Modding Zone – Artigo 5: Sexismo nos videojogos

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Bem-vindos a mais um Modding Zone, em mais um Sábado sai outra edição fresquinha, trazendo para vocês os resultados da votação iniciada no início do mês, mais dicas sobre Hearthstone, a quinta entrada de Sonic na nossa tábua, uma bonita canção e por fim como é habitual, o debate.
Por motivos felizes, nenhum de nós teve um desgosto com os videojogos lançados este mês, e por isso a secção “Decepção do Mês” não será ainda estreada no MZ.
Continuando uma história feliz, vamos ler!

Poll: Resultado

O tema da votação iniciado no início do mês foi “Concordam com os reboots feitos pelas companhias?” E agora temos os resultados à mão, com um total de 55 votos.

Indiferente/Tanto me faz: 1 voto
Não, é só para fazerem mais dinheiro: 2 votos
Não, eu gosto do original: 3 votos
Sim, o antigo já não tinha nada a dar: 4 votos
Bolachas: 14 votos
Sim, se inovarem: 31 votos.

Enquanto que poucos estavam do lado contra (incluindo o indiferente), muitos disseram que sim aos reboots, se conseguirem trazer algo novo à série. Enquanto que outros pediram por um pacote de bolachas. Assim sendo e fazendo a vontade ao povo.

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Dicas de Iniciante:

Hearthstone Heroes of Warcraft

Esta semana vamos falar do Priest.

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O poder do Priest é restaurar 2 de vida. As cartas do Priest, como já devem ter adivinhado, baseiam-se em factores vitais: curar, multiplicar, trocar… mas não só! O Priest também tem controlo sobre os minions inimigos, oh sim, pode tomar controlo sobre o adversário e usá-lo a seu favor. Além disso tem ainda algumas cartas de dano.

O Priest tem também a particularidade de poder copiar as cartas adversárias, sendo o único a poder fazer isso, com as cartas Mindgames, Mind Vision e Toughtsteal, se tiverem sorte, podem pescar algo grande.

Cartas a ter em contra:

Shadowform – Transforma o poder de restauração do Priest em dano, e se já tiverem usado uma vez a carta, a seguinte Shadowform fará com que o dano seja 3.

Holy Nova – Quais as cartas mais irritantes senão as que nos fazem dano e beneficiam o inimigo? Holy Nova é uma dessas, faz 2 de dano a todos os minions inimigos, enquanto que restora 2 de vida a todos os nossos minions.

Para o deck do Priest devem então ter 45% de cartas monstro, 15% de cartas cura, 15% de cartas que controlem os inimigos e 25% de cartas que façam dano.

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Ou seja, terão que ter um bom par de monstros Taunt, para compensar a falta de minions, mas tudo bem, pois sempre têm à vossa disposição cartas para controlar minions inimigos, tais como Mind Control ou Shadow Madness, e as cartas de cura, caso tenham sofrido dano, (nota em especial para Circle of Healing que custa 0 de mana e restora 4 de vida a todos os minions), e Divine Spirit que duplica a vida de um minion (óptimo para manterem o minion que querem enquanto o sacrificam para derrubar um minion forte do inimigo), e nas cartas finais do Priest, as que causam dano, o mesmo continua a impressionar de uma maneira irritante, a carta Holy Fire que faz 5 de dano ao herói inimigo e recupera 5 de vida ao vosso herói, essencial em qualquer deck de Priest, e pode ditar o início de uma reviravolta.

No que toca a monstros, para além dos de Taunt que são essenciais em qualquer deck, podem investir no combo entre a Nortshire Cleric, que vos dá uma carta de cada vez que curam um minion, e no Lightwell que no início a cada turno vosso, restaura 3 de vida a um minion amigável que esteja ferido.
No entanto o Priest tem uma particularidade algo interessante no que toca a contra ataques, devido a uma grande facilidade de manobra com cartas mágicas de dano abrangente torna-se fácil fazer uso de quase qualquer uma dessas cartas para equilibrar o jogo.

Já contra o Priest as técnicas que melhor funcionam resumem-se a destruir muito rapidamente os monstros lançados no campo pois torna-se ridiculamente complicado vermo-nos livres dos monstros inimigos caso o Priest lhes comece a dar buffs, quer seja duplicar-lhes a vida ou curá-los.

Tábua Cronológica:

Sonic Parte V

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Com o fim da Dreamcast chegou uma nova era para Sonic, pela primeira vez o outrora ouriço mais famoso do mundo iria aventurar-se em plataformas que não as da SEGA, assim após os remaster dos dois jogos da série Adventure para a GameCube e do port do primeiro Adventure para o PC, chegara a hora de ter uma aventura original fora das consolas da Sega.

