Passatempos Aniversário – Call of Duty Ghosts

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Boas a todos e sejam bem-vindos ao primeiro passatempo de aniversário do PróximoNível.

Para arrancar em grande e em conjunto com a Ecoplay, vamos começar com uma cópia do jogo Call of Duty Ghosts para o PS3.

Podem ler as regras completas de participação aqui.

Não se esqueçam, as vossas análises não devem ter mais de 15 parágrafos e devem ser feitas sobre qualquer um dos jogos desta série e em qualquer versão.

As análises devem ser colocadas neste Post. A data limite é o dia 30 pelas 23:59 por isso não deixem para o último minuto!

Boa sorte a todos!

Podem ver a lista completa de jogos e dia de cada jogo aqui:

Passatempos Aniversário PróximoNível

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Lfo

Era preferível ser limite de linhas e não paragráfos :/

onshowon

a capacidade de síntese deve ser um dos aspectos a avaliar Lfo, deve ser por causa disso que há um limite de parágrafos em vez de linhas.

Cerberus Batista

espero que o próximo jogo seja melhor.

FoxRS

Na verdade, devia ser por caracteres ou palavras. Posso escrever um parágrafo com 500 linhas ou 15 parágrafos com duas linhas cada. xD

Litos1995

Se amanhã estiver num dia de inspiração talvez participe com uns 10 parágrafos 😉

Vasco Neves

Bem cá está a minha análise. Peço desculpa se ficou demasiado grande, mas cumpre os regulamentos do limite de 10 parágrafos xD:

Análise Call of Duty Ghosts:

Longos vão os tempos em que a franchise Call of Duty se focava na temática da segunda guerra mundial, onde deu esse ciclo por terminado no muito aclamado Call of Duty 4: Modern Warfare, dando início à guerra moderna.

Este ano não é exceção, onde desta vez a Infinity Ward, sucedendo à Treyarch
Studios, assume as rédeas de uma das franchises mais rentáveis da indústria,
desta vez com Call of Duty: Ghosts em que prometeu dar um novo colorido à série, devido à entrada das consolas de nova geração em cena e também para conseguir bater o pé à já forte concorrência que à medida que os anos foram correndo, começou a surgir.

Como já é hábito e este não foge à regra, Ghosts trás vários modos online e
offline, e este ano com algumas novidades, sendo o online a grande força sendo
muitas vezes colocado os modos offline para segundo plano, a tradicional campanha single player dá-nos a conhecer um grupo de heróis – como o título do jogo indica – os Ghosts. Este grupo de intervenção norte-americana, entra em cena para travar a guerra que se avizinha, contra uma união de países sul-americanos que pretendem atacar os Estados Unidos da América.

A história, ao contrário do que se viu em jogos do género, não é algo de muito inovador nem consegue atingir o nível que os títulos anteriores conseguiram fazer.

Apesar de tudo, a grande estrela desta nova campanha é o cão Riley, sendo este uma bela adição ao jogo, é bastante útil e até podendo ser ele controlado pelo jogador em algumas missões mesmo não fazendo grandes aparições, perdendo assim, algum protagonismo que poderia ter, chegando a ser relegado para segundo plano.

Ainda no modo offline, Call of Duty: Ghosts inclui os modos Squads e Extinction.

O modo Squads baseia-se em criar uma equipa de jogadores e competir contra outra equipa seja de jogadores online ou controlados pelo computador. Neste modo têm de derrotar grandes vagas de inimigos que vos aparecem no ecrã, sendo este um modo que serve de treino para jogar online devido as partidas serem simuladas em mapas usados no modo online.

O modo Extinction chega como resposta ao já popular modo Zombies surgido pelos Call of Duty produzidos pelos estúdios da Treyarch. Este modo, podendo ser
jogado a solo ou em cooperativo, consiste em eliminar ordens de uns seres alienígenas que invadiram o planeta e limitar que mais surjam eliminando os seus ninhos com uma broca que tem de ser carregada por um dos membros da nossa equipa, este modo necessita de grande trabalho de equipa. A dificuldade vai aumentando à medida que a progressão também sobe. Este modo peca por apenas ser limitado a 1 mapa, sendo que, quando terminado, não dá grande vontade de lá voltar perdendo o interesse de voltar, mas este modo abre portas ao que poderá ser algo grandioso ainda mais consistente e divertido que o modo Zombies habituais na
série Black Ops.

Finalmente temos o modo online, onde a grande mais-valia em que a Infinity Ward quis implementar foram os servidores dedicados, eliminando quase que por completo as quedas de jogos a meio devido a um jogador que esteja a ser brutalmente dizimado pelo inimigo e assim resolve sair da partida a meio. Com isto, a ligação fica
melhor, eliminando também o lag recorrente em jogos passados e finalmente a possibilidade de criar vários personagens, até do sexo feminino, sendo que cada personagem terá direito a dez modos Prestige, dando assim uma maior longevidade ao modo online e podendo personalizar o personagem como já é hábito. Quanto aos modos de jogo, os já clássicos Team Deathmatch, Domination e Kill Confirmed continuam presentes, surgindo este ano o novo modo Crancked, em que consiste, ao eliminar um inimigo, começa a contar um countdown de 30 segundos, tendo nesse tempo o jogador ter de matar o maior número de inimigos possível e à medida que se elimina um inimigo o cronómetro volta aos 30 segundos, ganhando perks
extra conseguindo correr ou recarregar a arma mais rápido durante esse período
de tempo. Se no fim dos 30 segundos não conseguirmos eliminar outro inimigo, o
nosso personagem explode. Este modo é bem mais frenético do que outros modos
mais tradicionais, sendo que pode ser terminado em 5 min cada partida podendo o
jogador jogar várias rondas em pouco tempo. A seguir temos também os modos Search and Rescue que se baseia no modo Search and Destroy mas com a diferença que podemos ressuscitar os nossos colegas a partir de Dog Tags, e também o modo Blitz uma variação do modo Capture the Flag mas sem as bandeiras onde é necessário chegar à base do inimigo sem morrer pelo caminho. De realçar também, o facto que o modo Ground War só está disponível nas versões next gen não estando disponível nas versões PS3 e Xbox 360. Os mapas do jogo, ao contrário do que vem a ser feito, têm uma maior dimensão o que prejudica os modos com poucos jogadores que por vezes damos por nós em sítios sem grande movimento, mas podendo beneficiar o modo Ground War das consolas PS4 e Xbox One.

