Anita Sarkeesian é um nome sonante na indústria dos videojogos.
Esta mulher ganhou destaque por atacar um certo feminismo que existe em relação à representação das mesmas em videojogos através de uma série em vídeo chamada Feminist Frequency.
Recentemente falou num evento para vários developers a explicar algumas das mudanças que gostaria de ver nos videojogos e não só.
Ficam aqui algumas:
- Evitar o síndrome Smurfette (não ter apenas uma mulher num elenco de personagens, muito menos alguém com uma personalidade mais ou menos “mulher” ou “rapariga”)
- “Lingerie não é armadura” (Vestir personagens femininas de outra maneira para além de objectos sexuais.)
- Ter personagens femininas com vários tipos de corpo
- Não enfatizar excessivamente as partes traseiras da mulher, não mais que as personagens masculinas seriam
- Incluir mais personagens femininas de cor
- Animar personagens femininas da mesma maneira que mulheres, soldados ou até atletas seriam.
- Gravar vozes de personagens femininas em dor que pareçam estar com dores e menos orgásmicos
- Incluir inimigos femininos mas não sexualizar esses inimigos
Concordam com alguns destes parâmetros?
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