O ano é 2003 e a 30 de Dezembro o Japão tem acesso ao primeiro jogo multiplataformas do ouriço para a PS2, GameCube, XBOX e PC; todas a plataformas da altura receberam o jogo. No inicio de 2004 Sonic Heroes chega ao resto do mundo e teve uma recepção mista, foi aqui que começou a confusão, o dilema, afinal o que trata um jogo de Sonic? A jogabilidade é bastante diferente dos anteriores, controlávamos 3 personagens ao mesmo tempo alternando entre elas para resolver puzzles ou secções dos níveis. O jogo apresenta 4 equipas, com diferentes histórias que se vão cruzando.

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Cada equipa é composta por Velocidade, Força e Vôo, sendo então a Team Sonic formada por Sonic, Knuckles e Tails. A Team Dark composta por Shadow, Omega e Rouge. Team Rose apresenta a Amy, Big e Cream. E por fim a Team Chaotix com Espio, Vector e Charmy.
O gang de Sonic anda à procura de Eggman que envia uma carta a Sonic ameaçando dominar o mundo, o seu rival Shadow com a sua equipa também persegue Eggman, mas pelas suas próprias razões. Enquanto que a equipa rosa, para além de perseguir Sonic, anda à procura do à muito perdido irmão de Cheese, o Chao que acompanha sempre Cream, e Froggy, o sapo do Big.

A equipa dos roqueiros do caos (que também são detectives) por outro lado recebem uma encomenda misteriosa com um walkie-talkie que de imediato lhes começa a dar missões. Confusos? Isto acontece pela grande mistura de personagens onde quase cada personagem tem um objectivo diferente.

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Estando dita a premissa do jogo, a sua jogabilidade foi o que causou furor aos fãs, a base dos jogos anteriores mantem-se, 2 níveis, culminando no 3º com uma boss batle. Mas a maneira de jogar é que difere. Agora em vez de ser em 2D, é em 3D, juntando os elementos de velocidade, poder e vôo de cada personagem, para escolher a melhor maneira de concluir o nível, acrescentando mais plataforma e não só a habitual velocidade (no recente Sonic Lost World podem voltar a ouvir as mesmas reclamações).

Sendo que as special stages também estão presentes, onde mais uma vez, a recolha de todas as esmeraldas resulta em algo. Apesar do desgosto de alguns fãs, o jogo chegou a ter notas acima do razoável, e por isso não foi de todo um mau jogo. Depois de uma primeira recepção mista, o próximo jogo… bem, é um autêntico mar de opiniões distintas.

Em 2005 a Sega teve a (in)feliz ideia de dar um background a uma personagem que tinha vindo a crescer desde a sua aparição em Sonic Adventure 2, estou a falar de Shadow the Hedgehog que tem como protagonista, sim adivinharam, Shadow the Hedgehog! Uau que surpresa dizem vocês, pois é, mas a verdadeira surpresa estava para vir, quando são lançados os primeiros trailers, vemos que Shadow usava armas; Oi? Mas isto não era uma série de jogos de plataformas onde se matavam inimigos com ataques em forma de bola?

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Calma, nem tudo está perdido com jeitinho ainda podem usar cabeçadas ou karaté. Podíamos alongar esta secção tal como a história do jogo que envolve passar 6 níveis mais 3 boss de um total de mais de 30 níveis, mais de 300 vezes, sim ouviram bem para completar o jogo a 100% têm que passar os mesmos níveis vezes sem conta e ver um dos 12 finais  diferentes, vezes e vezes sem conta.
É certo que cada nível tem duas ou três maneiras de ser terminado, mas 300 vezes, é muita vez. E é aqui que se dá inicio ao muito badalado declínio da série.
Após uma recepção que não foi tão calorosa como costumava ser até Adventure 2, Shadow the Hedgehog veio trazer um desgosto para a série, assim em 2006… bem guardemos esse estrondoso ano para o próximo MZ

Press Play:

Já não se fazem jogos assim…

VERSUS

Sexismo nos videojogos

O sexismo está presente em todas as culturas desde os primeiros registos, existem épocas em que é glorificado outras em que era escondido; nos dias que correm e com uma crescente liberdade de ideias é escusado dizer em que tipo de mundo vivemos hoje.
Assim torna-se completamente normal ver os mais variados temas onde o sexismo é aplicado, aliás o sexismo entra nas nossas vidas quando nem ainda sabemos que o que temos entre as pernas tem mais que uma função, sim estou não só a falar dos Action-Man e das Barbies, mas de desenhos animados e como provavelmente adivinharam pelo título, nos videojogos.