Com o motor de jogo já com uma notória idade, não se deixa escapar o facto do grafismo já não conseguir impressionar tal como aconteceu em Call of Duty 4: Modern Warfare, onde as cores por vezes estão pouco vivas, usado muito o cinzento como cor padrão em vários mapas online. A nível do som, está tudo praticamente na mesma, não existindo nada de negativo a apontar visto ser o que se espera em jogos deste género.

Call of Duty: Ghosts, apesar de não ser um jogo perfeito, continua a ser um jogo muito competente no seu género, sendo a jogabilidade bastante acessível de jogar, visto que continua a fazer o essencial de um jogo, que é divertir quem joga. Podemos todos criticar o que de mau ou de bom tem esta fórmula encontrada pela Activision, mas o facto é que Call of Duty continua a ser um fenómeno de vendas, e como tal, fórmula vencedora não se deve mexer, o que faz com que a saga Call of Duty
ainda continue a bater recordes e mais recordes de vendas ano após ano, portanto, continua assim a ser uma excelente opção de compra para quem é fã do género. Para os restantes, vão ter muito conteúdo para se entreterem durante muito tempo embora nem tudo sejam rosas.

Positivo:

· Muitos modos online e offline que pode entreter o jogador por muito tempo;

· Servidores dedicados;

· O cão Riley;

· Modos Squads e Extinction;

· Diversos modos online…

Negativo:

· … Apesar do modo Ground War só estar disponível nas versões Next Gen;

· Campanha sem o grande impacto que teve em títulos anteriores da série;

· Grafismo antiquado;

· Mapas demasiado grandes;

· Modo Ground War apenas disponível nas consolas da nova geração;

Erik Lemos

Análise call of duty ghosts:

Call of Duty: Ghosts o 10º e mais recente jogo da série Call of Duty, sendo feito pela Infinity Ward ao invés da Treyarch que produziu os dois grandes sucessos, Call of Duty: Black ops e Call of Duty: Black Ops 2.
Foi lançado dia 5 de Novembro de 2013 para as consolas, Playstation 3, Xbox 360, Wii U e PC, para as consolas de nova geração foi lançado dia 15 de Novembro para Ps4 nos EUA e está previsto para 29 de Dezembro na EU e BR, já para a Xbox One foi lançado dia 22 de Novembro.
O novo jogo da série trás muitas novidades, uma das mais surpreendentes é a possibilidade de controlar o cão Riley que pertence ao esquadrão Ghosts, quanto as novidades do jogo online, inclui personalização do personagem e novos movimentos, os mapas agora são dinâmicos, de maneira a que possam ser alterados ou destruídos.

Silver4000

” e está previsto para 29 de Dezembro na EU e BR”
Eu conheço o Continente EUropeu, mas o Continente BR nao.
é novo?

Marco Correia

claramente não visitas o dark side of the wikipedia, la isso já existe a anos!

Silver4000

Nao visito a Desciclopedia à algum tempo.
Estou desactualizado.

Cerberus Batista

vocês já estão a ser mauzinhos XD

Erik Lemos

Primeiro eu falei que foi Lançado nos EUA (Estados Unidos da America) não falei no continente america, ou seja Br não está incluido, por isso como na Europa e no Brasil lançou no mesmo dia disse um e outro, mas não me referi ao Brasil como um continete

Edenilson Alves

Boas , e cá está minha análise .

Análise de Call Of Duty Black Ops :

Apesar de Call Of Duty ser uma das franquias mais famosas para as consolas da antiga e nova geração , não perdeu nem um pouco da essência de tal , apesar do rumo que tomou a série com guerras tecnológicas ao invés das antigas guerras , Como por exemplo Call os duty 3 (PS2 , XBOX) que narra a história de soldados que estão dentre a segunda guerra mundial , e em Call Of Duty Black Ops 2 que narra a história de um soldado em busca de vingaça contra um dos maiores vilões da série Raul Menendez .

Na busca da perfeição dentre os Fps’s , a Treyarch trouxe uma reformulacão gigantesca no modo multiplayer do game , inumeras camuflagens para as armas , novas armas aliás , uma reformulacão nas armas dentre outros fatores que transformavam o game em uma experiencia unica e incrivel .

Um dos poucos problemas do jogo é a conexão no modo Multiplayer que além de deixar muita gente de cara emburrada para o game deixou muitos sem jogar , além dos momentos de raiva em que os jogadores se encontravam após morrer para um sniper que se escondia em algum local do mapa para lhe fazer uma surpresa um tanto desagradavel .

Ignorando esses problemas o jogo não deixava de ser um ótima experiencia tanto no modo campanha como no modo multiplayer .

