Passatempos Aniversário – The Legend of Zelda Spirit Tracks

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Boas a todos e sejam bem-vindos ao quinto passatempo de aniversário do PróximoNível.

Para este novo Passatempo temos para vocês em conjunto com a Nintendo Portugal um The Legend of Zelda Spirtit Tracks para a vossa Nintendo DS/ Nintendo 3DS.

Podem ler as regras completas de participação aqui.

Não se esqueçam, as vossas análises não devem ter mais de 15 parágrafos e devem ser feitas sobre qualquer um dos jogos desta série e em qualquer versão.

As análises devem ser colocadas neste Post. A data limite é o dia 10 de Dezembro pelas 23:59 por isso não deixem para o último minuto!

Boa sorte a todos!

Podem ver a lista completa de jogos e dia de cada jogo aqui:

Passatempos Aniversário PróximoNível

Para festejar este e outros passatempos dentro do mesmo género vamos ter em breve um TOP especial. Fiquem atentos!

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Silver4000

buuuah, I wanna i wanna I wanna… 🙁

ShadowDust

“I wanna really really really wanna zig-a-zig, ah”

Silver4000

Spicy!

linkpt

The Legend of Zelda: Majora’s Mask – Análise

Em outubro de 2000, chegava o
segundo Zelda da Nintendo 64. Majora’s Mask levava a série para outro rumo,
sendo que, nessa altura, não cometeram o mesmo erro de Zelda II. No Majora’s
Mask, o Link vai procurar uma amiga que tinha perdido, a fadinha Navi. No
desenrolar da aventura, ele acaba por cair numa armadilha de duas fadas e um
Skullkid.

Majora’s Mask é como a Collector’s Edition diz, um Zelda de outra cor. E mais
uma vez, nós não encontramos o Ganon aqui como aconteceu no Zelda II e Link’s
Awakening.Além disso tudo, o mundo em que o Link entra já não é Hyrule, mas
sim, Termina, uma dimensão paralela de Hyrule, com vários rostos familiares…
Termina também tem a Goron City e a Zora’s Domain, só que com nomes
diferentes…

Este Zelda é conhecido por trazer máscaras como items principais, apesar do
Ocarina of Time as ter tido também, só que sem a grande importância que tem agora. As máscaras do jogo são mais importantes do que parecem, já que possuem diferentes efeitos em diferentes personagens. São mágicas e são muito importantes geralmente para conseguir um bocado do coração ou um item de extrema importância, até mesmo uma música da Ocarina.

O facto de ter as máscaras que transformam o Link em Deku, Goron ou Zora para
explorar áreas impossíveis é bastante interessante… Essa habilidade é extremamente necessária para chegar a pontos importantes do jogo, e até mesmo
desvendar os quebra-cabeças dos calabouços.

Outra coisa que marcou Majora’s Mask e, mais uma vez, é exclusivo deste, é o
tempo. Exatamente, este é o primeiro e único Zelda que possui um tempo
determinado para que o jogo seja terminado. O jogador tem três dias para acabar
o jogo, sendo que um minuto aqui equivale a uma hora lá… No entanto, para
atrasar o tempo, o jogador conta com as músicas da Ocarina que poderão salvá-lo
do inevitável. É claro que coisas como voltar no tempo são possíveis.

A soundtrack do Majora’s Mask é muito impressionante. Além de se adequar bem à
situação em que ocorre (especialmente a música dos Boss’s), ela também fica na cabeça dos jogadores por muito tempo. Em alguns aspetos chega a ser um pouco superior à soundtrack do Ocarina of Time.

Os comandos são exatamente os mesmo do Ocarina of Time, mas conseguem ainda ser diferentes, visto que muitos items do Majora’s Mask não aparecem no Ocarina of
Time.

O poder que o Majora’s Mask tem de agarrar o jogador é impressionante. Não está
só cheio de coisas opcionais para se fazer como também tem uma boa história e
uma jogabilidade genial. No final de contas, acaba por ser mais um jogo
obrigatório para qualquer fã de Zelda. É um jogo que os jogadores não
esquecerão por muito tempo…

Na minha modesta opinião, os pontos positivos e negativos são.