No debate que se segue o tylarth vai tomar o partido de um ponto de vista empresarial, enquanto que o Silver4000 toma o partido de um jogador que se importa com as experiencias de jogo.

RELEMBRANDO QUE CADA UM DEFENDE UM PONTO DE VISTA MESMO NÃO SENDO ESSA A NOSSA OPINIÃO PESSOAL.

T- Para começar quando criamos um jogo a primeira coisa que fazemos é pensar que tipo de jogo vamos criar e qual o público-alvo que vamos querer atingir, no entanto e independentemente do jogo que for o nosso público é maioritariamente masculino. E é muito mais fácil um jogador agarrar-se à história que tem como protagonista um homem do que uma mulher, é mais fácil criar esta conexão.

S- Não é preciso a personagem ser masculina, desde que haja uma história decente e um background sobre a personagem, com momentos que nos façam ligar a ela.
Tanto fará se for masculina ou feminina porque com todos os acontecimentos o jogador irá sentir o mesmo que a personagem.

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T- Não é bem assim, o jogador cria muito facilmente empatia com uma personagem do mesmo sexo, porque o objectivo dos jogos é a imersão. Algo que faça o jogador abstrair-se da realidade, algo que será facilmente quebrado se a ligação for fraca. E durante a história provavelmente existirão momentos dramáticos e torna-se bastante ridículo para um homem tentar entender o porquê de partir uma unha ser sinónimo de fim do mundo.

S- Uma mulher não é assim tao frágil, pode haver sempre comentários sobre partir unhas, como que se fosse um homem também haveria comentários sobre outras coisas e as jogadoras também não perceberiam. E quando é feminina também não precisa de ter grandes peitos, nem mini mini-saias. Uma rapariga normal como por exemplo a Nilin do Remember Me, mostrou-se uma boa personagem. E até era para ser um ele em vez de uma ela.

T- Pois e viu-se onde as vendas foram parar não é verdade? Não digo que a culpa seja exclusivamente desse factor mas é um ponto a ter em conta, nunca saberemos se um protagonista masculino teria sortido um resultado mais positivo, mas a verdade é que como jogo teve um fraco resultado. As jogadoras estão em clara minoria, por tanto têm que se sujeitar, se me vier parar à mão a decisão entre uma personagem masculina ou feminina eu tenho que colocar o retorno financeiro em primeiro lugar, independentemente da minha opinião, ou seja são necessários estudos prévios sobre as mais variadas coisas incluindo aceitação do mercado perante vários factores.

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S- Claro que há menos jogadoras, se insistem sempre em meter personagens masculinas, as do sexo oposto não virão. Posso então dar outo exemplo, o do Mirror’s Edge, também usa uma personagem feminina e teve o seu sucesso. Não é pelo facto de ter sido mudada de homem para mulher que os jogadores não compraram o jogo.

T- No entanto posso dar um exemplo de uma protagonista feminina que não teve qualquer tipo de problemas em chegar até aos jogadores masculinos, estou a falar de Bayonetta, e no entanto a razão pela qual chegou tão facilmente até esse público trata-se de ser um jogo com um estilo de luta já bastante marcado por séries com protagonistas masculinos, e a própria personagem usar e abusar dos seus dotes femininos. Ou seja ao mesmo tempo que o jogador já está habituado, também acaba por encontrar uma protagonista que se torna numa das suas fantasias do subconsciente, afinal as Barbies e Action-Man fazem parte da nossa mentalidade como ideais.
Ou seja, apenas no caso de agradar às massas é que se torna sustentável.

S- Mas isso é porque a “porrada” é mais virada para os homens, mas em outros géneros até podem ser mais as raparigas a ter em conta, nos RPGs por exemplo, em alguns, é possível escolher o género, porque tanto um homem como uma mulher podem partir numa aventura, serem magos, ou combater. Investir numa personagem masculina ou feminina muda a jogabilidade por completo, tal como se fosse gordo ou magro, e no caso do Bayonetta foi isso mesmo que aconteceu e por isso é que o público adorou.
Se a personagem não usasse o seu poderio feminino, seria igual às personagens másculas e então não teria feito mesmo diferença.

