Passatempos Aniversário-Natal – LEGO Marvel Super Heroes

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Boas a todos e sejam bem-vindos ao sétimo passatempo de aniversário-natal do PróximoNível.

Para este novo Passatempo temos para vocês em conjunto com a Upload Distribution um LEGO Marvel Super Heroes para PS3.

Podem ler as regras completas de participação aqui.

Não se esqueçam, as vossas análises não devem ter mais de 15 parágrafos e devem ser feitas sobre qualquer um dos jogos desta série e em qualquer versão.

As análises devem ser colocadas neste Post. A data limite é o dia 24 de Dezembro pelas 23:59 por isso não deixem para o último minuto!

Boa sorte a todos!

Podem ver a lista completa de jogos e dia de cada jogo aqui:

Passatempos Aniversário PróximoNível

Fiquem também atentos a novidades sobre este jogo através do Facebook da Upload Distribution aqui.

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Edu

vamos ver se consigo este 🙂

Dexter

A marca LEGO desde pequenos que nos acompanha, primeiro como brinquedos, mais tarde com expansões para o mundo dos videojogos e das animações e em breve também no grande ecrã encontrando-se já um filme em produção. O que é certo é que a marca LEGO tem uma força impressionante por este mundo fora. No que aos videojogos diz respeito e a Traveller’s Tales tem sido a principal fonte impulsionadora dos Legos.

O ano passado por alturas do verão, depois de ouvir falar muito bem da série Lego, decidi comprar o Lego Batman: DC Super Heroes 2 para a Playstation Vita e apercebi-me porquê que eram lançados tantos jogos e porquê que tradicionalmente, eram todos muito bem recebidos.

O jogo mistura conceitos de plataformas e puzzles encaixando muito bem o mundo do Lego com animações muito divertidas e com a possibilidade de explorarmos mundos bem conhecidos de uma diferente perspectiva. Não foi por acaso que pouco tempo depois decidi adquirir Lego Pirates of Caribbean que nos permite percorrer os quatro filmes da série de forma muito original. Seguiram-se depois mais duas compras, Lego Batman: DC Super Heroes 2, desta vez para a Playstation 3, e Lego The Lord of the Rings, este último aquele de que vou aqui falar.

Ao longo de vários dias, Lego The Lord of the Rings ocupou-me parte do tempo rodando cerca trinta horas na minha Playstation 3 parando apenas quando ficou 100% completo. As semelhanças com os dois jogo anteriores que tinha jogado são por demais evidentes, todavia há algumas diferenças.

Em Lego The Lord of the Rings percorremos a história dos três filmes, travando algumas das suas principais batalhas e revivendo alguns dos seus principais momentos. Pela frente teremos cerca de dezoito níveis e a Terra Média completamente aberta à exploração, desde o Shire a Mordor, passando por Bree, Isengard, Mines of Moria, Black Gate ou Cirith Ungol. Esta abertura à exploração é a principal diferença deste jogo para os dois anteriores, uma vez que nos jogos anteriores tínhamos uma espécie de “safe house” que nos permitia navegar para os diferentes sítios.

A apresentação de todos estes elementos não desiludem em nada e são um mimo não só para todos os fãs de Senhor dos Anéis, bem como para aqueles que estão a ser introduzidos pela primeira vez ao seu universo. Os diálogos utilizam as vozes dos filmes e são um ponto forte que contribui para o sentimento de estarmos realmente perante um mundo do Senhor dos Anéis, bem como a sua banda sonora característica.

Uma das principais camerísticas dos jogos da Lego é a enorme quantidade de personagens disponíveis e a disparidade e utilidade entre cada uma delas. Nos níveis em que usamos Frodo e Sam, Sam consegue escavar buracos para revelar novas plataformas ou utilizar uma corda para puxar plataformas para perto de si. Já Frodo tem a Sting, uma espada luminosa que lhe permite iluminar locais sombrios. Aragorn é o típico guerreiro que com a sua espada limpa tudo o que aparece, por outro lado Legolas usa o seu arco e a sua agilidade para subir a locais mais altos e disparar contra alguns alvos obrigatórios para continuarmos a progredir e Gimili usa o seu forte machado para destruir alguns obstáculos. Todas as personagens têm o seu propósito e todas elas têm que ser usadas da melhor forma para ultrapassarmos os desafios. A troca entre personagens é muito rápida, ainda que por vezes, principalmente jogando sozinho possa haver algumas confusões. Uma vez que o jogo está desenhado para se poder jogar sempre cooperativamente a dois, algumas vezes estamos a controlar uma personagem e queremos que esta mude para outra, mas a personagem que muda é uma que não estamos a controlar e acontece que em plataformas elevadas isso pode fazer a diferença, pois aquela que controlávamos previamente passa a ser controlada pela inteligência artificial e nunca se sabe ao certo o que esperar. Uma escalada difícil que necessite de mudança de personagem pode ser completamente arruinada por uma troca destas, o que nos obrigará a recomeçar tudo de novo. Isto sente-se mais no modo freeplay (já lá vou), uma vez que no modo story as personagens estão sempre todas presentes no ecrã e é só saltar de uma para a outra pelo que este tipo de situações não acontecerá.

