Passatempos Aniversário – PES 2014

pro-evolution-soccer-2014

Boas a todos e sejam bem-vindos ao terceiro passatempo de aniversário do PróximoNível.

Para terceiro jogo temos para vocês em conjunto com a Ecoplay uma versão PS3 de PES 2014.

Podem ler as regras completas de participação aqui.

Não se esqueçam, as vossas análises não devem ter mais de 15 parágrafos e devem ser feitas sobre qualquer um dos jogos desta série e em qualquer versão.

As análises devem ser colocadas neste Post. A data limite é o dia 4 pelas 23:59 por isso não deixem para o último minuto!

Boa sorte a todos!

Podem ver a lista completa de jogos e dia de cada jogo aqui:

Passatempos Aniversário PróximoNível

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Silver4000

Ui, agora é que vai chover anàlises.

Forza

É que é mesmo hahaha, umas 30 xD

Lfo

Sou gajo para fazer uma análise do meu PES preferido de sempre.
I’ll be back!

Dexter

também sou capaz

Litos1995

Boa “sorte” aos participantes 😉

Edu

queria ver se ganhva .. mas nao sou bom a escrever….

derpsta

PES… se ainda fosse FIFA xD mas talvez tente

Rodolfo Condeço

O PES é um jogo de futebol muito vendido em todo o mundo principalmente no Japão. É produzido pela empresa Konami. Acaba por ser um jogo que na minha opinião fica atrás do FIFA, pois existem no jogo certas coisas que o FIFA supera.

Este ano a única que acho mal no jogo é que não sai para as consolas mais recentes, ou seja, refiro-me à PS4 e à XBOX ONE o que na minha opinião pode prejudicar nas vendas, pois haverá muita gente a comprar as consolas mais recentes. Em termos de jogabilidade.

Agora a minha análise:

O tema central da fluidez é baseado na movimentação constante dos jogadores e posições de comutação que espelha a abordagem moderna para o futebol. Os produtores analisaram como os jogos fluxo e refluxo, com leitor de chave individualidade para o sucesso de uma equipa, e táticas bem-perfuradas ajudando underdogs produzir feitos gigantes de matar. Além visivelmente gráficos melhorados e animação contínua, o impulso do poder do novo motor foi usada para redefinir a maneira como o futebol é jogado como um jogo de vídeo. Longe vão as limitações impostas pelos sistemas de animação datadas e elementos de IA e, em vez PES 2014 possui um núcleo central que imita perfeitamente a habilidade e consciência que eleva maiores jogadores do mundo, acima de seus pares.

João Santos

O início de uma temporada futebolística
tem sido sempre acompanhada pelo surgimento de Pro Evolution Soccer que tem vindo a receber constantes
renovações. É num período de transição para uma nova geração em que encontramos
este PES 2014, com um novo motor e por isso de face lavada, aguardando
que se apresente na melhor forma e com a melhor qualidade da série.

A atual geração não vai deixar saudades à
série, pois desde 2008, que a popularidade e a sua afirmação crescente até
então têm vindo a encontrar alguns obstáculos sobretudo nas mudanças no seu modo de jogo, no
entanto a estreia era mais promissora. Ainda assim, das habituais mudanças a
cada entrega, PES 2014 parece ser o que tem a mais notável.

A primeira novidade é detetada logo no
menu inicial. De novo, a Konami renovou o menu principal e este
apresenta agora as cores do clube que selecionamos como nosso favorito, estando
todos os submenus presentes ao centro. Dando seguimento à forte aposta nas
licenças, o PES 2014 inclui
agora a competição da liga asiática, mas infelizmente nesta edição, apesar de
existirem igualmente 4 equipas oficiais portuguesas, o único estádio português
presente de uma lista de 19 é o Estádio da Luz, palco da final da Champions deste
ano. Uma má notícia para os jogadores portugueses que, em PES 2013, viram incluída a Liga Portuguesa com 4 equipas
oficiais, esperavam a adição de mais licenças de clubes lusos, e que hoje não conseguem
encontrar o estádio do seu clube, nem na concorrência.