Dexter

ora… para fazer a análise ao jogo convém já o ter jogado… e se já o jogaram é porque o têm… se o têm vão participar para quê? eu não sei nada do jogo a não ser o que vi nos trailers, como vou fazer uma análise? :S

Majinalex

1-se nao tem inventam e inspiram-se
2- se o têm nada os impede de ter 2 copias…vem ai o natal

Cerberus Batista

friend não é sobre o jogo mas sim com algo relacionado como o jogo anterior ou relacionado com o jogo.

Paulo Ferreira

Analise ao cod ghosts

Call of Duty: Ghosts é um videjogo de tiros em primeira pessoa. É o décimo jogo da série Call of Duty e foi produzido pela Infinity Ward depois de esta terminar a serie modern warfer, Ghosts foi lançado a 5 de Novembro para todas as plantaformas
Call of Duty: Ghosts ocorreu uma destruição nuclear do Médio Oriente. As nações produtoras de petróleo da América do Sul criam a Federação, como resposta à crise económica global acabando por se tornar numa superpotencia, invadindo a América Central e as Caraíbas. Os principais protagonistas do jogo são os “Ghosts”,, treinados para realizar missões clandestinas, . O principal antagonista é Gabriel Rorke, ex-Ghost, que se tornou traidor depois de ter sido capturado e que agora trabalha para a Federação.
MULTIPLAYER
O Call of Duty: Ghosts inovou basbante o seu mutiplayer , Ghosts inclui uma personalização de personagens e novos movimentos para o jogador como escorregar, espreitar em esquinas e melhor interacção com o ambiente.Os mapas agora são dinâmicos, que podem ser alterados ou destruídos. e onde foi intruduzido o ODIN STRIK o novo “MOAB´´ e o novo mode extintion

Pedro Barroso

Análise à série Call of Duty
Call of Duty é um jogo de tiros na primeira pessoa. COD tem fornecido muitos bons momentos aos seus jogadores desde, se não me engano, 2003.
COD é um jogo competitivo, todos querem tentar ser o melhor “soldado” em jogo, tentando ter as melhor pontuações. Além da competição, este tipo de jogo melhora a nossa atenção, pois obriga-nos a estar super atentos ao que vemos e ouvimos ao jogar. Também melhora a capacidade de reação, e com isto, torna um jogo bom num ainda melhor (:
Apesar da sua história por vezes mudar muito do original ou comum ( como o BO mudou) continua a ser muito apelativa e a qualidade do jogo vai sempre melhorando.
Considero um dos melhores jogos de tiros pela sua história, os seus jogos, os seus gráficos… Espero que continuem a realizar jogos desta série durante muito tempo.

Marco Correia

Análise Call of Duty (2003)

Numa altura em que os FPS se centravam no jogador enquanto soldado solitário que salva o mundo, eis que chega um FPS com algo novo, Call of Duty, que possuía um nome bastante peculiar quando ainda era um “protótipo”: “Medal Of Honor Killer”. Parabéns para a Infinity Ward e Activision, porque resultou.

Call of Duty utilizou o cenário da 2ª guerra mundial da melhor maneira possível: finalmente fazíamos parte da guerra e tínhamos compatriotas connosco nas missões com quem nos importávamos (excepto eu que sou um sacana e matava-os para ter munições). Um jogo de 2003 a mostrar que não é preciso “Polygonx, Graphicx and Emotiuns!” á la David Caige para uma pessoa ter empatia pelos seus personagens.

Começando pelo enredo, interpretamos 3 diferentes personagens de 3 nacionalidades diferentes. Na campanha Americana temos o Private Martin, na campanha Britânica temos o Seargent Evans e na minha campanha favorita, a Soviética, temos o Alexei Ivanovich Voronin. A razão da campanha russa ser a minha preferida é porque podemos presenciar com os nossos próprios olhos os sacanas que os Soviéticos eram! Na 1ª missão, a espectacular travessia do Rio Volga, um comissário soviético lê para os “soldados” (sim porque alguns eram agricultores, etc..) um documento escrito pelo “Madre Teresa de Calcutá” – também conhecido como Josef Lenine – que basicamente dizia isto: “Quem se acobardar e voltar para trás será abatido que nem um cão”. Isto pode verificar-se na 2ª missão onde existe uma machine gun colocada não para matar Nazis mas sim para matar os Soviéticos “cobardes”.

Passando à jogabilidade, o jogo possuía a típica mecânica de FPS, mas refinada de maneira a tornar a experiência mais frenética e divertida, com um leque variado de armas, missões com veículos. Com uma AI impressionante para o seu tempo – tanto aliada como inimiga – os inimigos utilizam de maneira inteligente a cobertura disponível.

Graficamente é um jogo muito bonito para a sua altura, os visuais transparecem perfeitamente os momentos cinemáticos presentes no jogo, que costumam ser algo mais ou menos assim: “aaaaaaaaaaaah BOOOOOOOOOOM”.

No departamento sonoro a Infinity Ward está de parabéns pela excelente qualidade de som do jogo, as armas soam perfeitamente, tal como a ambiência e os personagens.

O jogo também possui um modo Multijogador, embora não seja tão interessante como os jogos da actualidade. Tem os típicos modos Deathmatch, Team Deathmatch e S&D, no entanto também possui um modo bastante interessante de jogar que é o Behind Enemy Lines. A maioria dos jogadores são Axis (Nazis) enquanto uns poucos são Allies (os bonzinhos). Quando um membro da equipa dos Axis mata alguém dos Allies os dois membros trocam de equipa, ganhando os jogadores que mais tempo se aguentarem vivos como membros dos Allies.

Call Of Duty é um jogo excelente e mudou muita coisa não só nos FPS mas também nos videojogos em geral. Raros são os jogos hoje em dia que não possuem um momento cinemático de bater com o queixo no chão. Aconselho a qualquer Gamer (não és tu Vasco!) e também aconselho a expansão “Call Of Duty: United Offensive”.