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T- No caso dos jogos em que se pode escolher a personagem com quem se joga, a meu ver facilita bastante as coisas, e acabam por dar uma solução a este problema. Mas isso é apenas uma fracção dos jogos. No entanto algo que se pode verificar facilmente é que apesar das protagonistas femininas não venderam tanto como protagonistas masculinos, elas acabam por ser essenciais como personagens secundárias, uma vez que oferecem uma boa contrapartida e complemento à personagem principal. Levando-nos de volta aos meus primeiros argumentos, esta interacção é muito mais fácil de se enquadrar quando falamos de um jogador masculino que interage com um protagonista masculino, que por sua vez interage com uma personagem feminina.

S- Mas é isso mesmo de a historia ser sempre a mesma, a personagem masculina ir salvar a feminina. Se formos a inverter os papeis é uma experiência diferente, no Super Mario joga-se sempre com o Mario e quando se introduziu a Peach como personagem jogável foi igual a mesma experiência, andar aos saltos na mesma, mas ela tinha as suas características. As empresas precisam de começar a explorar esse lado. Se não for em personagem principal, pode ser em vilãs.

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T- O que precisa de acontecer é existir apoio dos consumidores para que isso aconteça. E até hoje levantam-se alguns burburinhos aqui e ali, mas nada que permita uma mudança a esse nível. Porque até hoje grande parte dos consumidores aplaude a representação feminina tal como está hoje em dia, ou seja em grandes dimensões. E os resultados não estão a ser maus, há quem apoie estas iniciativas e elas vendem. Aliás, podemos ir até a um caso recente como o GTA V onde diga-se de passagem, existem 3 protagonistas todos eles masculinos, e apesar de existirem personalidades femininas presentes nenhuma é forte o suficiente para ter o peso de protagonista. E dentro do jogo quando encarnamos um dos protagonistas é nos bastante fácil “usar” as mulheres para os fins que bem conhecemos estando a falar de GTA V.

S- Então posso falar no GTA III, onde a vilã foi uma mulher, se usaram uma para isso, podiam pensar em usar como protagonista, como disse antes, isto seria sim uma nova experiência. Não é preciso pensar só no agradar, tem de se pensar na experiência que se recebe. As personagens no GTA V eram todas masculinas mas algumas eram água sem sal, certamente se uma tivesse sido substituída por uma feminina, teria sido melhor.

Na próxima edição do MZ, podem contar com a segunda parte do tema, onde iremos incidir sobre a representação da sexualidade nos jogos. Podem contar também com um convidado especial que participará no próximo debate.

Chegando ao fim de mais um Modding Zone, minhas senhoras dêem a vossa opinião, relembrando que não estamos a fazer nenhum dos sexos o melhor, mas sim a igualdade entre ambos, dito isso, os senhores que digam o vosso parecer também.

Até ao MZ seguinte.

 

O Modding Zone é uma rubrica semanal idealizada e escrita pelos membros da comunidade Tylarth e Silver4000. Os temas e módulos semanais são livres e podem mudar entre cada artigo. Podem sugerir temas e comentar em baixo.

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JotaPT

Mirror’s Edge 😉 Bom MZ

Alistair

Gostei! 😉

Começando, muitos já devem saber, sou grande fã de Remember Me. Apesar de ter adorado o setting e a temática, uma das principais razões para ter gostado tanto dessa experiência foi a Nilin. É interessante, independente, complexa, não abusa da sua sexualidade e permitiu insights sobre o universo do videojogo que de outro modo não seriam possíveis. Pensando bem, não consigo imaginar Remember Me com um protagonista masculino. Mais, e entrando num assunto paralelo, a Nilin era mulata. Tudo somado foram escolhas arrojadas, que, infelizmente, não tiveram a melhor recepção pelo público. Isso aliou-se a algumas decisões questionáveis de gameplay e a algumas críticas menos favoráveis de especialistas, para conduzir ao baixos ganhos gerados pelo jogo. Mas só com iniciativas destas se pode quebrar a tal barreira do sexismo.

Percebo a perspectiva empresarial. As empresas devem dar lucro, mas acho possível investir mais em personagens femininas sem o sacrificar. Para isso, é preciso que a indústria “amadureça” mais um pouco e que se foquem mais na qualidade da experiência de maneira a enfrentar a franja do público que olha de lado para as protagonistas femininas. Que de facto este é o maior obstáculo. Para mim, tanto me faz, mas existem pessoas que não dão espaço a novas experiências e a saídas da zona de conforto.

E quem fala de videojogos, fala de outros media. Mas isso é pano para mangas.

