Passatempos Aniversário – WWE 2K14

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Boas a todos e sejam bem-vindos ao quinto passatempo de aniversário do PróximoNível.

Desta vez temos para vocês uma cópia do jogo WWE 2K14 para a Xbox 360.

Podem ler as regras completas de participação aqui.

Não se esqueçam, as vossas análises não devem ter mais de 15 parágrafos e devem ser feitas sobre qualquer um dos jogos desta série e em qualquer versão.

As análises devem ser colocadas neste Post. A data limite é o dia 8 de Dezembro pelas 23:59 por isso não deixem para o último minuto!

Boa sorte a todos!

Podem ver a lista completa de jogos e dia de cada jogo aqui:

Passatempos Aniversário PróximoNível

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Silver4000

Agora que penso nisso, vocês podiam meter a consola entre parentesis no titulo. 😛

derpsta

fuuu, xbox xD

Mestre Slip

Quando calham jogos para a minha consola, são jogos que, para mim, são tão apelativos como levar uma malha de porrada à moda antiga.

Raio de azar ;_;

Dexter

sou home de participar

Dexter

spin-offs contam? Se sim está aqui, senão perdi o meu tempo e tenho que fazer uma nova 😛

O mundo do wrestling, principalmente representando através
da WWE continua cada vez com mais presença dentro do mundo dos videojogos. Se
por um lado, WWE 2K é agora o expoente máximo, um jogo anual que cria água na
boca em todos os fãs desejosos de verem os seus planteis e histórias actualizadas
tal e qual um FIFA ou PES. Depois, há outras iterações como Legends
of Wrestlemania e agora o mais recente WWE All Stars que apostam
numa experiência diferente.

E se é para ser diferente, WWE All Stars realmente
consegue surpreender tudo e todos apostando num formato bastante distinto
daquele a que estamos habituados. Para começar, os lutadores musculados que
estamos habituados a ver não só na televisão, mas também na série de videojogos,
parecem ter sido vítimas de uma dupla injecção de esteróides estando
representados com uns músculos bastante mais desenvolvidos, extremamente
exagerados! Os nossos lutadores de wrestling que por si só, são normalmente
pessoas fisicamente fora do comum, atingem um novo patamar montanhesco em WWE
All Stars, e só por ai se vê que o jogo pretende criar no mínimo
diferente.

Apostando numa vertente bastante mais arcade que o habitual
na série, os combates contam agora com barras de vida e podem ser terminados
através de um tradicional pin ou de um KO resultante da aplicação de uma
manobra final quando o nosso oponente tiver a sua barra “destruída”.

Falando nas manobras finais, também estas foram bastante
exageradas. Saltos incríveis, voos extraordinários ou arremessos inacreditáveis
que desafiam as leis da física marcam presença, como prova Ultimate Warrior
quando na sua manobra consegue atirar André The Giant uns três metros ao ar.
Mas não só em manobras finais temos resultados inacreditáveis, ora por exemplo
John Cena fez do seu característico Five Knuckle Shuffle uma manobra bastante
acrobática com um rodopio aéreo digno dos maiores ginastas. Já de cima dos
cantos é entusiasmante ver a forma como Rey Mysterio consegue literalmente
voar.

Obviamente que estas novidades não são obra do acaso, mas
sim da vontade da produtora. O sistema de combate está bastante mais rápido, mesmo
que os tradicionais movimentos de wrestling continuem a marcar presença, o jogo
aproxima-se mais do estilo beat ‘em up
que propriamente do estilo de simulação a que estamos habituados. É caso para
dizer que as danças ensaiadas estão mais dessincronizadas que nunca e será
natural sofrermos por vezes ataques do nada quase como obra do acaso!

O jogo peca no entanto pela sua fraca longevidade em termos
de componente a solo. O modo Fantasy Warfare é a grande surpresa do jogo que
nos coloca em embates históricos que de outra maneira não podiam ser vistos, ou
em alguns casos revistos.