FIM DA ANÁLISE

Bem, dou por terminada a minha análise. Espero que tenham gostado e desculpem se o meu português “zequinha” vos incomodou e deu vontade de vomitar xD.

Anyways, boa sorte a quem já participou e a quem vai participar!

Litos1995

Optei por fazer uma análise do Black Ops 2:

Amado por multidões mas nunca a salvo de ténues críticas, Call of Duty não deixa de ser um nome forte no que a videojogos diz respeito. Mais um ano ultrapassado e mais uma edição deste prestigiado jogo que chegou às lojas, desta vez levado a cabo pela Treyarch mas, como sempre, editado e publicado pela Activision.

Como vem sendo hábito nos últimos lançamentos e Call of Duty Black Ops 2 não foge à regra, são 3 os grandes constituintes deste jogo, sendo que desta vez podem contar com uma campanha portadora de alguns elementos inovadores na série, um modo zombies muito completo e como não podia deixar de ser o modo Multiplayer que juntamente com o modo de zombies cooperativo promete, uma vez mais, prolongar o tempo de vida do jogo a níveis invejáveis.

O modo CAMPANHA a solo surge como uma espécie de continuação à história de Black Ops e relata num primeiro momento o combate entre Alex Mason e Raul Menendez que desempenha o papel de antagonista e termina com o filho de Alex, David Mason, sendo que desta vez a história decorre entre 1980 e 2025 contando com um ritmo frenético no que à localização temporal diz respeito.

A campanha deste jogo não oferece mudanças significativas mas convém salientar que este novo jogo detém um inovador sistema de decisões que é como uma “lufada de ar fresco” na série e promete, pelo menos tornar a jogabilidade neste modo menos repetitiva, sendo que cada decisão que o jogador toma altera consequentemente o rumo dos acontecimentos. De frisar também a
inclusão do novo tipo de missões “strike force” que para os amantes de estratégia
(e não só) vai também contribuir para renovar um pouco o que tem sido
constantemente a falta de novidades neste modo. Contudo esta última “novidade”
revela-se por vezes demasiado complexa e confusa o que poderá vir a limitar
veemente a experimentação deste segmento da campanha por parte dos menos
interessados.

Em suma, e no que à campanha diz respeito, este apresenta algumas novidades e uma aceitável longevidade que promete no mínimo despertar o interesse de todos os jogadores, no entanto, o que poderia ser a tal “lufada de ar fresco”, pode mais uma vez não ser suficiente para evitar as críticas à incapacidade de inovação por parte da produtora.

O modo ZOMBIES apresenta-se agora mais completo e apelativo, uma vez que o próprio também possui uma espécie de campanha embutida. Além
disso este modo subdivide-se agora em 3 partes, sendo que o modo TRANZIT
apresenta-se como o principal e é o portador do tal enredo onde é necessário
seguir instruções e construir “gadgets” a partir de peças presentes aleatoriamente no mapa de forma a atingir o objectivo do mapa.

O modo Survival marca igualmente presença com 2 mapas que
são porções de TRANZIT em que o objectivo passa exclusivamente por sobreviver.
Foi implementado também o modo Grief que tem como base o modo Survival mas a novidade está no facto de ser disputado por duas equipas com um limite total de 8 jogadores.

A vertente zombies pode ser jogada a solo/splitscreen ou num
cooperativo online que vai de 2 a 4 jogadores e este limite passa a ser de 8
jogadores quando passamos para o modo GRIEF mas olhando às novidades e
consistência que o modo oferece, este vai , muito provavelmente, ser um deleite
para os seus apreciadores.

No que à faceta ONLINE/MULTIPLAYER do jogo diz respeito há pouco
ou nada a dizer, as alterações relativamente ao último título da série são
quase nulas mas sabendo da qualidade que este modo dispôs ao longo do passado é de esperar mais uma vez que tal seja de longe o favorito e aquele em que a
maioria dos jogadores se vai focar. Existem algumas novidades mas estas
ficam-se por melhorias a nível da seleção de equipamento e também no sistema
de “prestige”.

Apesar disso, e uma vez mais a fórmula de sucesso permanece
intacta e o ambiente é brutal até mesmo para os novatos que perante tamanho
desafio poderão sentir algumas dificuldades nos seus primeiros tempos, mas tudo
isso contribui para que este modo seja “a cereja no topo do bolo” quando é
citado o nome “Call of Duty Black Ops 2”.

Em termos VISUAIS Black Ops 2 é mais do mesmo e peca pelo
seu visual algo antiquado sendo que só na próxima geração de consolas poderemos
esperar melhorias significativas a este nível.

Pelo contrário, relativamente à banda sonora esta revela-se
mais uma vez um ponto a ter em conta no jogo, sendo que está, de forma constante,
relacionada com o desenrolar dos acontecimentos sendo de destacar,
principalmente, mais uma vez o fantástico trabalho vocal.

São 3 modos totalmente distintos que fazem parte de um só
jogo e prometem demonstrar a razão pela qual a série Call of Duty contínua
saudável e principalmente, a recomendar-se.

Call Of Duty Black Ops 2 é, portanto, mais um marco importante na série e justifica completamente a sua compra, seja pela campanha que conta com a implementação de algumas novidades, pelo modo zombies mais preenchido da série ou até mesmo pelo completíssimo modo online que aumenta para um número infindável de horas o tempo de jogo já típico deste gênero e característico da série.