Positivo:

– Variedade de mascaras.

– Coisas menos cliché.

– Desfio de salvar tudo e todos
em 3 dias.

– Mundo maior com possibilidade
de ser explorado.

Negativo:

– Sistema de Save “Frustrante”.

– Durabilidade
da Quest Principal.

– Considerados por muitos uma
grande mas curta (3 Dias) viagem na maionese.

rodolfo47

The Legend of Zelda: A Link Between Worlds

A consola escolhida para o regresso de Zelda foi a Nintendo 3DS e muitos podem esquecer a sensação de repetição, porque neste Zelda mudou muita coisa.

Neste Zelda estamos a falar de uma sequela que tem lugar vários anos no futuro e que nos permite conhecer um novo vilão e o destino dos Sages que fez de Ganon prisioneiro no reino alternativo de Lorule.

A Link Between Worlds tem um dos inícios mais rápidos da série. Mal o jogo começa, demora-se muitos poucos minutos a receber a primeira espada e a desbravar o mapa em busca das pedras destinadas a guiar Link até à mítica Master Sword.

Esta série tem como regresso é a vista aréa o que se tornará mais confortável para quem jogou jogos anteriores desta saga!

O mundo está dividido em mapa mundo e às típicas masmorras (Dungeons), que guardam um objetivo que faz progredir a história. Tanto as masmorras como o próprio mapa mundo estão cheios de puzzles que precisam de resolver para progredir ou ganhar todo o estilo de novos itens.

Em relação ao menu, a sua organização está igualmente bem feita e que podemos gerir através do ecrã tátil. Mas há um mas, é que não é prático em situações de perigo.

Este Zelda apesar de ser muito parecido com “A Link to the Past” acaba por ter uma visão tridimensional. Os mapas são muito coloridos e variados, mas quando a camara aproxima-se durante uma cinemática dá para ver qua as personagens não têm grande detalhe.

Agora vou por aqui uma frase que tirei de um local: “The Legend of Zelda: A Link Between Worlds é realmente um excelente regresso ao passado, conseguindo ser totalmente relevante para os nossos dias. A jogabilidade e puzzles são inteligentes e é surpreendente ver como se consegue fazer algo novo com um tema e mundo tão antigo. Sejam ou não fãs de Zelda, deviam jogar este que é um dos grandes jogos deste ano.”

Kanudo

http://wantmidnaback.com/images/gallery/Computer%20Created%20Images/Twilight%20Princess%20Wisp%20Logo.png
Legend of Zelda: Twilight Princess

NOTA: esta análise foi feita em 26 de Agosto de 2010.

Quando falamos na Nintendo, a primeira coisa que vem à cabeça da maioria dos gamers é a imagem de um canalizador italiano. A segunda possibilidade será provavelmente um elfo de barrete verde que só sabe dar berros. Estou a falar de Link, herói da antiga série Legend of Zelda. Infelizmente, nunca tive a oportunidade de experimentar um jogo desta série conhecida por muitos. Mas sabendo que o último jogo do Zelda que saiu para a GameCube também passou pela Nintendo Wii, acho que não tinha desculpas para não dar um tentativa.

Será que sai desapontado ou tornei-me um fã instantâneo?

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Como muitos típicos jogos de aventura, nós começamos com a nossa personagem do zero e vamos evoluindo à medida que avançamos na história. Controlamos um jovem agricultor chamado Link que vive numa modesta vila rural. Ele recebe ordens de entregar uma encomenda à princessa Zelda no Castelo de Hyrule, mas uma série de eventos, desconhecidos para o jogador no início da aventura, leva-nos para o Twilight Realm, uma identidade das trevas que torna toda a gente em espíritos e o nosso herói num lobo. Mais tarde, somos salvos por uma criatura misteriosa chamada Midna e põe-nos a par da situação. A partir daí, viajamos por Hyrule na missão de a colocar no seu estado original, mas em troca, temos que ajudar Midna na procura das partes de uma máscara que a ajudará enfrentar Zant, uma criatura da mesma tribo que Midna e o responsável pelo actual estado de Hyrule.