Num roster com cerca de trinta lutadores, quinze lendas e
quinze ainda em atividade, o modo Fantasy Warfare encarrega-se de criar quinze
combates que opõe uma lenda a um lutador em atividade. O brilhantismo destes
combates é que WWE All Stars aproveita diálogos feitos por essas personagens no
passado para encaixar num vídeo de promoção ao mesmo que assentam que nem uma
luva no contexto. Dentro desses combates temos Eddie Guerrero contra Rey
Mysterio que nos incute um sentimento nostálgico e triste. Temos a batalha de
gigantes entre Big Show e André the Giant, o Senhor Wrestlemania entre Shawn
Michaels e Undertaker, a maior estrela de sempre que coloca frente a frente
Hulk Hogan contra John Cena, entre
muitos outros como The Rock contra Triple H, Sheamus contra Ultimate Warrior ou
Bret Hart contra Edge.

Todavia como referi, são quinze combates que dependendo das
capacidades de cada jogador podem ser acabados em menos tempo que os vídeos de
promoção aos mesmos.

Outro dos modos presentes é o Path of Champions onde o
jogador terá pela frente a possibilidade de se tornar campeão mundial, campeão
da WWE ou campeão de equipas. Para isso terá que passar por uma série de dez
combates por caminho, culminando numa batalha contra respectivamente Undertaker, Randy Orton e Triple H & Shawn
Michaels. Destacam-se aqui as presenças de algumas figuras icónicas como é o
caso de Paul Bearer responsável pelas promos no caminho de Undertaker.

Depois temos ainda o modo de exibição onde podemos a
qualquer altura fazer o combate que se deseja, ainda assim também este fica um
pouco aquém devido aos poucos combates existentes. Combate normal, extremo,
tornado por equipas, handicap, ameaça tripla, quatro lutadores e Steel Cage
marcam presença, já Hell in a Cell, Ladder entre outros foram deixados de fora.

A experiência é aumentada graças ao modo online que segue um
padrão habitual e a algumas componentes desbloqueáveis como as entradas dos
lutadores ou novos fatos que podem depois ser utilizadas para a personalização
da nossa personagem que tal como nos jogos anteriores pode e deve ser criada!

Esta nova fórmula de combater com os nossos lutadores
preferidos não será contudo mais que um aquecimento para aquilo que está aí
para vir. O jogo tem algumas limitações ao nível de jogabilidade e mais uma vez
o som está longe de apresentar a atmosfera real de um espectáculo de wrestling.
O curto número de personagens que vai ser acrescentado através de DLC’s também
está longe de agradar. Por último, a longevidade irá depender muito da
utilização do online por parte de cada jogador, contudo tal como já aconteceu
com Legends
of Wrestlemania está longe de ser excelente, até porque as mecânicas de
jogo não são brilhante, apenas satisfatórias indo de encontro aquilo que é o
jogo.

Em suma, WWE All Stars é nada mais nada menos que uma experiência
diferente recomendada a todos os fanáticos pelo mundo do wrestling, ou
simplesmente a quem procura um jogo de luta que não seja tão complexo como aqueles
a que estamos habituados. Verdade seja dita, o jogo de complexo não tem nada!

Classificação: 7/10

A Favor:

Fantasy Warfare acrescenta algo especial
Exagero é capaz de provocar sorrisos nos jogadores
Uma experiência diferente
Sentimento de nostalgia em partes

Contra:

Mecânicas algo enferrujadas
Fraca longevidade
Poucos modos e fraca variedade de combates
Roster reduzido, faltam algumas personagens importantes