Os modos de jogo disponível são: Jogo,
Vida futebolística, Competição, Treinos e Editar. No modo Jogo poderemos
fazer partidas de cariz amigável simples ou nas competições licenciadas Liga
dos Campeões, Liga Europa, Copa Libertadores, AFC.

Em Vida futebolística, temos a
clássica Master League (onde agora podemos ser contratado como selecionador ao
longo da nossa prestação como manager do clube), Rumo ao Estrelato (onde
podemos escolher inclusive a posição de Guarda-Redes) e Master League Online.

Em Competição podemos escolher
uma liga ou taça, ou qualquer uma das competições de elite licenciadas, sem
necessidade de recorrer à Liga Master para as poder jogar. Um aspeto
particularmente positivo. Mas é definitivamente dentro das 4 linhas que as
grandes e antecipadas mudanças são evidentes.

As novas animações dos jogadores e o destaque dado aos adeptos
nas bancadas acrescentam todo um visual mais harmonioso. A própria cor e
contraste parecem mais vivos que as edições anteriores. Os equipamentos parecem
soltos do jogador, o que aumenta o realismo dos seus movimentos.

O já referido ambiente de estádio está
melhorado, com mais atenção dada ao preenchimento das bancadas, especialmente
nas partidas em terreno Sul-americano. Excluído deste ambiente de estádio está
a chuva. Por aspetos técnicos de implementação, a Konami decidiu
retirar nesta edição a precipitação nos jogos. Ora, isto para além de tornar os
jogos de um campeonato mais monótonos, tira a sensibilidade e desafio jogáveis
de ter uma partida com chuva.

Ao que diz respeito à
jogabilidade em si, também existem muitas novidades. É notória a concentração
da produtora em dar mais liberdade de movimentos aos jogadores, nos passes e
nos remates. Apesar dos controlos serem familiares, é necessária uma pequena
habituação à nova precisão de passes e de remates e aos passes manuais. Pois os
primeiros remates serão direcionados para as linhas laterais caso não tenhamos
colocado assistente automático.

Existem novas animações de choque mas o árbitro
é permissivo o suficiente para que o jogo não pause muitas vezes por faltas
desnecessárias. Alias, o próprio jogo tem menos interrupções pois não muda de
ecrã sempre que a bola sai pela linha lateral. Os lances de bola parada podem
ter agora o auxilio de uma linha de trajetória facilitando as despectivas
cobranças. O ritmo de jogo por defeito é ligeiramente mais lento que os títulos
anteriores, mas esta é também uma opção personalizável. A inteligência artificial do
adversário é desafiante mas a dos nossos companheiros por vezes deixa muito a
desejar, especialmente em posicionamentos defensivos onde recorrentemente
parecem parados. O posicionamento dos jogadores na defesa surgem por vezes com
tempo de reação demasiado longo e o raio de receção da bola parece curto. Já as
desmarcações ofensivas são muito frequentes e oferecem constantemente linhas de
passe relevantes.

Resumindo, espera-se
de forma otimista que a utilização da FOX engine seja realizada na sua
máxima performance na próxima geração e que proporcione uma esperada evolução,
da qual temos agora uma amostra, pois apesar de ser possível visualizar
melhoramentos ao produto PES não parece ter ainda subido o degrau que precisa. Esta versão, que
classifico de positiva, podia ser designada de Pro Revolution Soccer, devido às
inúmeras diferenças. Continua capaz de fazer jogar por largos meses, deixando
bons e importantes indicadores para regressar na nova geração e colocar
Evolution novamente a negrito no nome e ocupar o trono do género outrora seu.

zeroboxe

A copiar a análise de um site também eu -.-
http://ene3.pt/analise-pes-2014/

Vasco Neves

Magnífico copy paste, mereces sem dúvida o prémio de melhor colador de análises daqui do site. E o prémio correspondente a isso é exactamente……. nada. :S

Nirvanes

Dumbass.

Cláudio Rodrigues

Nem copy pasta em condições é, paragrafos aleatorios numa frase LOL
Seriously, deviam descobrir quem és no fórum, se é que estas no do Prox.Nivel, e banir-te para sempre. Não por cópia, mas mesmo por nem saber disfarçar sequer a mesma xDD /jk, é mesmo por colocares uma cópia de outro website.
PS: Agradecemos a view na ENE3 mas não obrigado na verdade não.