Em geral, a história é um bom incentivo para continuar a jogar e quando pensamos que está prestes acabar, o jogo surpreenda-nos e garanta-nos que a aventura está longe do fim. Apesar de ter um tom maduro e negro, existem algumas personagens estranhas que farão nos pensar se devíamos levar isto tudo a sério (enganei-me no género de duas personagens!), mas na minha opinião, são todas únicas na sua maneira especial.

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Quanto à jogabilidade, esta vertente do jogo vai ser a vossa parte favorita ou o vosso pior pesadelo. Se vocês vão jogar este jogo na Nintendo Wii, ficam avisados que os controlos não são muito intuitivos. Vai requerer alguma prática, pois é tudo uma questão de hábito. O vosso primeiro obstáculo irá ser a câmara que não pode ser movida a 360º. Têm a opção de ver na 1ª pessoa e apenas podem olhar na mesma direcção que a personagem está a olhar cada vez que carregam no botão de lock-on. Isto resulta bem após algum tempo e quando não têm inimigos por perto. A seguir, vão ter que habituar-se ao salto automático. Quem jogou Assassin’s Creed por exemplo, sabe que este aspecto do jogo nem sempre é o mais eficaz.

Depois vão aprender a usar a espada (com o wiimote) e o escudo (com o nunchuck). Apenas precisam de abanar o wiimote para fazer os ataques normais, não requerendo movimentos muito específicos. O nunchuck, com menos precisão que o wiimote, é usado para repelir projecteis e realizar o ataque giratório. Por muito simples que pareça, o sistema de combate é bastante complexo e muito gratificante, apresentando também uma larga variedade de itens que vão adquirir e irão vos ajudar ao longo do jogo, como o arco, o gancho, o boomerangue e muitos outros. Mas como é que isto tudo funciona quando somos transformados num animal? À semelhança do estado humano, o combate é quase igual como quando estamos de espada em punho, apesar de não ser muito profundo. Não podemos usar os itens adquiridos mas ganhamos habilidades novos como seguir o rasto de coisas que o Link não conseguia cheirar ou teleportar por entre portais e chegar a locais específicos mais rapidamente.

Outro elemento importante da jogabilidade é a exploração e teremos a possibilidade de atravessar as terras de Hyrule com a nossa égua Epona. É um dos melhores momentos do jogo… até ganharmos a habilidade de nos transformarmos em lobo a qualquer momento, tornando a nossa parceira um pouco inútil na segunda metade do jogo.

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Existem dois aspectos do jogo que me vêem à cabeça quando falando da sua apresentação. O primeiro é a ausência de vozes nas personagem, um detalhe no mínimo retrógrado, e que considero um dos elementos mais importantes num jogo deste género. Em troca, temos que aguentar com os grunhidos, suspiros ou berros das personagens. Felizmente, a banda sonora é soberba durante todo o jogo, tirando algumas pequenas excepções que se tornam irritantes quando repetidas várias vezes.

O segundo aspecto são os gráficos. É verdade que este jogo foi planeado inicialmente para a GameCube e não apresenta o máximo das capacidades gráficas da Wii, mas o que já temos, é sem dúvida um dos melhores visuais que podemos encontrar nesta consola. Outro aspecto que também me chamou à atenção foi o excelente design dos níveis, que nunca são bem o que parecem à primeira vista e não foram feitos evidentemente para pessoas estúpidas que precisam sempre de alguma indicação para onde ir. Tirando estes aspectos, acho que não há muito a salientar. As animações fazem o seu trabalho, os efeitos sonoros são realistas, os loadings são bastante rápidos e não me lembro de ver um único bug no jogo.

http://image.gamespotcdn.net/gamespot/images/2006/234/928519_20060823_screen003.jpg

Comparado com muitos jogos recentes que são facilmente terminados em menos de 3 dias, este jogo é colossal. Se completarem a história e explorarem grande parte de Hyrule, deverão gastar perto de 30 horas de jogo, e mais um par de horas se decidirem ganhar todos os itens, encontrar todos os coleccionáveis e completarem todas as missões secundárias. Seria certamente mais longo se o jogo fosse um pouco mais difícil porque presumo não ter morrido uma única vez. Irão perder mais o vosso tempo a explorar dungeons e completar puzzles (alguns deles desafiantes), que no fim dão sempre seguimento a um combate contra ao boss. Podem parecer ameaçador ao início mas depois de descobrirem o truque, a conversa é outra. A maneira de como os derrotar pode nem sempre ser a mais fácil.

