novos olhares no processo de pós-produção e diferentes métodos da representação. Evidentemente que o retorno financeiro move a indústria, mas o resultado prático é a satisfação do espectador.

Desde a criação da tela, poucas revoluções abalaram o Cinema. As que singraram foram determinantes para elevar o Cinema para um novo patamar de entretenimento, reestruturando o paradigma da Sétima Arte.

No princípio surgiu a imagem, o elemento revolucionário que reproduzia a realidade como nunca antes tinha sido feito. Depois o som, que terminou com o cinema mudo, e lançou a arte para uma nova era. Com a década de 50 surgiu a massificação da imagem a cores, um salto impressionante, que permitiu expandir o universo das opções da ficção. O Cinema aperfeiçoava-se então como espelho da nossa experiência, reflexo da nossa interpretação do mundo e extensão da nossa mente. Dezenas de anos depois, o CGI assumia-se como a derradeira mais-valia, o degrau da fantasia, ou se preferirem, a ferramenta suprema da reprodução do imaginário. Outras questões técnicas também sofreram melhorias significativas, mas faltou sempre a prova derradeira, capaz de alterar a nossa experiência enquanto espectadores.

Entre fases, a tecnologia 3D tentou impor-se à viva força. A última investida aconteceu há alguns anos, mais concretamente. com Polar Express (2004) e Avatar (2009). Esta tecnologia instalou-se teimosamente nas salas de cinema, repetindo a iniciativa nos anos 30, a então denominada Era de Ouro do 3D (anterior à própria imagem a cores).

Recentemente, a versão optimizada do 3D foi apresentada como o salto na indústria, o elemento que faltava desde a criação da imagem a cores. A tecnologia é defendida como a rampa de lançamento para uma nova noção de Cinema, porém, a mais crua análise pode identificar uma tecnologia que não reúne unanimidade entre espectadores, profissionais e audiências. A rigor, o 3D na sala de cinema inflaciona o valor do bilhete, compromete a qualidade da imagem e torna-se fisiologicamente conflituoso. Mas, por que motivo o 3D não resulta?

A ideia do 3D não é exclusiva dos séculos XX e XXI, desde sempre existiu o interesse em ludibriar o 2D e explorar o efeito. Os pintores inventaram efeitos e perspectivas ocultas para simular o efeito tridimensional nos quadros (o exemplo mais estranho é o Cubismo de Picasso), mas se recuarmos até 1853, Wilhelm Rollmann desenvolveu uma técnica que construía o 3D, mais precisamente, um modelo que alterava a noção da imagem, aplicando duas camadas de cores distintas em sobreposição, atingindo o derradeiro efeito que não existe no 2D, ou seja, a sensação de profundidade. A técnica é simples, aplicar um primeiro plano e um segundo plano, orientá-los em direcções diferentes, e através da técnica dos óculos anáglifos (uma cor por lente, normalmente azul e vermelha), permitir que a imagem ganhe efeito estereoscópico (o nosso cérebro é conduzido a atribuir profundidade à imagem).

A experiência dos óculos de lentes azul e vermelha foi aplicada no cinema a partir da década de 30, com o filme The Maze (terror) como grande referência. A Era de Ouro do 3D ganhou ainda mais força com a introdução da tecnologia do visionário Polaroid, que inventou uma tela de cinema preparada para receber imagens provenientes de dois projectores distintos, estrategicamente colocados. Os óculos Polaroid reproduziam as imagens de forma estereoscópica, numa primeira versão dos óculos que encontramos nas salas de cinema actuais. A era 3D alcançou o canto do cisne com o lançamento do filme Bwana Devil (década de 50), a última longa-metragem com estatuto de filme 3D para o grande público.

Apesar do 3D ser divertido, a Era de Ouro do cinema em 3D – mais de 50 filmes lançados, incluindo A Criatura da Lagoa NegraHouse of Wax e o filme de Alfred HitchcockDial M for Murder – o resultado nunca foi bombástico e a qualidade dos projectos nunca arrebatou os espectadores. Em 1953, o filme The Robe veio consagrar o ecrã panorâmico a cores como o passo desejado pelas massas, colocando o cinema tridimensional no esquecimento. Nas décadas seguintes, o 3D ensaiou algumas reaproximações às massas, mas filmes como Jaws 3D (1983) nunca proporcionaram a “tal” experiência.

