Passatempos Aniversário – Dragon Quest VI

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Boas a todos e sejam bem-vindos ao oitavo passatempo de aniversário-natal do PróximoNível.

Para este novo Passatempo temos para vocês em conjunto com a Nintendo Portugal um Dragon Quest VI para a vossa Nintendo DS/Nintendo 3DS.

Podem ler as regras completas de participação aqui.

Não se esqueçam, as vossas análises não devem ter mais de 15 parágrafos e devem ser feitas sobre qualquer um dos jogos desta série e em qualquer versão.

As análises devem ser colocadas neste Post. A data limite é o dia 17 de Dezembro pelas 23:59 por isso não deixem para o último minuto!

Boa sorte a todos!

Podem ver a lista completa de jogos e dia de cada jogo aqui:

Passatempos Aniversário PróximoNível

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Lfo

W.A.N.T.!!!
Contém com uma análise ao DQVIII: Journey of the Cursed King de minha parte 😉

Cerberus Batista

e da minha também

sasuke12

analise dragon quest ix

A saga Dragon Quest em conjunto com FF sempre foram um enorme
sucesso no Japão,já no ocidente a saga DQ nunca teve tanto
sucesso,talvez por ao contrario do outro gigande (ff) nunca ter inovado
muito nas suas mecanicas,jogabilidade,graficos ou simplesmente pela
maneira como a historia é contada..
Mais uma vez a level 5 pega num DQ e fazendo alguns inovações consegue fazer um grande jogo que todos os fãs da serie irão adorar,
A historia começa no reino do céu(Angel Falls) onde a nossa personagem,um aspirante a guardião que cuida da terra se prepara para se tornar um “verdadeiro guardião” e alguém invadeo reino do céu fazendo com que o nosso protagonista acabe caindo no mundo humano perdendo todos os seus puderes,a partir daqui o nosso objetivo é juntar amigos,descobrir quem foi o responsável pela invasão
do reino e recolher 7 fyggs (figos talvez,nao tenho certeza se se pode
traduzir assim ) que caíram da arvore sagrada,esses “figos” quando
comidos por humanos causam transformações e torna-os maus..
uma das novidades impostas pela level 5 é que ao contrario dos jogos anteriores
nos “não vemos” a personagem,mas devemos sim criar uma,escolhendo o
gênero,cor de cabelo e afins,dar um nome..um pouco aos estilo
ocidental,como os jogos da saga elder scrolls por exemploo grande
Akira Toriyama esta mais uma vez por detrás do visual gráfico de jogo o
que podemos esperar bons desenhos e muitas “lembranças” de dragon ball
aocontrario das versões anteriores os inimigos são agora vistos no mapa,o
que fica bastante bom podendo ser evitados se for
necessário,infelizmente ao contrario dos anteriores os nossos parceiros
não teem uma historia,são apenas jogadores que recrutamos e pouco
mais,em contrapartida temos novamente o sistema de classes (Warrior,
Mage, Priest, Thief, Martial Artist) cada uma delas com as suas
características únicas o que faz com que ter uma party com classe
variadas ajude bastante no decorrer do jogo e a matar alguns bosses
temostambém um sistema de criação de items que é bastante útil,as “receitas”
são adquiridas em livros encontrados por masmorras,bibliotecas etc o
qoue nos faz ter de “bisbilhotar”cada canto do mapa a procura de novos
livrospor fim tem um modo multiplayer que juntando mais 3 amigos se
torna bastante bom,podendo fazer batalhas em grupo ate a quest próprias
para o modo multiplayer..
para quem pegar num jogo DQ pela 1º vez este torna-se bastante bom pelas diversas inovações e quem quer voltar vai gostar bastante das mesmas

pros
historia com mais de 100 h
modo multiplayer
novos sistemas implementados

contras
modo multiplayer so pode ser jogado localmente
algumas quest sao aborrecidas

Silver4000

E paràgrafos não? x)

sasuke12

opa nao sejas mau que eu fiz isto super rapido antes de ir ver o hobbit xD

Silver4000

Ah! Foste ver o The Hobbit, estàs desculpado então x)

ZLGNF

Quando se fala em RPG’s, o primeiro nome que nos salta á cabeça deverá ser “Final Fantasy”. Porem, uma outra série, pioneira do género, é Dragon Quest que, mesmo nunca tendo atingido o nível de popularidade de Final Fantasy, conseguiu conquistar um lugar especial no coração dos fãs. Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed Kings não só é o primeiro jogo em 3D da franchise como também o primeiro a ser lançado na Playstation 2. Será que depois de tantos anos a sua qualidade ainda se mantém?