Daniela Pereira

Como todos sabemos, o Wrestling que vemos na televisão não passa de uma montagem, ou seja, de uma farsa em que tudo é ensaiado e combinado uma vez que o que importa é o espectáculo e as acrobacias impressionantes que deixam o público eufórico!
O jogo trata-se exactamente do mesmo apesar de ser ainda mais exagerado. Todos os jogadores são poderosamente fortes e musculados e quanto à jogabilidade os ataques são feitos nos quatro botões principais, deixando de parte os analógicos.
Basta uns minutos de jogo e sentimo-nos completamente à vontade apesar das diferenças relativamente ao jogo Smackdown Vs Raw serem um pouco significativas. Ainda assim, este jogo surpreende sobretudo nos ataques super exagerados e que por vezes elevam os personagens a metros de altura no ar ou fazem com que pareçam bolas saltitantes quando caem no chão. Os lutadores são, sem dúvida, uma atracção para qualquer fã de Wrestling.
Existem 4 estilos de luta: Brawler, Grappler, Acrobatic e Big Ma, o que nos permite distinguir uma luta com o personagem Andre The Giant da de Rey Mysterio, por exemplo. O estilo de luta influência os ataques dos personagens, alguns recorrem a acrobacias para atacar o adversário enquanto que outros usam manobras técnicas mas não tão atractivas.
O mais divertido em jogar online continua a ser jogar com um amigo e desfrutar de
muito bons combates e discutir claro, quem é o melhor wrestler de sempre.
O jogo podia ter sido melhor aproveitado, trazendo mais novidades ao invés de parecer uma importação do jogo Smackdown Vs Raw que mesmo assim na minha opinião consegue sair vencedor deste duelo visto ter muitas mais experiências para oferecer. No entanto WWE All Stars é um jogo bastante razoável pois apesar de oferecer pouco, o que oferece tem qualidade!

DevilBringer

Análise ao Smackdown vs Raw 2011:

A série Smackdown vs Raw já está no mercado há alguns anos e este ano volta para mais uma edição pela mão da THQ. SvR tem vindo a evoluir a pouco e pouco, mas ao mesmo tempo que várias coisas evoluem, outras pioram ou ficam iguais às suas edições anteriores. Mas será que a edição de 2011 volta com novas ideias capazes de satisfazer os verdadeiros fãs da WWE, ou volta a utilizar as mesmas fórmulas dos jogos anteriores?

Como nos anteriores, a implementação de novos modos de jogo vem afectar os modos já presentes, por isso existem modos que foram retirados. Com a introdução do novo modo WWE Universe, foi retirado o já fraquinho modo história que ainda sobrevivia no anterior jogo. Começando já por este modo, WWE Universe organiza aleatoriamente combates, simulando assim um dia de um dos espetáculos da WWE, incluindo os diversos pay-per-view, não nos dando o trabalho de andar a escolher combates e lutadores, uma vez que a própria IA do jogo organiza os combates, mas dando-nos a hipótese de modificar os lutadores e o tipo de combate se assim o entendermos.

Neste modo de jogo também existirão combates pelos diversos titulos da WWE, em que os candidatos são decididos através de um ranking em que os lutadores vão subindo de posição à medida que vão ganhando combates. Como é a IA que decide como é que as coisas se irão desenrolar, ela pode decidir que um lutador, que terá uma rivalidade com outro, ataque o seu rival, favorecendo o seu adversário.

Este modo foi a grande novidade deste jogo da série, seguido do já conhecido Road to Wrestlemania, que teve modificações a nível dos lutadores que poderemos escolher, Undertaker, Christian, Jonh Cena, Rey Mysterio e Chris Jericho, onde poderemos vaguear livremente pelos bastidores, em que teremos de nos dirigir ao local onde irá existir alguma ação. A história de cada personagem continua simples, mas têm um pouco mais de contexto que nos jogos anteriores, mas podem ser um bocado aborrecidas, porque temos um pequeno leque de lutadores que iremos enfrentar.

Os modos de criação continuam muito completos, dando liberdade ao jogador de criar lutadores, criar entradas, criar a nossa própria história e também criar pequenhos golpes e finishers, que receberam mais de 100 novas animações em comparação com o jogo anterior. Em relação aos lutadores que criámos, temos mais recursos para os personalizar, e com a nova ferramenta de pintura podemos criar o nosso logótipo e colocá-lo nos cartazes do público.

As vozes e o grafismo são o calcanhar de Aquiles deste jogo. Em relação às vozes, apesar de serem as vozes reais dos próprios lutadores, muitas das vezes o movimento das bocas não coincide com o que os lutadores estão a dizer, e por vezes os comentadores têm algumas falhas no que estão a dizer, mas mesmo assim conseguem transmitir a sensação que estamos a ver o combate na televisão. A nível gráfico, o jogo não deu o salto que se esperava, mostrando-se uma reciclagem dos jogos anteriores. Em relação aos bastidores e ao público, ambos continuam com um enorme falta de detalhe.