Os filmes em 3D hibernaram até 2003, altura em que se deu o regresso ao mainstreamGhosts of the Abyss (realizado por James Cameron) foi o primeiro projecto a ser lançado no 3D da nova geração, e o primeiro filme a ser filmado com a Reality Camera System, a mesma camara que filmou Spy Kids 3-D: Game Over (2003), Aliens of the Deep IMAX (2005) e The Adventures of Sharkboy and Lavagirl in 3-D (2005). Em Novembro de 2004, The Polar Express (um filme realizado por Robert Zemeckis) procurou o salto para as massas, com o título de primeiro filme em IMAX 3D da história do cinema. A longa-metragem de animação estreou nos Estados Unidos em 3.584 salas em 2D, mas apenas em 66 salas com IMAX 3D, insuficiente para recuperar o investimento. Na mesma altura, a Disney investia em Chicken Little, com a tecnologia rival do IMAX, o Digital 3D.

A nova tecnologia 3D consiste no princípio antigo do estereoscópio. Os novos óculos polarizados atribuem imagens diferentes a cada um dos olhos, permitindo ao cérebro processar duas perspectivas diferentes do mesmo objecto. Apesar da mesma lógica, inventada pelo senhor Polaroid, a versão moderna dos óculos evoluiu numa versão passiva, isto é, a sensação de 3D é potenciada pelo produto exibido.

No processo de realização, a dita Reality Camera System é diferente da tradicional: a objectiva possui duas lentes de captação, o diâmetro das lentes é menor e o registo é armazenado em digital. O processo de edição exige uma montagem dinâmica das camadas da imagem, alterando as camadas em três patamares: imagem de fundo, imagem de preenchimento e imagem em evidência. A profundidade é potenciada pela separação dinâmica das camadas em patamares distintos.

Um dos paradoxos da edição em 3D, consiste no facto dos filmes de acção apropriarem-se da tecnologia, inconscientes de que o 3D é inimigo da genética dinâmica da edição (planos curtos). Ora bem, na edição em 3D, o efeito exige uma manipulação das três camadas no corpo do plano, mas todas as camadas devem estar no mesmo patamar (patamar zero) na transição de um plano para o outro (a mudança de um plano em 3D para outro plano em 3D cria estranheza). Agora, se os planos são curtos, nem o efeito nem o olho humano têm tempo para desfrutar da tridimensionalidade. Na prática, a tecnologia é beneficiada nos planos longos (com tempo e fluidez para construírem a sensação de profundidade), estranhos à edição dinâmica do cinema de acção. Por algum motivo, o melhor 3D está no genérico dos filmes.

Mas chega de história e tecnologia, vamos compreender os problemas do 3DWalter Murch, vencedor de dois Óscares da Academia na área técnica do som, acusou a tecnologia 3D de impraticável. Para Murch, a imagem 3D é mais escura do que a imagem em 2D (deve-se ao facto das lentes da Reality Camera System serem mais pequena, e os óculos polarizados subtraírem luz), as arestas dos objectos são problemáticas e imperceptíveis, o efeito 3D desconstrói a pureza da imagem, e, talvez o maior problema, existe a questão da “convergência/focus”, ou seja, a natureza do olho humano implica o foco de um ponto, se no ecrã o plano é convergido numa direcção e o foco noutra direcção, torna-se fisiologicamente impossível interpretar o efeito.

Na prática, o foco do olho humano funciona num espaço limitado ao longo da profundidade de campo (entre os 3 e os 18 metros), se o 3D altera o ponto de foco numa profundidade de campo de 35 metros, convergindo uma imagem noutra direcção, o resultado da ilusão entra em conflito com o olho humano, incapaz de contrariar 600 mil anos de evolução sem enfrentar este desafio.

Do ponto de vista dos modelos narrativos, será que o 3D oferece ferramentas com o mesmo potencial do som ou da cor? Tendo em conta que a experiência cinematográfica é um exercício de interpretação, o que o espectador procura nos personagens é tridimensionalidade psicológica, ou seja, personagens com problemas e soluções, defeitos e virtudes, dilemas e conflitos.