Pontos fortes/Positivo:

· Implementação das decisões no modo Campanha
· Strike Force deve ser melhorado no futuro
· Campanha frenética
· Modo zombies mais interativo, completo e sólido da série
· Online continua único e viciante
· Trabalho vocal e banda sonora

Pontos fracos/Negativo:

· Visual algo antiquado
· Modo online demasiado competitivo para novatos
· Strike Force revela-se complexo

Vasco Neves

Boa análise, gostei muito!

Eduardo Duarte Ferreira

a analise até é boa mas nao cumpre as regras

Jfm16

Não sei se reparaste bem, mas é a tua análise que não cumpre as regras, não a do litos rapaz 😉

Eduardo Duarte Ferreira

desculpa nao cria ofender ninguem e sim ele tem demasiado paragrafos a review é boa mas e odeio que andes a pedir ás pessoas para porem dislikes no meu eu só comentei nao queria ofender

Jfm16

1º deste o like logo antes de pôres o teu comment porque antes só estavam lá 4 e um deles não era o teu

2º Eu não pedi para te porem dislikes.Os que puserem foram poque não concordavam contigo.

3º Lê as regras aqui: http://proximonivel.pt/proximonivel-passatempos-de-aniversario/ e verás que ele não passou o limite de parágrafos (são 15)

4º Não me ofendeste com o teu comment.Apenas estava a avisar que estavas errado. 😉

5º Acho que devido ao meu 1º e 2º ponto gostava que tu nas próximas vezes pudesses ser um pouco mais honesto, porque atitudes assim não levam a lado nenhum…

6º Não vou falar de agora em diante mais sobre este assunto pois os comentários servem somente para o passatempo.

Eduardo Duarte Ferreira

desculpa se tou a dizer parvoice outra vez mas ele tem quase 20 paragrafos

Litos1995

Olha bem , não são 20 mas sim 22 e meio lol

Guilhathorn

*queria

r2

Jogo: Call Of Duty: Modern Warfare 2, versão PS3

Call of Duty: MW2 é a sequela directa do bem sucedido COD4, esta nova série de Call of Duty, como indica o nome, passa-se em tempos modernos ao contrário dos seus antecessores. Isto trouxe uma lufada de ar fresco á franquia e para melhor.

O enredo é a continuação directa do jogo anterior. Contada em “Briefings“ ao jogador. A premissa é simples: abater Vladimir Makarov ex-tenente de Imran
Zakhaev antagonista do jogo anterior. Modern Warfare 2 tem a sorte de conter personagens carismáticas como Ghost ou Soap com o qual se interage ao longo da campanha toda. A sequência final é memorável especialmente para quem é fã da série MW desde o inicio.

Para um atirador militar na primeira pessoa o modo campanha está bem conseguido, contém um ritmo elevado dando a sensação que há realmente um objectivo a concretizar e não é constituído apenas por divisões barradas por vários indivíduos que temos de abater para seguirmos em frente, isto deve-se á variedade de jogabilidade inserida ao longo da campanha. Quer seja uma missão de infiltração, estar por detrás de uma metralhadora pesada encima de um camião ou até mesmo numa mota de neve, há sempre algo diferente ao virar da esquina e tudo bem executado tornando o jogo divertido. Conforme a progressão na história ficamos em controlo de personagens diferentes. Para progredir basta seguir um indicador que aparece ecrã, pode parecer linear no entanto não é tão simples quanto isso, nem sempre é ir de ponto “A” para ponto “B” numa linha recta pois pode haver obstáculos físicos pelo caminho. Também é de referir os poucos coleccionáveis que se pode encontrar pelo caminho se houver paciência para os encontrar. Todavia, é uma campanha que acaba rápido de mais.

Desde o aparecimento de COD4 que vertente multijogador online nos jogos do género veio a evoluir consideravelmente. Modern Warfare 2 continuou o legado mantendo o que tinha de bom e introduziu novas características. Manteve os modos de jogo ( Free-For-All, Search & Destroy, Demolition, Sabotage, Domination, Team Deathmatch e Capture The Flag), um dos pontos altos são as “Killstreaks” (mortes consecutivas efectuadas pelo jogador), o jogador pode escolher 3 de 15 killstreaks diferente sendo a mais poderosa o “tactical nuke” (25 killstreak) que dá vitória instantânea á equipa que o invocou, mesmo que essa equipa estivesse a perder. Para além dos “Killstreaks” houve a introdução de novas armas, equipamento e “perks” (uma espécie de melhoramento especifico da personagem do jogador).

Mas nem tudo é abater outras pessoas no campo de batalha digital, também há lugar para cooperação e isso acontece no modo de jogo denominado “Spec ops”.Neste modo de jogo, que pode ser jogado sozinho ou em multijogador local ou pela internet com um parceiro, o jogador tem de cumprir os objectivos dados com maior eficácia possível almejando obter o número máximo de estrelas, 3.

Em termos visuais, COD: MW2 é constituído por cenários urbanos e naturais. Ambos deslumbrantes, cidades com prédios em ruínas e fumo a sair dos escombros enquanto se ouve tiros á volta passando facilmente a ideia de combate urbano. Por outro lado, uma montanha coberta por neve onde os únicos barulhos que se ouvem são os das armas a serem disparadas e das motas de neve. Nunca se fica muito tempo no mesmo ambiente, logo uma pessoa não se cansa da paisagem. A banda sonora poderosa apenas vem complementar um jogo fantástico.

Resumindo, Call of Duty: Modern warfare 2 é um jogo bastante sólido em todos os aspectos onde o modo campanha só peca por ser diminuta mas com o tempo que se despenderá com o modo multijogador valerá cada cêntimo nele gasto, muito bom artisticamente e fácil de aprender a jogar, aconselho para quem é ou não fã do género.

