Passatempos de Aniversário-Natal 2014 – Killzone Shadow Fall para PS4

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Depois de uns dias de intervalo motivados pelo TuFazes, os Passatempos estão de regresso e desta vez em conjunto com a Playstation Portugal, temos um Killzone Shadow Fall para a PS4.

Para poderem ganhar este jogo, apenas precisam de escrever uma análise a um dos jogos da saga, desde a sua génese até aos dias de hoje. Até podem analisar um que tenha sido lançado na PS Vita ou na PSP.

A análise pode ser realizada em texto ou vídeo. Caso precisem de referências, podem sempre usar os modelos das nossas como inspiração.

No final dos passatempos, vamos escolher a melhor e o vencedor ganha o jogo.

Vamos então às regras:

  • As análises são publicadas na zona de comentários deste post;
  • Quantidade de texto não significa necessáriamente qualidade;
  • O Passatempo termina no dia 20 de Dezembro às 23:59;
  • A atribuição dos vencedores é final e indiscutível;
  • As regras de envio dos prémios serão publicadas após o fim de passatempo;
  • Todas as perguntas sobre o Passatempo são feitas NESTE ARTIGO! Todos aqueles que fizeram perguntas pessoais sobre o passatempo aos moderadores/administradores, seja por PM, Facebook ou outra rede social serão excluídos do Passatempo!
  • Ao participar concordam com as regras descritas em cima.
  • Boa sorte a todos!

Podem ler a nossa análise de Killzone Shadow Fall aqui:
Análise – Killzone: Shadow Fall

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Lfo

Eu só participo nas perguntas/colagens, passo.

BrunoPantySerrano
Guilhathorn

A ver se consigo arranjar tempo e inspiração para escrever xD

Gil Palma

Killzone 3 é um jogo de FPS desenvolvido pela empresa Guerrilla Games para a Playstation 3, com um ambiente intenso, imersivo e cenas de acção selvagens, o jogo inicia com dois soldados “Helghast” numa fábrica da corporação Stahl Arms e somos levados para uma sala de execução onde o personagem Jason Narville está prestes a ver a sua própria execução transmitida para as tropas, onde os dois soldados “Helgast” estão presentes para realizar a execução mas revelam-se no entanto como sendo, Tomas Sevchenko e Rico Velasquez e em seguida a cena regressa 6 meses atrás, continuando onde o jogo Killzone 2 termina.
Por ter uma variedade de recursos, cenários e inimigos, o jogo é uma experiência única rica em elementos, visualmente e graficamente fascinante.

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Vamos lá ganhar inspiração

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Killzone mercenary, é um jogo exclusivo para a psvita, desenvolvido pela Guerrilla Cambrigde de género FPS.
Estamos em 2357, sucessivas invasões Helghast, dizimam as forças da ISA obrigando estas (em inferioridade numérica) a recuar e a espalharem-se pelo planeta.
Agora a ISA precisa de dar a volta á guerra, precisa de dar uma resposta a estas invasões, mas os seus números são baixos, torna-se então claro que precisam de toda a ajuda possivel, ou de toda aquela que conseguirem comprar. E é aqui que entra Arran Danner, um mercenário já calejado por antigos trabalhos, que faz tudo por dinheiro
A campanha é muito boa, cheia de reviravoltas e de algumas surpresas; os cenários são muito detalhados e carregam todo aquele ambiente pesado e escuro que a série já nos habituou,e o melhor de tudo é que pela primeira vez podemos lutar do lado dos “Helghast”.
O jogo trás também um modo multiplayer; dividido em 3 modos de jogo: TeamDeathmatch, Deathmatch e Warzone; e um total de 8 mapas (2 adicionados posteriormemte)

Outsider1

A tão esperada sequela do Killzone está aqui.
Após a revelação do trailer da E3 em 2005, que deixou muita gente a duvidar se era mesmo possivel chegou.

A Guerrilla Games conseguiu criar um jogo com acção explosiva, uma boa narrativa, jogabilidade e uns gráficos fantásticos.

Killzone 2 tem uma boa variedade de armas, desde espingardas a roquetes, Armas de Espigões a Armas Eléctricas e ainda facas de combate.Também ainda incluí veículos como tanques e Exosesqueletos.

Desde o início, Killzone 2 sente-se como fosse uma versão mais polida e cheia de acção do primeiro jogo. A enorme quantidade de detalhe e profundidade dos ambientes, é visivel a partir do momento em tu entras no campo de batalha.
E assim que começas tens logo uma sensação de que fazes parte de um conflito de grande escala, e um sentido de imersão que te vai manter agarrado desde o início ao fim da campanha(que tem uma duraçao entre 8 a 10 horas).