A nivel da jogabilidade, nota-se melhorias na nivel da física do jogo, principalmente na interação dos lutadores com a corda. Quando um lutador cai ao pé da corda, ao contrário dos jogos anteriores em que eles deslizavam sempre para longe da corda, neste eles caiem ao pé da corda, e caso os pés estejam ao pé da mesma eles ficam lá em cima. Quando estão em cima de um escadote, e caem em diração à corda, já não deslizam nem para um lado nem para o outro, agora os lutadores caem em cima da corda. Apesar desta melhoria, continuam a haver alguns bugs devido ás nova interações dos lutadores com os objetos.

O online também recebeu algumas melhorias em relação aos jogos anteriores. Neste jogo já não existe uma latência tão acentuada como acontecia nas edições anteriores, o que permite que a diversão online seja bem maior. Pela primeira vez será possivel jogar o modo Royal Rumble online, mas que sofre vários problemas de lag à medida que o ringue vai enchendo. Este modo permite a entrada de 15 jogadores, mas apenas 6 poderão estar em simultâneo no ringue.

Resumindo, SvR 2011 consegue ser melhor que os anteriores em alguns aspectos, é divertido, temos mais de 70 lutadores para experimentar, entre eles Divas, lutadores Hall of Fame e lutadores criados, temos o novo modo de jogo WWE Universe, mas passado algum tempo a jogar chegasse à conclusão que é um jogo praticamente igual aos anteriores, nem precisamos de nos habituar muito aos controlos, pois receberam poucas modificações, nada que interfira com a sua jogabilidade.
Visto isto tudo, o potencial do jogo está um pouco em baixo e não tem muita coisa que possa cativar um jogador que já esteja um pouco farto da série. Ainda não foi desta que Smackdown vs Raw deu o salto que precisa de dar.

Pontos Positivos:

-Diversos modos de jogo
-Melhorias no sistema de colisão
-Ferramentas de criação muito completas

Pontos Negativos:

-Continua a ter vários bugs
-Gráficos reciclados das versões anteriores

Nota Final: 7.5

Dexter

por momentos pensei que não viesse a dar oposição xD, mas ela apareceu 😛

Miguel Dos Santos Reis

No ano passado, WWE’12 surpreendeu milhares de jogadores com suas múltiplas inovações, o seu conteúdo monstruoso e consequente melhoria de jogabilidade. Combates mais fluidos, modos de jogo mais abundantes, opções de personalização incrível… Os desenvolvedores não pouparam o seu tempo para aperfeiçoar a experiência e não é nenhum mistério se o jogo facilmente se impôs como o melhor simulador de luta em consolas. Depois de tal sucesso, é difícil imaginar que o estúdio “Yuke’s Media Creation” possa ainda nos surpreender. No entanto, após algumas horas passadas com o comando na mão, é claro que WWE’13 também tem um monte de argumentos para atraír os fãs desta grande séries de jogos WWE.

A primeira novidade indiscutivel de WWE’13 é, naturalmente, o modo de jogo
inédito “Attitude Era”, que nos permite reviver plenamente o auge de “Monday
Night Wars” através dos seus maiores astros. Para quem não conhece este
episódio memorável na história do wrestling, note que estamos a falar do final
dos anos 90. A popularidade da WWF começou a minguar em favor da WCW bilionário Ted Turner. Todas as segundas-feiras à noite, o programa “Monday Night Raw” enfrenta a concorrência cada vez mais prominente de “WCW Monday Nitro”. A
batalha pelas audiências é implacável. Todos os golpes são permitidos. Depois
de anos de lutas incertas e dispendiosas, o “WWF” acaba por esmagar a “WCW”,
que acaba depois por comprá-la a um preço ridículo. Com WWE’13, estamos tão
imersos no coração deste tempo ocupado com um monte de vídeos e áudio
comentários particularmente bem escolhidos. Uma vez escolhida a cena, o jogador
encarna a pele de um ou mais lutadores da “WWF” e deve reproduzir o mais
fielmente possível as grandes batalhas das noites de segunda-feira. A vitória
permanece geralmente a principal condição para passar para a próxima luta, mas há
toneladas de bónus para ganhar realizando uma determinada ação como, por
exemplo, bater no adversário com uma cadeira ou ganhar por “pinfall”. Muito bem
escrito e cheio de reviravoltas, este modo de jogo é suficientemente longo
(oito histórias, 65 lutas) para nós colar ao ecrã durante toda a noite.