Veredicto: EXCELENTE.

Positivo:

->Campanha muito boa.

-> Multijogador divertido e
muito bem executado.

->Visuais fantásticos.

->Variedade.

Negativo:

->Comunidade “online” muito
fraca.

->Campanha curta.

r2

Jogo: Call Of Duty: Modern Warfare 2

Call of Duty: MW2 é a sequela
directa do bem sucedido COD4, esta nova série de Call of Duty, como indica o
nome, passa-se em tempos modernos ao contrário dos seus antecessores. Isto
trouxe uma lufada de ar fresco á franquia e para melhor.

O enredo é a continuação directa
do jogo anterior. Contada em “Briefings“ ao jogador. A premissa é simples:
abater Vladimir Makarov ex-tenente de Imran
Zakhaev antagonista do jogo anterior. Modern Warfare 2 tem a
sorte de conter personagens carismáticas como Ghost ou Soap com o qual se
interage ao longo da campanha toda. A sequência final é memorável especialmente
para quem é fã da série MW desde o inicio.

Para um atirador militar na
primeira pessoa o modo campanha está bem conseguido, contém um ritmo elevado
dando a sensação que há realmente um objectivo a concretizar e não é constituído
apenas por divisões barradas por vários indivíduos que temos de abater para
seguirmos em frente, isto deve-se á variedade de jogabilidade inserida ao longo
da campanha. Quer seja uma missão de infiltração, estar por detrás de uma metralhadora
pesada encima de um camião ou até mesmo numa mota de neve, há sempre algo
diferente ao virar da esquina e tudo bem executado tornando o jogo divertido.
Conforme a progressão na história ficamos em controlo de personagens
diferentes. Para progredir basta seguir um indicador que aparece ecrã, pode
parecer linear no entanto não é tão simples quanto isso, nem sempre é ir de
ponto “A” para ponto “B” numa linha recta pois pode haver obstáculos físicos pelo
caminho. Também é de referir os poucos coleccionáveis que se pode encontrar
pelo caminho se houver paciência para os encontrar. Todavia, é uma campanha que
acaba rápido de mais.

Desde o aparecimento de COD4 que
vertente multijogador online nos jogos do género veio a evoluir
consideravelmente. Modern Warfare 2 continuou o legado mantendo o que tinha de
bom e introduziu novas características. Manteve os modos de jogo ( Free-For-All, Search & Destroy, Demolition,
Sabotage, Domination, Team Deathmatch e Capture The Flag), um dos
pontos altos são as “Killstreaks” (mortes consecutivas efectuadas pelo jogador),
o jogador pode escolher 3 de 15 killstreaks diferente sendo a mais poderosa o “tactical
nuke” (25 killstreak) que dá vitória instantânea á equipa que o invocou, mesmo
que essa equipa estivesse a perder. Para além dos “Killstreaks” houve a introdução
de novas armas, equipamento e “perks” (uma espécie de melhoramento especifico
da personagem do jogador).

Mas nem tudo é abater outras
pessoas no campo de batalha digital, também há lugar para cooperação e isso
acontece no modo de jogo denominado “Spec ops”.Neste modo de jogo, que pode ser
jogado sozinho ou em multijogador local ou pela internet com um parceiro, o
jogador tem de cumprir os objectivos dados com maior eficácia possível almejando
obter o número máximo de estrelas, 3.

Em termos visuais, COD: MW2 é constituído
por cenários urbanos e naturais. Ambos deslumbrantes, cidades com prédios em ruínas
e fumo a sair dos escombros enquanto se ouve tiros á volta passando facilmente
a ideia de combate urbano. Por outro lado, uma montanha coberta por neve onde
os únicos barulhos que se ouvem são os das armas a serem disparadas e das motas
de neve. Nunca se fica muito tempo no mesmo ambiente, logo uma pessoa não se
cansa da paisagem. A banda sonora poderosa apenas vem complementar um jogo
fantástico.

Resumindo, Call of Duty: Modern
warfare 2 é um jogo bastante sólido em todos os aspectos onde o modo campanha só
peca por ser diminuta mas com o tempo que se despenderá com o modo multijogador
valerá cada cêntimo nele gasto, muito bom artisticamente e fácil de aprender a
jogar, aconselho para quem é ou não fã do género.

Veredicto: EXCELENTE.

Positivo:

->Campanha muito boa.

-> Multijogador divertido e
muito bem executado.

->Visuais fantásticos.

->Variedade.

Negativo:

->Comunidade “online” muito
fraca.

->Campanha curta.

Daniela Pereira

COD Black Ops por ser o meu FPS favorito e porque é um jogo em que a história me
prende verdadeiramente ao computador.

O título “Black Ops” remete-nos para “operações às escondidas” e é mesmo isso que se passa no jogo através de missões de espionagem ou de campanhas em que as tropas atuam sob disfarce.

É um jogo cheio de ação com tiroteios e socos e além disso o dinheiro e os contratos do modo multiplayer tornam o jogo ainda mais divertido.

Este jogo retorna ainda com o modo Zombi do COD World at War mas com apenas 2 cenários: um em que somos soldados da 2ª guerra mundial presos num cinema durante a invasão e o outro em que os mortos vivos são enfrentados dentro do pentágono.

Pedro Lima

CALL OF DUTY: MODERN WARFARE 2

Ao longo dos últimos sete anos a série Call Of Duty tem vindo a ganhar destaque no mundo dos vídeo jogos, sendo hoje considerada um sucesso de vendas a nível mundial, e um título “cabeça de cartaz” no género FPS.