A história segue os eventos de killzone e Killzone Liberation, e passa-se no planeta Helghan,o planeta dos Helghast.Dois anos depois da invasão dos Helghast ao planeta Vekta, a ISA lançou um assaulto no planeta Helghan.
O objectivo da ISA é capturar o líder dos helghast, o Imperador Scolar Visari e travar a ameaça helghast.

Ao contrário do primeiro Killzone, em que podias jogar com mais de um personagem,no Killzone 2 só jogas com um, o Sargento Tomas Sevchenko “Sev”, membro das forças armadas da ISA.
Na maior parte das vezes irá estar acompanhado por um ou mais membros do seu esquadrão que incluem Garza,Rico e Nakto.

A inteligencia Artificial está boa, tanto como a dos aliados que ajudam a abater adversários, como a dos inimigos que reagem ao ser atacados, procuram cobertura e tentam flanquear.

O modo multijugador online tem uma grande novidade pela forma como o jogo mistura na mesma ronda, vários modos de jogo.Um jogo pode começar por contagem de corpos(Team Deatmatch) passar por assassinato(VIP Assassination) e acabar em procurar e destruir(search and destroy).
Este sistema acaba por dar um toque diferente ao jogo, mas quem não se habituar pode sempre selecionar um modo especifico de jogo onde participar.
O online também te recompensa á medida que vais jogando, desbloqueando novas armas, granadas e clipes de munição extra e também novas classes.

Jogos de tiros hoje em dia existem muitos, com muitas variedades por onde escolher.
Mas o Kilzone 2 consegue ser um dos melhores, graças aos seus gráficos, jogabilidade e modo multijugador online.
E tem muito para fazer para te meter ocupado durante algum tempo, como os colecionáveis, troféus e progresso multijugador online.

Positivo

Boa campanha

Grande detalhe de gráficos

Grande variedade de armas

Mapas de multijugador balançados

Negativo

Pouco uso da função Sixaxis

A IA ás vezes mostra alguns problemas

O sistema de cobertura nem sempre funciona como esperado

Resultado 9/10

Recomendado

P4T

Análise Killzone: Mercenary (ps vita)
Fogo de vista ou o derradeiro FPS para a portátil da sony?

Desenvolvido para uma plataforma onde é notória a escassez de FPS de qualidade, Killzone: Mercenary aterrou na PS Vita com o objetivo de preencher essa lacuna com uma campanha single player sólida mas sem esquecer a vertente multiplayer que tem vindo a acompanhar a série desde o início.

Killzone: Mercenary é o segundo jogo da série a ser desenvolvido exclusivamente para uma consola portátil da sony, tendo sido produzido pelo estúdio Gerrilla Cambridge ao contrário dos restantes que partiram das mãos da Guerrilla Games.

Em Killzone: Mercenary seguimos os passos de Arran Danner, um mercenário contratado pela ISA para completar determinadas missões que nos levarão, pela primeira vez num killzone, a lutar lado a lado com forças Hellgast e da ISA.

Killzone: Mercenary brinda-nos com uma curta mas sólida campanha de aproximadamente 6 horas de duração. Apesar de curto o modo single player pode ainda se alongar por mais umas boas horas devido à introdução do modo contracts, no qual somos agradavelmente convidados a repetir as missões da campanha de modo a cumprir diversos objetivos que são bastante aliciantes apesar de por vezes se comprovarem como desafiantes.

Relativamente à jogabilidade, esta teve que ser ligeiramente adaptada pelo facto de a PS Vita não apresentar botões L2 e R2, no entanto uma vez que esta não sofreu alterações de maior após algum tempo de habituação os jogadores reconhecerão a sua jogabilidade como se este se tratasse de um killzone clássico.

Tendo em conta as capacidades da PS Vita, Killzone: Mercenary está visualmente fantástico, este utiliza uma versão modificada do motor utilizado para o desenvolvimento de Killzone 3 da Playstation 3 e apesar de ser observável um decréscimo a nível gráfico quando comparado com este, isso não retira o mérito à Gerrilla Cambridge pelo excelente trabalho aqui desenvolvido. É possível observar por vezes algumas descidas de frame rate, que em parte afetam um pouco a sua jogabilidade, no entanto estes problemas têm vindo a ser corrigidos com o lançamento de updates. Um dos pontos positivos que a campanha single player apresenta, uma vez que foi desenvolvida para uma consola portátil, é que esta encontra-se dividida em pequenas e viciantes missões o que se torna perfeito para quem utiliza a sua PS Vita fora de casa.