A história desta versão envolve a ascensão de um feiticeiro chamado Dhoulmagus
que, com a ajuda de um ceptro, apoderou-se do reino e todos os seus habitantes,
incluindo o rei e a princesa, em animais. O jogador, por sua vez, não foi afectado e cabe a ele restaurar a paz que existira até então.

Durante esta jornada iremos encontrar alguns membros para a nossa party incluindo Yangus, um ex-bandido que se junta a nós logo no início, Jessica, uma maria-rapaz e
poderosa feiticeira e Ângelo, um cavaleiro Templário que tem vicio pelo jogo e por mulheres. Em vez de ter um enorme leque de personagens para recrutar, este jogo opta por um cast pequeno, perfeito para nos famializar melhor com as personagens e simplificar a história. Cada personagem tem um leque de habilidades diferentes para aprender que ajudam na luta contra os inimigos.

A jogabilidade de Dragon Quest VII é marcada pela existência de um planeta enorme
a ser explorado, junto às batalhas turn-based que ocorrem aleatoriamente
no decorrer do jogo.
Devido ao facto deste jogo ser muito simplista o gameplay não é muito diferente do habitual à excepção do psyche-up”, que faz o personagem acumular forças para desferir um golpe mais potente no turno seguinte. O comando pode ser usado até quatro vezes seguido, que faz com o que o ataque fique quase oito vezes mais poderoso. Esse estado faz o personagem ficar envolto numa aura e, no caso do protagonista, os cabelos ficam brilhantes. Um toquezinho à Toriyama.

Cada personagem tem também uma espécie de skill tree onde se vão gastando pontos que se ganham à medida que evoluímos. Quatro categorias dessas skills são weapon-based e outra varia de personagem para personagem. Jessica, por exemplo, tem como skill tree o “sex appeal”. Não há nada mais satisfatório que distrair inimigos
com senhoras portentosas.

Ao contrário de muitos outros RPGs, todas as batalhas são complicadas. Se não estiveram atentos, bem equipados e com um nível aceitável, este jogo irá destruir-vos, mesmo com inimigos fracos. Esta dificuldade é mais acentuada à noite, onde as criaturas são muito mais fortes que as outras. Resumindo: Evitar clicar no comando de “Attack” sem antes pensar.

Quando uma party é derrotada ela faz re-spawn no último save, infelizmente com metade do gold, o preço da nossa negligencia. Felizmente o jogo dá-nos um leque de ferramentas que nos irá ajudar nas piores situações. Existem um spell que ajudam a teleportar a party para fora de dunguons por exemplo.

O art style é lindo, muito por culpa de Toriyama. Mesmo sendo o primeiro jogo em 3D da série, este jogo consegue entregar uns visuais lindíssimos e muito detalhados. É impossível ficar indiferente ao cel-shading que dá ao jogo um aspecto que parece ser retirado directamente de um anime, com cores garridas e linhas inconfundíveis.

A nível sonoro, Dragon Quest VIII não desilude. A dobragem é em
inglês e, embora não sendo brilhante, cumprem o seu propósito. As vozes
combinam com as personagens. Onde Dragon Quest VIII brilha é na trilha sonora composta por Koichi Sugiyama. Soundrack extremamente envolvente e que nos traz melodias de grande qualidade. Quer falemos da música presente nas cidades, quer da música durante os combates, ou ainda das dungueons, não há falhas a apontar.

A aventura principal já consome cerca de 50 horas de jogo, mas o que não existe no jogo é falta do que fazer. A quantidade de side-quests é assombrosa. Depois do final do jogo por exemplo ainda existe uma nova dungoun e um novo ending para desbloquear. Enfim, se quiser completar tudo vai precisar de mais de 100 horas, no mínimo.

Numa era onde tudo que anda de RPGs é jogos com histórias estupidamente confusas e um número absurdo de cutscenes cinemáticas este jogo traz-nos
algo simples, tradicional e muito carismático. Enfim, um g’old school RPG.
Definitivamente um titulo que gostaria de ver numa HD Collection…Um gajo pode
sonhar certo?

Positivo
– Art style de Toriyama

-Trilha sonora

História simples e carismática…

Negativo

– … mas muito previsível

– Dificuldade é elevada logo ao inicio

– Gameplay não muito inovador

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