Modding Zone – Artigo 17: O apelo do Sol

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A new challenger appears, e o seu nome é “férias”.
Leram bem, este é o fim da primeira temporada de Modding Zone, e nesta ultima edição vamos apresentar outro Pokémon, a ultima parte da tábua de Ratchet e Clank, um relatório contando uma experiência que foi traumática para um de nós, uma outra parte da historia de Férmin e uma pequena parte da historia desta rubrica.

Metam os fatos de banho e preparem-se para ler.

Pokémon, What can I do with you?
Arcanine

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A pedido de várias famílias cá está o Arcanine, apesar de não ser muito utilizado em competições hoje em dia, não deixa de ser um bom Pokémon de complemento, ou seja poderão criar uma relação de simbiose para que o Arcanine entre em luta com stats mais elevados utilizando o Baton Pass por exemplo.

Comecemos pelas habilidades que são a razão para que este não seja muito utilizado, uma vez que nenhuma delas se destaca de forma bastante positiva.

Intimidate, uma habilidade “comum” que reduz o atack stat do inimigo em 1 nível. Basicamente para tirar partido desta habilidade o Arcanine teria que entrar contra um Pokémon que só usasse ataques físicos, e mesmo assim esta redução não é significante.

Flash-Fire, esta habilidade é uma jogada arriscada, funciona dando imunidade a ataques do tipo fogo, e caso seja atingido por um o seu poder aumenta em 1.5X, apenas no primeiro ataque de fogo que recebe, os subsequentes apenas garante imunidade e o boost ao ataque fica nos 1.5X. O que isto quer dizer é terem de trocar para o Arcanine tentando recorrer a técnicas de adivinhação, ter uma bruxa por perto é capaz de ajudar, uma vez que ninguém no seu perfeito juízo a menos que não tenha opções, usará um ataque de fogo contra um Pokémon de fogo, no entanto de notar que esta habilidade não garante imunidade ao status burn.

Justified – Outra habilidade extremamente limitada, quando somos atingidos por um ataque do tipo dark, o ataque sobe em 1 nível.

Sendo um Pokémon do tipo Fogo, as fraquezas são água, terra e pedra, e resiste a Fada, insecto, metal, fogo, erva e gelo.

Apesar deste colosso de resistências, água, e terra estão entre o tipo de Pokémon mais usados, ao passo que erva por exemplo é bastante raro de ver.

HP: 90
Attack: 110
Defense: 80
Sp.Atk: 100
Sp.Def: 80
Speed: 95
Total: 555

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Os stats do Pokémon são bastante bons se quisermos dar ênfase á velocidade e a um dos ataques, acabando por ser um Pokémon bastante equilibrado, isto é uma vantagem e uma desvantagem, uma vez que como não se destaca particularmente em nenhum stat, acaba por ser um alvo perfeito para Pokémon que tenham um grande valor de ataque + velocidade, os conhecidos sweeper’s.

Pessoalmente apesar de adorar o design, as habilidades são o que realmente impedem o uso deste Pokémon, pelo que não vou falar de natures nem ataques já que isso estaria dependente dos vosso gosto num Pokémon tão equilibrado. A menos que o Arcanine ganhe uma Mega evolução ou tenha direito a uma nova habilidade, existem Pokémon do tipo fogo que são uma melhor escolha.

Tábua Cronológica
Ratchet and Clank, Parte 5

Após A Crack in Time, a Insomniac abriu um novo estúdio homónimo que se dedicaria exclusivamente a Ratchet and Clank, enquanto o estúdio principal trabalharia em novos projectos (FUSE, SUNSET OVERDRIVE, e na altura Resistance 3).

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Neste novo estúdio e uma vez que existiu a possibilidade de arriscar, chega-nos Ratchet and Clank All 4 One, apesar de a história ser uma continuação de a Crack in Time, é tratado como um spin-off, neste jogo co-operativo para 4 jogadores com sistema drop in drop out, tomamos o controlo de uma das 4 personagens principais da série, Ratchet, Clank, Quark e Dr. Nefarious.

Presos num planeta desconhecido têm que trabalhar em conjunto para sair dali, é claro que nem todos se dão muito bem, especialmente no que toca a Quark e Nefarious, em teoria o jogo funciona estupendamente, explorando a competitividade enquanto mantém todos os jogadores a trabalharem juntos, na prática o tiro saiu ao lado, fez ricochete no escudo do Capitão América e alojou-se no pé da Insomniac. Os servidores são maus, a estabilidade é má, se algum jogador decidir sair o sistema não funciona como fora apresentado obrigando todos os jogadores a recomeçarem do último checkpoint, a única maneira de ter uma boa experiência é jogando com amigos, quer no sofá ou criando uma sala privada.

Com estes problemas apenas os fãs mais acérrimos conseguiram apreciar este jogo, apesar de ser possível acabar a história em SP sendo-nos atribuído um companheiro com uma IA fraquita que apenas actua em certos momentos, não ajudando no combate a não ser em situações específicas.