Apesar de ser o meu primeiro jogo da série Zelda, sinto que todos os outros são de uma certeza maneira semelhantes: boa história, jogabilidade gratificante e visuais soberbos. Como qualquer jogos, tem os seus defeitos, mas para quem nunca tocou nesta série, Twilight Princess vai vos garantir uma excelente “primeira vez”.

Positivo

– Jogabilidade complexa e gratificante

– História sólida e capaz de surpreender

– Apresentação soberba

– Duração mais longa que muitos jogos actuais

Negativo:

– Controlos pouco intuitivos durante as primeiras horas do jogo

– Ausência de vozes

– Bosses algo facéis

NOTA FINAL: 9/10

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=KqUqxVKd5q0

Guilhathorn

Nunca experimentei LOZ mas fiquei com ainda mais vontade de o fazer por causa desta análise. Está awesome!

Kanudo

Mesmo que a análise tenha sido feita há 3 anos atrás e haver alguns aspectos que não concordo atualmente, fico feliz por saber isso x)

Guilhathorn

E na minha opinião a apresentação da análise é de longe a melhor, só por aí ganhas xD

tylarth

Sendo o primeiro jogo da série a surgir na Nintendo DS, The Legend of
Zelda Phantom Hourglass é um sequela de The Legend of Zelda Wind Waker,
lançado na GameCube. Mantendo então o mesmo estilo cartoonista do jogo
anterior, mas com novidades em relação à mecânica de jogo.

Continuando após uns meses da aventura em Wind Waker, Link e os seus
amigos exploram o mar, à procura de um navio fantasma, que dizem andar a
raptar marinheiros. Por força do destino, a equipa acaba por encontrar o
dito barco, onde Tetra, uma amiga de Link (saberão melhor quem é se
jogaram o titulo anterior) sobe ao barco para o explorar mas o mesmo
começa por se ir embora com ela ainda a bordo, Link tenta subir para a
salvar, mas acaba naufrago numa ilha. Começando assim a sua nova
aventura.

Igual ao seu antecessor, Phantom Hourglass é dividido por duas secções, a
exploração em terra, e a navegação por mar. Mas a jogabilidade não
podia ser mais do que diferente, pois esta da uso às características da
Nintendo DS, ou seja, irão usar o stylus para movimentar Link e fazer os
seus ataques de espada, navegar no oceano, usar itens, e até poderão
ter que soprar ou fechar a vossa consola para resolver puzzles.

Começando pela jogabilidade em terra, movimentarão o Link com o stylus,
ou seja, irão usar o ecrã tatil, enquanto que o ecrã superior mostrará o
mapa. Para movimentar o Link precisam de carregar no local para onde
ir, para atacar tem de premir com o stylus no inimigo, ou então fazer um
movimento giratório para um ataque em 360°, usando também os itens como
as bombas e bomerangues, onde é preciso clicar no local para lançar a
bomba, e desenhar o caminho que o bomerangue irá percorrer, podem até
desenhar e fazer notas no mapa. É uma novidade nos controlos, mas tem
vezes em que não respondem bem, principalmente se quiserem rebolar,
acabando por fazer um ataque ao ar ou a ir a correr para o local
seleccionado, não sendo útil quando se está a tentar desviar de um
inimigo.

Por mar irão deixar o antigo barco King of Red Lions, e irão usar uma
nova embarcação, o S.S. Linebeck, para o navegar simplesmente de
desenhar o percurso no mapa, sendo que o barco irá seguir o trajecto,
encontrarão inimigos a abater, obstáculos aos quais devem saltar, e até
poderão recuperar tesouros do fundo do mar. Poderão também melhorar o
vosso barco, aumentando assim a sua resistência, dano e aparência. É o
único método de ir de ilha em ilha, por isso é melhor cuidarem do barco.