Nirvanes

Ele inscreveu-se no disqus para postar isso por isso de certeza que não anda por cá 😛

Cláudio Rodrigues

É por aí : P e eu não queria inscrever-me mas obrigam-nos, e damn tenho um avatar aqui mesmo old xD

Nirvanes

Tens de actualizar! Só precisas de ter conta no disqus para falares nas noticias, já para falar ali na shoutbox e no fórum tens mesmo de te inscrever no site!

derpsta

Mais um ano, mais um PES. Todos os anos somos marcados com lançamentos desta franquia, e não havia razão para este ser diferente. Houve tempos em que PES era considerado o melhor jogo de futebol, tendo atingido o seu ponto mais alto em PES 6.

No entanto, PES tem perdido força para FIFA, jogo da empresa rival EA. Será que este ano a Konami tem o que é preciso para destronar o campeão?

Ao pôr as mãos no jogo, percebe-se que este se separa dos demais: Nunca um PES fora tão realista como este, nota-se claramente a influência do Fox Engine. No entanto, este realismo tem um preço. Isso é perceptível mal damos os primeiros toques na bola. O PES perdeu boa parte da sua jogabilidade característica. Aquele que costumava ser um jogo rápido, frenético e directo, tornou-se num jogo mais lento e calculista, tal e qual como uma partida de futebol na vida real. Mas as partidas de futebol na vida real podem ser verdadeiramente enfadonhas e até frustrantes, devido à passividade de cada equipa. E isso é algo que não queremos sentir num videojogo de futebol.

PES esforça-se por ser uma experiência realista, através das suas animações e gráficos que estão absolutamente estonteantes. Mas este ano esqueceram-se de um pequeno detalhe: a principal razão para se querer jogar um videojogo de futebol é tentar fazer aquilo que não se consegue fazer na realidade ou são altamente improváveis, seja construir uma jogada absolutamente estonteante, fintar todos os adversários ou desferir um remate à “Tsubasa”.

A IA de PES está verdadeiramente inconsistente, os jogadores fazem desmarcações por vezes verdadeiramente ridículas, e por outras nem as fazem de tudo. Estes casos não são frequentes o suficiente para estragar a experiência por inteiro, mas definitivamente que são frustrantes.

No entanto, PES consegue ser bastante desfrutável quando tudo está em ordem. O jogo está mais físico, existe uma grande sensação de controlo e táctica, o sistema de dribles mantém a qualidade do passado e os remates continuam a ser difíceis de executar, mas quando bem desferidos, e no fundo da rede, deixam uma sensação semelhante à de Dark Souls: absolutamente recompensadora. Isto acontece muito devido ao sistema Heart, possibilitado pelo Fox Engine. Este sistema dá emoção aos jogadores e público, emoção essa que muitas das vezes coincide com a nossa, o que nos permite estar muito mais imersos no jogo. Esta imersão é por vezes arruinada, devido à falta de chuva (faz o jogo parecer inacabado e retira realismo ao PES mais realista até hoje) e devido aos problemas de frame rate de PES . No que toca a este ultimo, não é nada que não possa ser arranjado com um patch, portanto não existem muitas preocupações.

Em termos de modos de jogo, PES está bem equipado com a UEFA Champions League, Europa League, AFC Champions League e Copa Libertadores. Todos estes modos são muito divertidos de jogar. Os outros no entanto, perdem um pouco para FIFA, principalmente os modos Online.

Não penso ser correcto dizer que PES peca pelo seu realismo, porque sempre se procurou que este crescesse na indústria de videojogos. No entanto, este realismo retira alguma da emoção daquilo que é jogar um videojogo de futebol. PES é, no entanto, um jogo altamente desfrutável, à sua própria maneira. Não vai captar novos fãs, mas vai certamente corresponder às expectativas dos antigos e actuais.