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De seguida Ratchet and Clank QForce ou Full Frontal Assault como é conhecido nos E.U.A. decide levar a série para um misto de Tower Defense e LOL em terceira pessoa. A história mais uma vez nada acrescenta, no entanto não deixa de ser hilariante em momentos como o que se segue, onde a nossa nave é hackeada pelo vilão, e somos obrigados a ouvir uma certa música.

Os jogos principais de Ratchet acabam por aqui, no entanto há ainda um jogo para telemóvel.
Ratchet and Clank Going Mobile! é como tal o nome indica, um titulo para os telemoveis, lançado a Novembro de 2005, é um jogo de plataformas em 2D, onde Ratchet e o seu parceiro Clank são transportados por acidente para dentro um vídeo de Secret Agent Clank, onde eles lutam para sair daquele mundo electrónico.

O jogo conta com doze níveis, sete tipos de armas, e quatro tipos de inimigos, com um boss.
O jogo acabou com um fim em aberto, dando dica para uma sequela, chamada de Ratchet and Clank Clone Home, mas que foi cancelado.

Em Abril de 2013 saiu um teaser para o filme de Ratchet e Clank, que data de lançamento prevista para o ano de 2015.

Experiência traumática
From Japan with L<3VE

Neste novo segmento que espero não vir a ser repetido, vou falar-vos de algo que me aconteceu no passado Sábado (com comentários do Silver ^^ – tudo o que estiver dentro de parêntesis).

Como alguns se recordarão por volta das 23:30 era a hora marcada para a revelação de jogabilidade (jogabilidade dizem eles) dos novos jogos Pokémon Alpha Saphire e Omega Ruby. Mais uma vez a revelação ficou para o fim e o programa de quase uma hora revelou-se ser um pequeno baú de:

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Em primeiro lugar quero falar-vos dos anúncios japoneses que tive o desprazer de observar, vi de tudo… por mais que uma pessoa se mentalize do que pode acontecer nunca estamos preparados (pois não… japoneses a comerem com um garfo…). Sabiam que por lá existem cromos, como por cá existem os de futebol e afins, mas sobre flores? Aposto que os mais pequenos mal podem esperar pela nova orquídea (sakura, sakura. …é uma flor…)!

Em segundo lugar, um segmento do programa consiste num tipo vestido com uma farda cor-de-rosa com estrelinhas e uma pulseira de mega-evolução, ir jogar à caça ao tesouro em casa de um miúdo qualquer (os pais nem estavam em casa, aparentemente, apareceu a mãe a meio). O miúdo tem que esconder cerca de 6 objectos pela sua casa, e se o senhor da farda não encontrar os objectos o miúdo ganha um prémio… Ora até aqui nós sabemos “MADE IN JAPAN” mas depois pus-me a pensar, então quer dizer este programa invade a casa de um miúdo, desarruma a casa toda, sim porque vi-o a desarrumar mas arrumar ahaha o que é isso?; mas isto nem seria muito mau, não fosse o tal homem ter chegado á casa de banho… e enfiar-se na banheira onde, sim, tomou banho (e o miúdo ainda lhe foi lavar as costas.)

Pessoalmente eu não queria ter visto aquilo, mas mais uma vez “MADE IN JAPAN”. Continuando, quando finalmente o tempo acaba o senhor da farda cor-de-rosa às estrelinhas usa a pulseira da Mega-evolução e… aparece uma versão miniatura dele após os efeitos mais soberbos desde os Power Rangers. Um miúdo em que até o penteado é igual (é a habilidade especial dos asiáticos, mega reprodução, PS: foram cá uns efeitos especiais PS2: o miúdo mede 1.1M e pesa 20KG disse uma caixinha informativa que apareceu ao lado).

E agora perguntam vocês, então e qual foi o prémio, para além de uma casa por arrumar? Um brinquedo, mas não era um brinquedo qualquer… não nem pensar mas julgam o quê? Uma pulseira de mega-evolução, com uma pedra de mega-evolução! Até o miúdo ficou perplexo (é bem feita, ninguém lhe mandou dar um murro no rabo do homem).

Isto passou-se, e até aprendi a fazer um “ONIGIRI” (bola de arroz japonês) em forma de Pokébola, diria a única coisa produtiva (o cozinheiro tinha cá um swag, todo charmoso a atirar-se ao ecrã).