A tridimensionalidade visual não oferece mais do que a possibilidade de aplicar algumas peripécias no espaço cénico, mais precisamente, interação com a quarta parede ou consistência da imagética simbólica (exemplos: as rodas dentadas no filme Hugo de Martin Scorsese – a sobreposição das imagens transmite perigo, dinamismo e inteligência mecânica – ou A Vida de Pi, de Ang Lee, em que o 3D foi usado para cimentar a relação de proximidade do protagonista com o tigre).

Resumindo, o 3D é: escuro; limitado; confuso; fisiologicamente incompatível; desconcentrante; e desconfortável. Será que devemos alterar a pergunta para: Até quando o 3D irá resistir? O realizador Christopher Nolan revelou que contrariou a vontade da Warner Bros. em filmar The Dark Knight Rises em 3D, para Nolan“O efeito da tridimensionalidade tem de ser proporcionado pela direcção de fotografia”. Historicamente, a primeira experiência nos Estados Unidos com os filmes em 3D (Anos de Ouro do 3D) foi modesta, rapidamente ignorada com o surgimento do ecrã panorâmico a cores.

Os filmes em 3D não resultam porque o ser humano não resulta com a tecnologia. Evidentemente que a tecnologia não é estanque, o processo pode evoluir e limar os defeitos, proporcionando uma experiência satisfatória. No entanto, parece evidente que os filmes terão de aperfeiçoar a edição e os realizadores terão de aprender rapidamente a gerir a grandeza dos planos, para atingir os “mínimos olímpicos” do produto final e proporcionar um resultado de qualidade indubitável.

Evidentemente que Hollywood pode impor a “ditadura da receita”, deixando o espectador sem margem de manobra senão ver o filme em 3D (é mais lucrativo e complica a pirataria na sala do cinema). No entanto, enquanto espectadores, podemos exigir uma experiência cómoda e aceitável. Relembrando a vitória da VHS sobre as cassetes de Betamax, apesar da menor qualidade de imagem, a VHS era mais simples, cómoda e eficiente.

Será uma questão de tempo? Será que uma nova tecnologia aniquilará o 3D? Ou podemos acreditar que a tecnologia irá evoluir e proporcionar a experiência desejada? Por enquanto o 3D é imaturo, tendo em conta as evoluções nas restantes áreas técnicas do Cinema, necessariamente terá de evoluir do ponto de vista tecnológico, deixar cair a muleta dos óculos e consolidar a profundidade de campo em favor da narrativa, do visual e do espectador.

Share

You may also like...

Subscribe
Notify of
guest
33 Comentários
Oldest
Newest Most Voted
Inline Feedbacks
View all comments
Squall_jb

Excelente artigo Edgar, tou mesmo a adorar este novo “mygames”. keep it up folks 🙂

Edgar Silvestre

implicou alguma pesquisa. mas valeu a pena. Obrigado pelo feedback, é fundamental ter a certeza que o trabalho desenvolvido agrada a comunidade

Ruben Alexandre

Muito bom, e concordo, não é nada cómodo ver um filme com óculos e estão a começar a impingir isso as televisões também…

Edgar Silvestre

as plataformas todas vão adoptar o 3D. A sensação de profundidade é interessante, mas terá de ser desenvolvida, de forma a agradar o utilizador

_GM_

Grande artigo. Aprendi muita coisa que não sabia ehehe.

Ainda não vi nenhum filme em 3D.. o único acesso a tecnologia 3D que tive foi com a consola 3DS XL mas raramente uso 😛

Edgar Silvestre

seria outro artigo. porque o 3D funciona melhor em ecrãs pequenos

_GM_

Funciona melhor pena que no caso da 3DS ela tem que estar numa certa posição para podermos observar o 3D como deve de ser.. e as vezes é difícil meter a 3DS na posição correcta.

Leonsuper

Bom artigo!

Edgar Silvestre

thanks dude

mart88

O 3d serviu para aumentar o preço, e tentar ter uma razao para afirmar que o cinema tem algo mais a oferecer que o cinema caseiro. Com o aparecimento das tv’s de grande tamanho (>50′) a preços cada vez mais baratos, o crescimentos dos conteudos digitais (piratiados ou não) o cinema estava a tornar-se obsolento para muitos. O 3D mudou um pouco mas não para melhor devido a mal aproveitamento da tecnologia (alguns filmes até é um roubo dizer que são 3d)
Com a imposição do 3d os cinemas foram obrigados a trocar de projectores (embora possam ser usadas alguns projectores IMAX se não me engano) e os videos CAM tem mais dificuldade em sair. Mas é abusivo a utilização do 3d em casos como Tron, Clash of Titans, Piratas das caraibas 4 entre outros onde o 3d não tem qualquer influência no filme sendo só meia duzia de efeitos adicionados posteriormente. Outro filmes utilizam o 3d para atirar coisas ao espectador como RE5, Saw3d, ultimo destino 3d que acaba por sacrificar os melhores planos de acção por efeitos baratos de utilizaçao do 3D.