Resumindo, na minha opinião, o/a protagonista deve ter o sexo e a personaliade que melhor se enquadra na história a ser contada. Se o produto tiver qualidade, continuará a ser consumido, em maior ou menor medida.

PS: A minha sincera esperança é que uma hipotética sequela do Remember Me, leve ao justo reconhecimento deste óptimo jogo. 🙂

Silver4000

Já somos 2, Remember Me é grande, e com o Daniel são 3. Tal como tu espero uma sequela ainda melhor e que faça o jogo ser reconhecido.

E concordo contigo, acho que a Nilin ser mulher foi um + para a história, e como referiste, também notei logo ela ser mulata e por acaso calhou bem.

Alistair

Com o desenvolvimento da história e um dos plot twist não podia ser de outra forma. 😉

Remember you soon!

marceloo447

Bom Modding Zone e go Silver! xD

Drakath

Bom MZ, continuem com o bom trabalho!

P.S: Girl Power!! xD

Silver4000

Ora ai està o que eu queria dizer!

Silver4000

Como é dito, estes debates nao transmitem a nossa opiniao pessoal, mas a de um ”ser geral”. No entanto venho dizer que apoio a ideia de haver mais personagens femininas tanto em videojogos como em outras coisas.
.
E nao daquelas iguais ao Dead or Alive, que quase é mais pôrno que jogo, para isso mais vale sairem à rua à procura de namorada. Mas sim personagens femininas com caràcter forte, que se façam impor sobre os outros. Deixando o seu respeito e a marca em como as mulheres também se safam.

FoxRS

Gosto muito dos vossos debates. Congrats! Continua o malvado do Sonic. xD Caramba, há mais jogos do que pensava, eheheh.

Como “outsider”, posso dizer que os jogos do Sonic têm tido um percurso engraçado. Os primeiros fizeram-no o jogo que é. Os outros afastaram-se da origem e os fãs ficaram de pé atrás. Saiu um para a Dreamcast, diferente dos originais, mas bom, que foi bem recebido. Como um diferente foi bem recebido, foram fazendo mais diferentes, mas já todos queriam uns iguais aos primeiros. Os produtores foram sendo teimosos e lá fizeram um que agradasse. Mas agora que já está feito, o que podem eles fazer? Continuar a fazer jogos iguais, para responder a um nicho ou diversificar, como fez o Mario? (Quando digo diversificar, digo ter o Sonic em tudo o que é estilo de jogo. Os jogos do Mario, esses, continuam iguais.) É algo a que não sei responder, mas vou continuar a ver de fora.

Mulheres nos jogos. Porque não? Não me parece que a teoria dos personagens masculinos venderem mais seja correcta. Se houvesse 50% dos jogos com personagens femininas e outros tantos masculinas, aí sim se podia testar a ideia. O Remember Me até deve ter tido mais vendas por ter tido uma heroína (não, pá, a outra heroína. Cambada de drogados…) do que se tivesse um homem. Nem que fosse pela discussão que houve à volta desse tema em particular, com este jogo.

Se a história for bem contada e a mecânica de jogo for boa, a personagem até pode ser um anjo, não é?

tylarth

O Sonic vai continuar por pelo menos mais 2 ou 3 MZ, e depois muda-se ainda estamos indecisos entre algumas séries.
Mas mesmo assim em termos de varieadade nos jogos de Sonic é o que não falta, tirando ali o colors, generations e o day time unleashed tudo parecia diferente.
Eu eu gosto e muito de uma história bem contada, e que me surpreenda, o que é bastante raro nos videojogos, nestes últimos anos não tem havido muitos jogos capazes disso, (que eu tenha jogado) lembro-me de uma das maiores surpresas, o dragon’s dogma que me apanhou totalmente desprevenido. De resto há um ou outro mas que sofri com spoilers o que tirou esse ponto, infelizmente.

Silver4000

Eu sou meio ”outsider” no que dita a Sonic, fui experimentando um ou outro, mas nunca joguei muito dos ”originais”, sendo que o meu primeiro foi o Sonic Heroes e adorei, é o meu favorito e a perugnta que coloco é: O RAIO DA SEQUELA!? 😛
Dos originais nem gosto muito… prefiro os que vieram depois.

Majinalex

As personagens do doa5 são na maioria femininas e não devera de atrair personagens do sexo feminino por isso…mas eu gostei imenso do heavenly word do remember me não consegui jogar

Silver4000

Mas as do DoA são ”especiais”, certamente não deverão de gostar de ver sempre as cuequinhas das raparigas.

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