Este ano chegou novamente a vez da Infinity Ward brilhar, trazendo a continuação da série Modern Warfare. Call Of Duty: Modern Warfare 2 apresenta várias mudanças em vários aspetos que o completam, chegando mesmo a trazer novos modos cooperativos que podem ser jogados com amigos. Apesar disto, o jogo continua muito fiel a si mesmo.

Logo à primeira impressão
percebemos que o rumo da série Call Of Duty mudou completamente, evoluindo. Consegue ser um jogo muito mais completo, divertido, atrativo e muito mais competitivo, apresentando uma melhoria a nível gráfico e de jogabilidade, o que nos
proporciona uma maior atmosfera de guerra.

O modo campanha é a continuação do primeiro título da série MW, que consegue ser um modo excelente, e só foge ao perfeito por um “mas”, a sua curta duração. O jogo proporciona-nos missões de total massacre e ação, que vão desde um tiroteio num aeroporto, passando por perseguições nas favelas brasileiras, corridas na neve e indo até missões em que temos de permanecer silenciosos para não alertar o inimigo da nossa presença.

Modern Warfare 2 oferece ao jogador mais ligado à série momentos de fortes emoções, quer pelo seu desfecho épico, quer pelo enredo da história que é completamente surpreendente, fazendo-nos perder algumas personagens já conhecidas da série.

No entanto, as maiores mudanças ainda estariam para vir no modo multijogador. Um modo muito mais completo que os anteriores, proporcionando ao jogador mais liberdade de escolha. As principais mudanças estão dentro do gameplay, são os Killstreaks. Agora podemos escolher entre 15 Killstreaks diferentes, podendo selecionar 3 deles para usarmos durante o jogo. Esta nova introdução muda em muito o desenrolar do jogo, porque não o torna tão monótono quanto aos anteriores, em que as ações do jogo não variavam muito.

Com as novas mudanças o jogador pode por “Game Over” à partida, com uma Tactical Nuke que acaba de imediato com o jogo, quando se atinge as 25 kills numa só vida. Também podemos comandar um helicóptero por um curto espaço de tempo para tirar vantagem sobre os inimigos, bem como usar Sentry Guns, Hellstorm Missile, EMP e muitos outros.

Para além desta principal mudança surgiram várias outras, como a introdução de novas granadas, as Semtex que se fixam ao primeiro contacto e explodem, e as granadas EMP que deixam o HUD do adversário desligado por um curto espaço de tempo (já o Killstreak dura por mais tempo). Podemos contar também com os novos Tomahawk, que são facas que matam instantaneamente o jogador quando atiradas corretamente. Ainda há desde muitos mais acessórios para as armas até novos perks. Enfim, um online viciante e surpreendente!

O novo modo de jogo co-op é um bónus que consegue ser um modo muito completo e divertido. Temos disponíveis várias missões com diferentes graus de dificuldade com cenários relacionados com o modo campanha do jogo (tal como o multijogador). As missões variam desde corridas, e atingir um certo local do mapa tendo de passar por muitos soldados e tanques prontos para nos atacar, até ao simples ato de sobrevivência num local fixo. É um modo que pode ser jogado também sozinho, mas que sem dúvida temos uma melhor experiência de jogo quando acompanhado, não fossem algumas missões exclusivas para dois jogadores, e outras apenas desbloqueáveis quando concluídas
algumas anteriores.

De uma forma muito resumida, este título da série Call Of Duty consegue ser sem dúvida o mais revolucionário, transportando o jogador para um nível completamente diferente dos títulos anteriores da série. Nota-se sem sombra de dúvida que a Infinity Ward sabe tomar conta da série Modern Warfare, e esta sequela supera em todos os aspetos as expectativas, notando-se uma grande evolução na série.

Jfm16

Análise a Call of Duty 2:

Call of duty é das franchises de videojogos que mais ganhou destaque ao longo do tempo, sendo inegável a sua popularidade quer pelos fãs que gostam de um bom jogo FPS fast paced quer por muitos pais e psicólogos, que à primeira tentativa gostam de a atacar argumentando que faz pessoas violentas. De qualquer uma das formas, esta é sem dúvida uma das minhas franchises favoritas, e por isso irei analisar um jogo quando a franquia ainda não era tão conhecida. Estou a falar, obviamente, de Call of Duty 2.

2 anos após o primeiro jogo da série e de uma expansão, bem como de uns quantos spin-offs, a Infinity Ward entrega-nos finalmente a aguardada sequela “do” FPS da segunda guerra mundial. Mas será ela capaz de se encontrar numa fasquia tão elevada como a do título original?

Pode-se dizer desde já que em relação aos gráficos se encontra muito melhor relativamente ao título original, muito devido a este utilizar um motor de jogo completamente novo: o IW 2.0 .

Este motor faz com que seja possível que as localizações da campanha bem como os mapas do multiplayer tenham muito mais detalhe e apresentem uma melhor iluminação. No entanto, apesar de Call of Duty 2 apresentar bons gráficos aquando da sua saída, segundo os padrões de hoje, estes já se encontram um pouco datados.

Relativamente ao som, em Call of Duty 2 as vozes dos personagens e os efeitos sonoros ficam-se “apenas” pelo decente, no entanto, ouve em ambos uma melhoria significativa em comparação com o título original.

Mas é em termos de jogabilidade onde se notam as maiores alterações em relação ao título antecessor. Por exemplo, o sistema de regeneração de vida apresenta-se completamente redesenhado, sendo que agora já não necessitamos de encontrar health packs, e apenas temos que ter cuidado se o ecrã vai ficando vermelho ou não, sendo que neste último caso existe regeneração de vida automática após um certo tempo sem sermos feridos. Isto será uma boa novidade para os casual gamers, sendo que os hardcore gamers não precisam de se preocupar com esta alteração, pois garanto que a dificuldade mais difícil do jogo apresenta um bom desafio.