Em salas com oculos dinamicos (que alteram os filtros) o 3d até é agradavel, mas o uso dos oculos é sempre intrusivo e causa desconforto a alguns (principalmente se usares oculos).

Edgar Silvestre

Gostei do teu comentário. Há experiências em 3D, pontuais, interessantes, mas a tecnologia não deveria entrar em conflito com o espectador. Em relação à avidez de Hollywood para fazer mais dinheiro convertendo os filmes em 3D. Curiosamente, mencionaste filmes de terror, o género privilegiado nos anos 30. A rigor, o 3D não oferece nada que não exista, e que não possa ser transmitido no diálogo e na acção. Teremos de aguardar por um “eureca”, que mude a direção da linha construtiva do filme e que oriente a tecnologia

derpsta

Óptimo artigo! E que tal começares uma rubrica de opinião? 🙂

Edgar Silvestre

foi mais um artigo, na linha de um artigo que escrevi para o site chamado “spoiler allert”. Não sei se tenho jeito para rubricas de opinião, mas podemos tentar

derpsta

quem não arrisca não petisca eheh

Alistair

Artigo muito interessante. Aprendi algumas coisas que nem fazia ideia. Levantas pontos muito válidos e pertinentes. Sinceramente, acho o 3D veio para ficar, com tudo de bom e de mau que tem – imposições do capitalismo. Consequentemente, acho que, a curto/médio-prazo, iremos ter um salto nesta tecnologia.

Edgar Silvestre

a era de ouro do 3d nos anos 30 manteve-se durante 20 anos, até chegar uma nova tecnologia

Ruben Correia

Gostei muito do artigo Edgar e identifico-me na bastante com cada palavra que aqui escreveste 🙂 a verdade é que nunca achei piada ao 3D no cinema e ainda hoje não acho. Digo até que dos dois únicos filmes que vi em 3D no cinema tive de desviar constantemente o olhar do ecrã por me dar dores de cabeça.

Edgar Silvestre

exacto. de forma pragmática é isso que disseste Ruben. ir ao cinema não pode ser um desafio fisico, mas um desafio intelectual

Chrono_98

Artigo bastante bom e sem dúvida diferente do costume. Concordo que é necessária uma certa evolução do 3D para que se torne uma tecnologia mais acessível e que não interfira com a experiência de ver um filme. De qualquer forma, continuem com as rubricas.

Edgar Silvestre

obrigado. vou tentar manter rubricas como esta

Tiago Ferreira

Excelente artigo. Quando olhei para o título lembrei-me logo do que o Christopher Nolan tinha dito sobre o último batman, tal como tu te lembras-te de pôr. É de facto muito raro, nestes dias, um realizador recusar a opção de 3D num filme e ainda bem que o fez.

Havia alguns detalhes do 3D que ainda não sabia, obrigado por este artigo!

Para mim o filme que mais gostei em 3D foi o Avatar, provavelmente porque foi o mais desenvolvido até agora, mas infelizmente, em casa, o filme não me diz nada.

Gostava que eles explorassem mais o 3D e não fizessem, como em muitos casos, em que filmam em digital e depois pôem em 3D quando é altura de editar para ganhar mais dinheiro e inflacionar ainda mais os bilhetes.

Traz mais artigos destes que são sempre interessantes.

Edgar Silvestre

vou tentar, implica alguma pesquisa e leitura, demoram sempre algum tempo. mas estou aberto a sugestões

Tiago Ferreira

Já me tinha lembrado disto há algum tempo, mas podias fazer análise uma vez por semana a um filme clássico. Assim não dependias tanto das estreias.