Como seria de esperar em Lego The Lord of the Rings há centenas de coleccionáveis (entre os quais cerca de setenta personagens) que não são difíceis de conseguir, até porque há várias ajudas para esse efeito que podem ser activadas, mas que dão muito trabalho. Mais de metade deles serão apanhados depois de terminarmos o modo de história, isto porque durante o modo de história é preciso aceder a personagens que não podemos utilizar para conseguir esse acesso, é para isso que serve o modo freeplay.

Basicamente o modo freeplay é um modo onde podemos repetir todos os níveis de história mas com as personagens que quisermos, e é um modo extremamente útil para conseguirmos todos os coleccionáveis dentro dos níveis. Sim leram bem, dentro dos níveis, porque espalhados por este gigantesco mapa, há muitos mais coleccionáveis para apanhar e missões para fazer como ir a um determinado nível apanhar um determinado tesouro, ou construir determinada ferramenta.

A jogabilidade de Lego não tem nada que saber, é extremamente simples o que permitirá a qualquer pessoa jogar facilmente o jogo, ainda que haja alguns elementos mais exigentes que obrigarão não só a puxar-se mais pela cabeça, mas também a ter alguma destreza na utilização dos comandos.

De qualquer das maneiras ao fim de algum tempo o jogador ficará facilmente entrosado no jogo e consegue aperceber-se facilmente daquilo que terá que fazer para avançar, uma vez que há uma tendência para uma certa repetição de mecânicas ao longo da progressão. Já referi que não é um jogo particularmente exigente, é mais um jogo que dá trabalho.

Em suma, Lego The Lord of the Rings acaba por ser mais uma grande aposta e mais um excelente uso de uma licença conhecida.

O jogo tem momentos muito divertidos muito graças às animações cateterísticas da série Lego, montes de pormenores e o mundo do Senhor dos Anéis muito bem representado. Para além disso, todo o conceito dos jogos Lego é muito interessante e é utilizado de forma muito inteligente.

Por estas e por outras, Lego The Lord of the Rings é mais um grande jogo da série Lego, e um dos poucos grandes jogos da série Lord of the Rings, que merece ser jogado não só pelos fãs do primeiro, como também dos segundos. No final, acho que tanto os primeiros como os segundos ficarão fãs de ambos!

A favor:
– Rever o fantástico mundo de Senhor dos Anéis
– Jogo divertido e com mecânicas simples
– Muita variedade e grande longevidade

Contra:
– Alguns problemas nas trocas de personagem

Classificação: 8/10

Daniela Pereira

A Lego e a Marvel são duas das minhas grandes paixões, que apesar da minha mãe sempre ter sido contra, tenho conseguido sair vencedora nesta luta!
Em criança adorava destruir as construções de Legos da minha irmã e mais tarde passei a odiar que destruíssem as minhas (o que ainda acontece actualmente visto que o meu sobrinho parece ter vindo vingar-se em força pela minha irmã).
Sou coleccionadora de algumas personagens da Marvel em Lego e como estudante de Engenharia Civil não poderia deixar de ter algumas grandes construções da Lego Architecture como: Seattle Space Needle, Empire State Building, Big Ben e The White House.
Banda desenhada e Comics são aos caixotes cá em casa, e claro que a Marvel é a principal responsável por isso.
Quanto a jogos, o meu primeiro jogo neste campo foi “Lego Batman: The Videogame” que me proporcionou longas horas de diversão e que me deixou maravilhada com a originalidade da sua história e quanto aos recursos do jogo e à sua mecânica simples.
Mais recentemente, adquiri um jogo um pouco diferente do habitual: “Marvel Super Hero Squad: Comic Combat”. Este jogo lança-se no domínio da inovação, sendo estritamente necessário o Udraw Gametablet para o jogar. Não há dúvidas que o método de jogo é revolucionário na medida em que a luta contra o mal é feita através
de uma simples caneta! Encarnando um dos vários heróis da Marvel (incluindo Thor, Capitão América, Homem de Ferro, Wolverine e até mesmo a Squirrel Girl), podemos através de desenhos fazer ataques incríveis e completar puzzles únicos.
No entanto, o jogo peca fundamentalmente num aspecto fulcral. A difícil e confusa
jogabilidade (muito contrastante da jogabilidade simples dos jogos da Lego). A
utilização do Gametablet não é completamente linear sendo que a adaptação a este comando é extremamente difícil e morosa.

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