Além disso a própria movimentação dos soldados apresenta-se um pouco mais fast paced, mas ainda muito longe de qualquer Serious Sam, conseguindo por isso obter um estilo próprio de jogabilidade. Por sua vez, as armas também se apresentam com um bom nível de recoil e uma boa sensação de disparo, à excepção das pistolas que são underpowered e não apresentam recoil.

Tal como o que tinha acontecido no título original, na campanha de Call of Duty 2 viajamos em vários cenários reais de guerra sendo que se divide em três campanhas: A soviética, a britânica e a americana.

Na campanha soviética, que é na minha sincera opinião a menos interessante das três, lutamos com o soldado Vasili Koslov na defesa de Moscovo e na contra ofensiva de Stalingrado.

Já na campanha britânica lutamos com o sargento John Davis na luta no norte de África, sendo que voltamos a ter a combater ao nosso lado o Capitão John Price, uma das personagens mais icónicas da série. Também nesta campanha lutamos com o comandante David Welsh, sendo que nas suas missões controlamos tanques, muito parecidas às missões com tanques de Call of Duty. Estas conseguem introduzir alguma variabilidade mas não são tão interessantes de se completarem, muito devido a repetição constante de destruirmos os tanques inimigos de longe.

Mas é na campanha americana onde se situa o melhor nível, na minha opinião, presente nesta série até à data: o dia D. Este consegue ser ainda mais marcante que o nível do dia D de Medal of Honor:Allied Assault, pois além de desembarcarmos, ainda lutamos pela conquista para além da praia, o que não acontecia no MOH:AA. No resto de campanha americana o palco de guerra continua a ser França com a excepção do último nível, que ocorre na Alemanha.

Contudo devo dizer que quaisquer que sejam as estórias das três campanhas, estas são pouco apelativas e interessantes. No entanto a campanha é decente, acabando por ter os seus altos, muito devido ao design dos níveis e à IA competente.

Mas Call of Duty não se tornou na “fórmula vencedora” através da campanha, mas sim através da componente multiplayer. Esta apresenta um novo modo chamado Headquarters onde as equipas têm que conquistar partes estratégicas do mapa, sendo necessário por isso muito trabalho de equipa .

Além disso nota-se uma evolução na componente multiplayer onde podemos escolher mais armas para entrarmos no campo de batalha, bem como muitos mapas, extremamente detalhados. Mas o que mais gostei do multiplayer foi ver o quanto ativo, mesmo após 8 anos, se encontra a comunidade, tendo o multiplayer servidores de modos criados pelos fãs, como por exemplo os de parkour ou zombies. Os únicos senãos do multiplayer é que as slots das armas já se encontram predefinidas, ou seja, não podemos criar as nossas próprias slots personalizadas e que por vezes acabamos por entrar em salas com hackers.

Apesar de se apresentar um pouco datado e de apresentar algumas falhas, Call of Duty 2 consegue ultrapassar o patamar que o seu antecessor alcançou, muito devido às melhorias quer em termos de jogabilidade como de gráficos. Além disso, apesar do multiplayer não ser excelente, apresentou uma grande evolução relativa ao jogo original. Afinal de contas temos que considerar que “a fórmula vencedora” não foi feita num dia.

Prós:

Jogabilidade refinada

Ambientes detalhados

Comunidade dedicada

Dificuldade mais avançada
apresenta um bom desafio

Regeneração de vida

Nível do dia D

Contras:

Gráficos datados

Pistolas underpowered

Campanhas com estória fraca

Slots de armas predefinidas

8.8/10

Eduardo Duarte Ferreira

Minha análise-

Call of Duty Ghost é o novo jogo da franquia (call of duty) saido a Novembro de 2013 criado pela activision Infinity Ward que foi a mesma que criou a saga mordern warfare da mesma franquia.

Como o nome diz este jogo conta a historia dos Ghosts mas continua a seguir o género de first person shooter de cod com algumas melhorias que os jogadores de call of dutys anteriores vão concerteza notar.

E como seria de esperar call of duty tem o seu multiplayer que torna este jogo tão popular, trazendo novos modos sendo o mais notável de todos o “extinction” que leva o jogar a lutar contra ondas de monstros alienígena fazendo lembrar o modo zombie dos call of dutys feitos pela “Treyarch” mas na sua forma única e original.

call of duty Ghosts é um bom refresco da franquia (call of duty) que todos os fãs de shooters deveriam experimentar e encontrasse em quase todas as
plataformas de video-jogos incluindo as de nova geração.

Eduardo Duarte Ferreira

Call of Duty Ghost é o novo jogo da franquia (call of duty) saido a Novembro de 2013 criado pela activision Infinity Ward que foi a mesma que criou a saga mordern warfare da mesma franquia.

Como o nome diz este jogo conta a historia dos Ghosts mas continua a seguir o género de first person shooter de cod com algumas melhorias que os jogadores de call of dutys anteriores vão concerteza notar.

E como seria de esperar call of duty tem o seu multiplayer que torna este jogo tão popular, trazendo novos modos sendo o mais notável de todos o “extinction” que leva o jogador a lutar contra ondas de monstros alienígena fazendo lembrar o modo zombie dos call of dutys feitos pela “Treyarch” mas na sua forma única e original.

call of duty Ghosts é um bom refresco da franquia (call of duty) que todos os fãs de shooters deveriam experimentar e encontrasse em quase todas as
plataformas de video-jogos incluindo as de nova geração.

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