Dexter

A minha análise é feita ao Jogo PES 2014, mas apenas daquilo que consegui perceber do jogo na demo, espero que não esteja um disparate, aqui vai:

Ano após ano, o futebol é uma fonte de grandes emoções para
vários fãs acérrimos que seguem apaixonadamente as várias competições apoiando
os clubes de que mais gostam. Ano após ano, a Konami tenta transportar essa
mesma paixão dos estádios para o mundo digital através da série Pro Evolution
Soccer que tem vindo a evoluir e aproximar-se cada vez mais da realidade.

Apesar de tudo e depois de vários anos no topo da cadeia
alimentar no que a simuladores de futebol diz respeito, a geração de consolas
que está agora a ser substituída constitui um revés na série que aos poucos foi
perdendo fãs para o seu grande rival e desde então que Pro Evolution Soccer se
tem vindo a tentar reinventar e recuperar o terreno perdido ainda que tenha de
um modo geral ficado sempre abaixo das expetativas.

Pro Evolution Soccer 2014 é a verdadeira prova de que a
série PES está de regresso e que está pronta para lutar. Refrescada, renovada,
com um par de novidades, Pro Evolution Soccer 2014 aproveita o Fox Engine
modificado e focando-se apenas em algumas plataformas especificas (a nova
geração foi posta de parte) decide preparar de forma mais sustentada a próxima
geração de consolas.

Esta versão do jogo é por isso quase uma amostra daquilo que
estará para vir, mas é já uma mostra de surpreendente qualidade. O Fox Engine assenta
que nem uma luva no jogo e fornece mais realismo aos movimentos. Aqueles
movimentos mais robóticos que se sentiam antes na série estão a ser cada vez
mais aperfeiçoados, mais naturais. Controlar o jogador é mais divertido, passar
a bola é mais divertido, rematar à baliza é mais divertido, PES conseguiu
finalmente impor a fluidez que lhe vinha a faltar.

O ritmo do jogo também foi alterado e agora o jogador terá
que ponderar mais as suas jogadas, com cada movimento a ser decisivo para o desfecho
da jogada e mais importante que isso, o jogador sente que é ele quem contra
essa decisão com uma desmarcação, um passe na altura certa, um remate que fuzile
o guarda-redes adversário ou um corte quando o adversário se preparava para
isolar.

Para além disso a introdução do Player ID promete caracterizar
da melhor forma individualmente os vários jogadores para se tornarem o mais
possível réplicas daquilo que esses mesmos jogadores fazem na vida real. A
nossa estrela Cristiano Ronaldo, volta a ser um modelo de estudo cujos
movimentos voltam a ser replicados em vários pormenores. A intenção da Konami
passa por estender este Player ID ao máximo de jogadores possível, para que
quem jogar sinta que está realmente a jogar com um Messi, um Robben ou outro
jogador qualquer. É uma tarefa difícil de alcançar até porque há uma grande quantidade
de jogadores com estilos diferentes, mas também é verdade que já é possível
senti-lo em vários craques.

As animações foram alvo de melhorias, os choques entre jogadores,
as lutas pela bola e as reacções aos lances estão cada vez mais naturais, mais
próximas da realidade e isso também agrada. Aqui o Player ID sente-se especialmente
em choques de jogadores de estatura ou agressividade diferentes.

As bolas paradas também foram alvo de renovação, agora há
uma linha que nos ajuda a perceber mais facilmente a direção da bola, apesar de
considerar que esta é uma medida que pode não agradar a todos os jogadores.

Obviamente que nem tudo são rosas neste regresso. Os guarda-redes
continuam a ser algo inconstantes com uma inteligência artificial um pouco
duvidosa que se sente não só entre os postes, mas essencialmente nas saídas à
bola.

Para além disto continua a haver claras limitações no que a
licenças diz respeito, apesar de haver novas ligas totalmente licenciadas,
ainda faltam muitas, mas contamos mais uma vez com a Liga dos Campeões, Liga
Europa, Taça dos Libertadores e agora também a Liga dos Campeões Asiática licenciadas.
Também a lista de estádios também foi francamente reduzida e os efeitos
climatéricos foram para já colocados de parte.