Menos espectacular do que a “Attitude Era”, as outras evoluções de “WWE’13” não são menos significativas. Em primeiro lugar, o número de disponíveis “Superstars” e “Divas” passa de 74 para uma boa centena. É certo que alguns lutadores estão disponíveis em várias versões (“Attitude Era” e o presente), mas nenhum jogo de simulação até ao presente dispõe de uma lista tão impressionante. Em seguida, um novo sistema de áudio chamado “WWE Live” que aumenta a imersão adaptando os comentários e as reações do público ao que está a acontecer no ringue. Também,
quando a situação o justifique , os comentadores deixam-se levar pelo combate e
o público grita dando-nos a impressão de estar a assitir em direto a uma
autêntica luta de wrestling. Ao nível visual, as coisas também evoluiram mesmo
que a câmera não esteja sempre perfeita e os bugs frequentes. O motor “Predator
2.0” torna as lutas mais fluidas e a s corpulência dos lutadores foi reformulada. Melhor ainda, agora é possível, sob certas condições, de destruir a arena ou projetar os adversários na mesa dos comentadores, por exemplo.

Quanto ao gameplay propriamente dito, nada realmente mudou desde a grande mudança que começou no ano passado. As lutas são sempre dinâmicas e acessíveis, mas a imprecisão de determinadas acções continua a ser problemática. De fato, não é incomum “abraçar o vento” pensamos agarrar o adversário, atingir o lutador errado devido à mira automática ou sair da arena quando o que queríamos era apanhar um objeto. Além disso, a inteligência artificial por vezes tem reações engraçadas e sistema de submissão é pouco emocionante. Além do número de ações perfeitamente incríveis que podemos fazer (há 300 a mais que
em 2011), podemos utilizar tudo o que nos passa nas mãos para brutalizar o adversário e explorar o ambiente a nosso favor. As Cordas, os postes, os degraus, as cadeiras, as mesas… Qualquer objeto serve. Os modos de jogo disponíveis em dezenas (dois contra dois, Royal Rumble, Backstage Brawl , etc .) e multiplayer, permite-nos fazer frente a qualquer jogador do mundo.

Se WWE’13 não tem modo de carreira, é claro que o modo Universo terá mais
do que suficiente para satisfazer os fãs. Permite encarnar qualquer wrestler
(incluindo aqueles criados pelo jogador), e organizar qualquer tipo de evento.
Este modo de jogo evolui em função do desempenho dos lutadores e da gestão de
qualquer situação que surja no jogo. Agenda, alianças entre lutadores,
programas de TV… Pode definir absolutamente tudo e como nada é escrito (não
tem guião), é possível jogar dezenas de horas sem se cansar. Além disso, se
existe qualquer coisa que você não goste em WWE’13, basta usar as ferramentas
de edição para encontrar a sua felicidade. Se você quiser modificar uma arena, a
entrada da personagem, os ataques ou até mesmo os cintos que recompensam os
melhores lutadores. O único limite é a sua imaginação… e a dos outros
jogadores pois é possível partilhar as suas criações online. No final, obtém-se
um WWE’13 bastante perto de seu antecessor, mas com um modo “Attitude Era”
excepcional e algumas boas melhorias. No entanto, algumas preocupações
ergonomia começam a incomodar e gráficos começam a mostrar a sua idade (rostos
mal modelados, problemas de colisão, etc.). Espera-se que eles serão corrigidos
no próximo ano para que a série possa vacilar nas consolas atuais.

Pontos positivos:

– Modo “Attitude Era” esplendido;

– Gameplay sólido;

– Modo de edição incrivelmente profundo.

Pontos negativos:

– Bugs visuais e problemas de camara e de audio;

– Jogabilidade com pequenas falhas peculiares.

Nota final: 8

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