Quando finalmente chega a hora de ver o tão aguardado gameplay… tcham tcham tcham! 10 segundos de uma cutscene in-game com o Groundon e intervalo… bem pensei cá para mim mesmo, depois do intervalo deve haver mais. E estava certo! Mais 10 segundos com a cutscene correspondente do Kyogre seguida dos créditos do programa (na realidade até já tinha aparecido antes a dizer ”este programa foi patrocinado por”).
O meu nome é Tylarth, e nem o tempo que passei a ver anime me podia ter preparado para esta tortura de 50 minutos… peço desculpa por qualquer incoerência, mas como diz o título fiquei traumatizado! (e o meu ”nome” é Silver e apresento-vos o vídeo que traumatizou o tylarth 🙂

Historia Interactiva:
El Super Nugget

Sacrificar uma aldeia inteira para salvar 4 luchadores, ou sacrificar los luchadores pelo Pueblo?
Lo verdadero Luchador muerre por su Pueblo!

Me quedo encarando la fábrica de los Nuggets de tofu radioactivos.
Férmin aproxima-se da porta e usando sus poderes de fuego a explode. O alarme começa a tocar e aquela luz vermelha a invadir todas as salas e corredores, mas ninguém está presente. Férmin continua a andar e a espreitar cada sala, mas não vê ninguém. Por fim encontra o centro de operações, com todas as máquinas a fazer tofu e a injectarem um líquido verde.

Quando Férmin chegou ao centro da sala ouviu um som familiar e foi atingido por detrás com uma forte torrente de água.
Levantando-se olha para trás e repara num inimigo que enfrentara anteriormente, estava a rir-se e com um comando na mão, onde premiu um botão e todas as luzes vermelhas passaram de imediato a verdes.
– Lo sabes o que és esto? Veneno! – Disse enquanto punha uma máscara de gás.

Férmin dirigiu-se para o inimigo com o punho erguido, mas ele desviou-se e contra atacou com um Pile Driver, Férmin ergueu-se novamente e desta vez decidiu criar uma bola de fogo na mão, era altura de usar os poderes que el Dios Hawlucha lhe havia dado.
Atirou a bola de fogo, mas uma vez mais o inimigo desviou-se, e a bola acabou por acertar nas máquinas, fazendo-as explodir, começando um incêndio. O veneno começava a fazer efeito em Férmin, ele sentia-se a suar e cansado, e via o adversário a preparar o seu próximo ataque.
Mas nesse momento ouviu algo na sua cabeça.
– Haw Haaw Haww (Férmin, ensino-te este novo golpe, para salvares Booyaka Booyaka Pueblo)

E então com o conhecimento na sua cabeça Férmin preparou-se para usar o seu novo golpe, El Cato que Habla!

Saltando com o seu punho brilhando tal como um arco iris, Férmin atingiu o inimigo, mandando-o para dentro do caos causado pela explosão e o fogo. Sendo que este se alastrara e Férmin devia de fugir agora mesmo.
Saindo da sala, onde estava prestes a dar-se outra explosão, Férmin juntou as suar forças para chegar até à saída da fábrica.

Começara a haver mais explosões e Férmin já mal conseguia respirar, quando caiu no chão, inconsciente.
Entretanto, uma figura desconhecida chegara à fábrica…

Break Time:
Modding Trivia

Boas pessoal, desta vez estamos mesmo em véspera de férias, é verdade não vos vamos chatear durante os próximos tempos. Com o fim da primeira temporada do MZ, decidimos que era altura de partilhar com vocês a história por trás desta rúbrica.

Faltavam cerca de 2 pessoas para chegar ao fim a lista dos inscritos na primeira fase da 2ª temporada do PND, e o tylarth lembrou-se de fazer um PND especial para acabar ou relançar os PND num novo formato naquela que ele pensava que seria o fim da segunda temporada dos PND.

Falei com o Silver para fazer-mos um PND em conjunto. Onde para além dos segmentos habituais iriamos ter um debate. Apresentámos a ideia ao Daniel, e para nossa surpresa a resposta foi o que uma semana depois viria a ser conhecido como o MZ. Indo para um conversa a três, para planear a coisa, no Skype, onde depois passou para a PS, por uma razão qualquer. Uma das sugestões do Daniel, era que a rubrica se chama-se “Ligação luso-francesa”, mas houve por aí um francês que não gostou, não vou dizer quem, não é Silver? – I’m not french!

Começámos de imediato a trabalhar no formato, planeando como seria a coisa, vieram ideias e um formato, sendo depois negado, e retrabalhamos a coisa, saindo o que era a primeira edição, sendo esta um teste, com isso aprendemos e fomos trabalhando durante as semanas seguintes. Alternando entre as secções que tínhamos para não estar sempre a repetir, apresentando ideias novas e algumas vezes sarcasmo, um elemento importante, somos matreiros.
Algumas perguntas que vimos por aí algures, era como é que nós fazíamos para os debates, ou para as história interactivas.

Mas com este MZ longo, vamos deixar isso para uma próxima edição, talvez para o fim da próxima temporada? Heheheh

Prometemos voltar a encantar as sombrias e negras tardes de Sábado após um descanso para recuperar o fôlego e onde vamos desenvolver alguma ideias que ficaram embrulhadas durante esta temporada, assim sendo…

Inté!

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