Mas nem tudo é diferente, as dungeon estão de volta, continuando com o
habitual esquema de “obter objecto para passar”, mas com ar linear desta
vez, e com menos puzzles, sendo que são mais labirintos. Existe uma
dungeon central, uma que terão de visitar de tempos em tempos, o que se
torna um bocado chato, pois por cada vez que regressam, terão que
começar a dungeon do inicio, sendo aquilo um labirinto e não um teste às
vossas capacidades de resolver puzzles.

Os gráficos não sofrem alteração, mantém o seu estilo cartoonista, com a
vista aérea, e a musica mantém a alma da série, a aventura não dura
mais que umas 20H, sendo pouco para o que a série nos acostumou. The Legend of Zelda Phantom
Hourglass é um bom passo para a consola portátil da Nintendo, inovando
ainda mais que o seu antecessor, mas com arestas por polir.

Positivo:

– Uma boa experiência portátil.

– Sequela directa de Wind Waker.

– Nova jogabilidade…

Negativo:

-… que por vezes não responde bem.

– Visitas forçadas ao mesmo templo acabam por aborrecer.

– Podia ser mais longo.

BAlvez

Aqui fica uma análise que escrevi à uns meses de A Link to the Past:

http://maxiconsolas.foruns.com.pt/t795-the-legend-of-zelda-a-link-to-the-past-snes

Guilhathorn

Se eu fosse a ti copiava isso para o post directamente…

Qu@rk

The Legend of Zelda:The Wind Waker

http://cdn.superbwallpapers.com/wallpapers/games/the-legend-of-zelda-the-wind-waker-21264-400×250.jpg

Foi em de maio de 2003 que chegou ao mercado o jogo que para muitos é um dos melhores jogos protagonizado pelo famoso duende verde da Nintendo, Link, da série The Legend of Zelda.

http://s.pro-gmedia.com/videogamer/media/images/wiiu/legend_of_zelda_wind_waker_hd/screens/legend_of_zelda_wind_waker_hd_24.jpg

O jogo passa-se num arquipélago em que nós temos de navegar de ilha em ilha em busca do poder necessário par derrotar Ganondorf que tem uma relíquia sagrada conhecida por Triforce, e para resgatar a sua irmã mais nova que foi aprisionada por ele. Para chegarmos até a Ganondorf temos muitas “masmorras” por explorar e inimigos para derrotar.

Este jogo tem uma daquelas bandas sonoras incríveis, em que faz o jogador ter arrepios, em termos gráficos o jogo esta muito bem concebido tendo aqueles efeitos de animação tão suaves mas ao mesmo tempo tão incríveis.

http://3.bp.blogspot.com/-fdPazXyhBlE/T-ITOn1mhcI/AAAAAAAACAw/so-hCvq4cjQ/s1600/zeldaww_0324_screen001.jpg

Nesta aventura Link recebe uma varinha denominada Wind Waker, permitindo ao jogador controlar os ventos ajudando o jogador a chegar ao seu destino, sendo que temos de acertar nas melodias para mudar a direcção do vento.

A série The Legend of Zelda está dividida em 4 partes, Wind Waker pertence á 4º parte que é O Herói do Vento & Um Novo Mundo sendo este o 1º jogo, seguido por Phantom Hourglass, e finalizado por Spirit Tracks. Wind Waker e o Phantom
Hourglass passam-se essencialmente no mar, Spirit Tracks passa-se em terra.

http://alvanista.com/uploads/timeline_image/2013/08/07/160636_2382286664.png

Neste momento existe um remake para a WiiU em HD, para quem tem uma
WiiU é um jogo indispensável, este é daqueles jogos dos 8 aos 80, por isso não deixem de jogar este jogo, seja na Gamecube ou na WiiU.

Aqui têm o trailer deste jogo:

http://www.dailymotion.com/video/x27abg_nintendo-gamecube-zelda-the-wind-wa_videogames

Nota final: Excelente
(Mais do que recomendado)

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