Antevisão – The Legend of Zelda a Link Between Worlds

Apesar de não ser a primeira vez que o PróximoNível teve a chance de jogar The Legend of Zelda a Link Between Worlds, a nossa visita mais recente à Nintendo Portugal permitiu experimentar a aventura desde o seu início.

Até agora já tínhamos combatido bosses e explorado uma masmorra, mas agora tivemos hipótese de ver como a aventura começa e perceber como funciona esta nova versão da Hyrule similar à de Link to the Past.

Os primeiros momentos começam logo com Link a ser acordado em sua casa pelo filho do armeiro para quem trabalha. Quando Link chega à loja de armas é incumbido de levar a espada até ao capitão e assim começa a aventura.

Como sabem, não sou um grande fã de spoilers (e muito menos em antevisões) por isso é preferível passar já para aquilo que me chamou mais a atenção durante a jogabilidade na primeira hora de jogo.

Quando exploram Hyrule ou uma masmorra, a acção é sempre mostrada no ecrã superior e o mapa no ecrã inferior que agora passa a ter sempre uma indicação do próximo objectivo, que fica assinalado com uma cruz. Tendo em conta que sou um fã de Zelda e estava habituado a ter de procurar e descobrir o melhor caminho, parece que o jogo está a dar demasiado a mão e a cortar um pouco na exploração. É bem verdade que descobrir o caminho certo nos jogos de antigamente podia ser diabólico, mas fiquei a sentir que esta ajuda é demasiado evidente.

Assim sendo, desde que comecei o jogo até à parte onde o deixei, consegui fazer imensas coisas num curto espaço de tempo, pois sabia sempre para onde ir e o que fazer. Claro que existe mais para explorar no mapa e espero que a Nintendo esteja a encher o jogo de missões secundárias e zonas para explorar.

Falando em zonas para explorar, algo que já pude experimentar foi o novo sistema de armas e objectos especiais. Antigamente ganhos em masmorras, armas como o Arco e Bombas passam a estar disponíveis através de um vendedor que se instala na casa de Link. Ainda não deu para ver até que ponto a ausência de certos items vai limitar a própria exploração e puzzles das masmorras e se não vai dar origem a que tenham de regressar imenso até à loja para requisitar um novo objecto.

Outra novidade dos objectos especiais é a sua utilização, que dispensa a quantidade do passado para ter utilizações ligadas a uma barra de energia. Podem esquecer a falta de flechas por exemplo, agora basta esperar que a barra de energia encha para continuar a usar o arco ou qualquer outro objecto. No mínimo estranho.

De resto, a jogabilidade funciona tal e qual qualquer Zelda clássico com vista área e não existe muito a apontar, sendo o maior destaque a capacidade de aceder ao menu em tempo real com o ecrã inferior. Claro que existe o sistema de imagem que permite que Link se movimente pelas paredes como um desenho, mas isso é algo que só poderei falar com mais experiência na análise.

Tal como em outros jogos, a série The Legend of Zelda tem vindo a sofrer mutações e seja em algo como o visual em Wind Waker ou as mecânicas dos jogos da Nintendo DS, muita coisa parecia estranha após um primeiro impacto. Será que estas mudanças vão ser para melhor? Terá sido a melhor decisão?

Todas as dúvidas serão esclarecidas quando The Legend of Zelda a Link Between Worlds chegar à Nintendo 3DS a 22 de Novembro. Podem contar com a nossa análise perto do lançamento.

Daniel Silvestre

Fã de jogos, filmes, anime e coisas do género. Jogo desde que me lembro e adoro RPG. Tenho uma grande colecção deles que tenciono acabar. Talvez um dia no lar da 3ª idade.

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Daniel Silvestre

Fã de jogos, filmes, anime e coisas do género. Jogo desde que me lembro e adoro RPG. Tenho uma grande colecção deles que tenciono acabar. Talvez um dia no lar da 3ª idade.

  • Silver4000

    Ohhh… não hà video de vocês na ramboia como de costume? 🙁

    • Daniel Silvestre

      Desta vez não 🙂