De qualquer maneira este é um ano bom para se regressar a Pro
Evolution Soccer a grande fluidez que o jogo ganhou voltou a trazer brio à
série e depois temos sempre modos de jogo de qualidade para se jogar não só
online como offline com mais uma vez a presença da fantástica e viciante Master
League que promete dar-nos horas e horas de jogo em mais uma edição totalmente
localizada para a nossa língua com comentários entregues a Luís Freitas Lobo e
Pedro Sousa.

D. Campos

A série FIFA Soccer, da Eletronic Arts, tem dominado quando se fala em videojogos de futebol, mas a Konami apresenta um rival chamado Pro Evolution Soccer 2. Será que PES 2 irá fazer com que os amantes de futebol da PS1 se deliciem com o jogo e dêem preferência a este em vez do FIFA?

Depois do vídeo de abertura do jogo ao som de “We will rock you” dos Queen, entramos no menu que nos dá acesso aos modos de jogo: amigável, liga, taça, Master League e treino. No menu está também presente o modo de editar jogadores e as opções de jogo.

Excluindo o modo Master League, é apenas possível jogar com selecções, o que é uma desvantagem para o FIFA em que é possível jogar com clubes e selecções em qualquer modo. Outra coisa que o PES fica a perder para o seu rival são as licenças; os clubes e jogadores do FIFA são licenciados, por isso o jogo tem os emblemas e nomes originais dos clubes e dos jogadores. Uma maneira de “fintar” os nomes estranhos dos jogadores no PES, é alterar estes nomes no modo Editar. Para além de ser possível alterar os nomes dos jogadores, é também possível alterar a aparência do jogador; podem por o jogador mais alto, mudar a cor do cabelo para amarelo e adicionar um bigode, por exemplo.

No modo treino é possível aprender alguns “truques” para melhorar a nossa jogabilidade; podemos treinar os nossos remates para estarmos mais capazes em ocasiões mais sérias e também é possível treinar a marcação de livres e de grandes penalidades.

No modo taça é possível vencer o campeonato da Europa, de África, o da América, da Ásia/Oceania, e claro, o campeonato do mundo.

O modo Master League é o modo mais aliciante do jogo e neste é possível jogar com clubes numa disputa dura (!) pela conquista do título. Neste modo o jogador tem controlo das sessões de treino, selecção dos jogadores para os jogos e mercado de transferências.

Os cânticos, as bandeiras a agitar e o movimento dos adeptos cria um ambiente muito bom, tornando o jogo realista nesta parte. Uma coisa agradável neste ponto é que quando te aproximas da baliza adversária, o ruído das bancadas aumenta, dando a impressão de elevada expectativa. A nível gráfico o jogo é bom, mas podia ter sido mais trabalhado neste aspecto.

Este jogo apresenta sem dúvida alguma a melhor jogabilidade num jogo de futebol até à data: o jogo decorre de forma fluída e bastante realista e a IA é bastante elevada. Os movimentos dos jogadores aparentam ser bastante naturais e é possível marcar golos de curta ou longa distância. Apesar disso é possível encontrar alguns “bugs” após dezenas (ou centenas) de jogos que acabaram em golos caricatos: num jogo o avançado passou a linha de fundo, rematou e a bola atravessou as linhas laterais da baliza; noutro jogo o meu adversário rematou e a bola parou em cima das redes da minha baliza. O meu guarda-redes entrou na baliza, levantou os braços para ir buscar a bola e esta entrou dentro da baliza (perdi o jogo por causa deste golo).

Apesar de Pro Evolution Soccer 2 perder para o FIFA por causa das licenças, ganha na jogabilidade e nas horas de divertimento que nos dá à frente da televisão (só ou com amigos). Este é indiscutivelmente o melhor jogo de futebol lançado até à data!

Positivo: Jogabilidade; Master League; Modo de edição.

Negativo: Falta de licenças; Possibilidade de jogar com clubes apenas no modo Master League.

Veredicto: Excelente

lucimar vieira dos s

bom estou decepcionado com a konami ,pois vendem um jogo como o pes incompleto onde temos que esperar meses para liberar algumas dlc e ainda cobram para uma dlc extra um absurdo infelizmente tenho que continuar jogando pes pois acho o fifa muito fraco !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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