Cerberus Batista

JESUS! isso sim é que eu chamo de artigo mas não sei hoje em dia o 3D no cinema virou uma desculpa para meter os filmes mais caros e também não sei explicar porque mas o primeiro filme que vi em 3D foi o beowulf e achei excelente mas hoje em dia é difícil encontrar um bom 3D, posso dizer que gostei do ultimo destino 5 também estava bom mas também gostei da alice no pais das maravilhas a parte do gato estava 5 estrelas mas hoje em dia se vou ver um filme 3D nem noto a diferença é por isso que hoje em dia só vejo em 2D porque fica um dinheiram para nada, sobre a questão do 3D ser ultrapassado, já provaram matematicamente que existe 14D mas nada que ainda se possa explicar em palavras mas um dia alguém chegara a isso, por isso o 3D um dia vira a ser passado mesmo nós ainda cá ou não porque neste mundo tudo tem a sua data de validade ate não seres vivos.

Edgar Silvestre

à partida, seria estranho apresentar um história com elementos ocultos na profundidade de campo. do ponto de vista narrativo, até que pode ser aliciante

Cerberus Batista

obviamente deve ser mas a poucos anos atrás era um sonho projectar uma imagem hoje em dia temos cinema em 3D nunca sabemos o que pode acontecer futuramente porque ate o HD que tem poucos anos e já foi ultrapassado pelo 4K.

Guilhathorn

Hoje saio daqui a aprender qualquer coisa, exelente artigo Edgar!
Também acho o 3D interessante e algo que ainda tem muito por desenvolver para agradar a todos, no cinema até me dá a sensação de que a imagem tem mais qualidade.
Sempre estabeleci o cinema como local predileto para ver filmes, em casa só vejo aqueles que já não vão ser exibidos (que até acaba por ser a maior parte dos filmes que eu vejo). É pena cada vez mais gente não seguir a mesma lógica, tanto por motivos económicos ou por facilitismo.

Edgar Silvestre

confesso que aprendo diariamente com a comunidade. tocaste num tópico interessante, que é a importância do tamanho do ecrã e a qualidade de imagem, é um tópico que merece análise

Guilhathorn

É sinal de que esta rubrica merece continuidade 🙂

FoxRS

Bolas, o meu comentário deu erro! xD Cadê ele? Bem, coiso e tal…

Edgar, muitos parabéns por este tempinho de leitura tão agradável. Adorei! E que tema tão interessante, aposto que adoraste estar a pesquisar. É a melhor parte do trabalho, a pesquisa, e até aposto que te perdeste nas histórias que encontraste, pois é difícil, às vezes, concentrar apenas no essencial. Sei que te divertiste a fazer isto. Bravo!

Espero que continuem com estes artigos, porque podem pensar que estão a “perder” notícias mas, no fundo, são estas coisas que fazem o Próximo Nível ser o que é.

😉

Edgar Silvestre

Foi muito fixe, inclusive, estive a estudar um PDF sobre a Reality Camera System. o tema não foi aprofundado para não correr o risco de não me fazer entender. Mas posso partilhar uma das minhas fontes.
http://www.youtube.com/watch?v=hYpnHLSisAM

Darks

Já me esqueci que tinhas ponderado fazer este artigo. Fico feliz por o teres feito, é um tema muito interessante.

Vê-se mesmo que pesquisaste muito e trabalhaste bem o tema. Excelente artigo,Edgar. Bom trabalho. Continua a presentar-nos com este tipo de material.

André Vieira

Grande artigo, aprendi imenso! Evito ir ao cinema para ver um filme em 3D mas a verdade, é que agora limitaram as sessões em 2D e um gajo lá tem de gramar com o 3D se quiser ver o filme. (Aconteceu-me com o Iron Man 3). O filme fica sem brilho, sem contraste e muito escuro, o que dificulta a visualização e ainda causa mau estar. Basta retirar os óculos, para perceber a diferença.
Tenho curiosidade em experimentar IMAX 3D para ver se a qualidade é superior mas aquilo deve ser um balúrdio. Destaco o uso das câmaras digitais RED, que simplesmente adoro e acho que poderiam ser usadas mais frequentemente. Devias continuar com rubricas destas e ,como já foi referido aqui, podias fazer críticas a clássicos do cinema ou filmes que destacas!

error

Sigam-nos para todas as novidades!

YouTube
Instagram
33
0
Would love your thoughts, please comment.x
()
x