Como não podia faltar num killzone, também Killzone: Mercenary apresenta um modo multiplayer e apesar de ter sofrido inicialmente de algumas perdas de ligação ao tentar iniciar um jogo ou no decorrer dos mesmos, estes problemas têm sido corrigidos com o lançamento de alguns updates. O modo multiplayer pode ser explorado através de três modos: Mercenary Warfare, Guerrilla Warfare e Warzone. Destes três modos o destaque recai no modo Warzone uma vez que neste cada equipa deverá cumprir determinados objetivos o que acaba por tornar este o modo mais estratégico e que requer um maior trabalho de equipa quando comparado com os restantes. Os modos multiplayer podem ser jogados por um total de 8 jogadores e inicialmente dispunham de 6 mapas, aos quais posteriormente foram adicionados mais dois.

Uma das características mais interessantes de Killzone: Mercenary é a introdução do sistema monetário que é utilizado tanto no modo single player como no multiplayer, o que ajuda na perceção que realmente estamos a vestir a pele de um mercenário. O sistema monetário vai nos permitir juntar dinheiro de acordo com determinadas ações que se tenham no decorrer do jogo e esse dinheiro poderá ser posteriormente investido em novas armas, equipamentos de proteção e equipamentos especiais. É um sistema que inicialmente poderá se estranhar mas que rapidamente se entranha tornando-se bastante viciante.

Como nota final, Killzone: Mercenary conseguiu cumprir o que prometeu e revelou-se não só como o primeiro grande FPS para a PS Vita, como de agora em diante será visto como um shooter de referência para futuros jogos que venham a ser lançados para a portátil da sony.

Nota: 8,5/10

Guilhathorn

Análise – Killzone (PS2)

Já foi há 10 anos que o primeiro Killzone foi lançado, proveniente da parceria entre a Sony e os estúdios Guerrilla com a intenção de concorrer com a série Halo. Parceria essa que se mostrou ser produtiva uma vez que mesmo depois de 6 jogos (sem contar com remasterizações e compilações) continua a ser um dos pontos altos das consolas da Sony. Para tentar perceber o que fez com que esta franchise fosse um sucesso, nada melhor que analisar o seu “primogénito”.

Em Killzone durante o processo de colonização do espaço levado a cabo pela humanidade, parte dela decidiu isolar-se no planeta Helghan. Após alguns anos e em resposta à diferente atmosfera do planeta, os humanos residentes passaram a constituir uma nova raça, os Helghast. Depois de uma primeira guerra em busca do domínio sobre o império humano, os Helghast voltam em força num novo ataque contra à humanidade, cabendo ao jogador por intermédio de 4 personagens jogáveis, impedi-los de alcançarem os seus objectivos.

Os 11 níveis do modo história têm como objectivo base a aniquilação das forças Helghast presentes em vários locais-chave, evidenciando a estratégia dos invasores. Porém os combates podem ser algo repetitivos devido à baixa variabilidade de inimigos e armas disponíveis mas servem o propósito de entreter quem joga. O jogo compensa esse facto ao dar-nos a escolher 4 personagens, cada uma com habilidades diferentes, o que introduz variações na maneira como se desenvolvem as missões e a nossa própria estratégia de jogo. Podemos escolher o papel de um “heavy weapons guy” chamado Rico, do agente secreto Gregor, da assassina Luger e finalmente do Capitão Templar, a personagem mais flexível do jogo e o principal protagonista.

Apesar de os combates poderem ser repetitivos são sempre emocionantes. Pequenos pormenores como o “blur” da imagem enquanto fazemos sprint para dar uma sensação de velocidade e o enorme prazer de disparar uma M224-A3 contra dezenas de Helghast, fazem deste o jogo uma experiência gratificante.

Apesar de ter muito bom aspecto para um jogo da PS2, podemos, em certas batalhas com maior densidade de efeitos, depararmo-nos com frame drops frequentes, principalmente no modo mulitjogador, o que quebra um pouco o ritmo do jogo. São também frequentes alguns bugs associados ao movimento das personagens, que mais uma vez quebra o fantástico ambiente que o jogo proporciona.

É também notável a falta de desenvolvimento da história do universo de Killzone neste jogo, focando-se mais no desenvolvimento das personagens, o que por si só não é mau mas precisava de ser equilibrado, uma vez que a premissa é interessante. A humanidade ter que lutar contra uma versão algo “Neo-nazi” de si própria, bem bom!

No fim de contas, Killzone é um bom jogo, dos melhores FPS da PS2, porém é notável que podia ser bem melhor, acabou por ficar, neste primeiro jogo, uns quantos “anos-luz” de distância de Halo, com quem era suposto concorrer.

Positivo:

»Campanha single-player
»Desenvolvimento das personagens
»Gameplay divertido e emocionante

Negativo

»…mas com frequentes frame drops e bugs
»Falta de variabilidade de inimigos

Nota final: Bom

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