Antevisão – Monster Hunter Rise

Andava já há alguns dias para experimentar Monster Hunter Rise na Nintendo Switch desde que a Demo foi lançada pela eShop, mas com o estado da vida, acabei por não ter oportunidade para o fazer.

Curiosamente, a Nintendo Portugal teve a iniciativa de juntar os jornalistas portugueses para umas aventuras online através da Demo a que todos tinham acesso, o que foi a desculpa ideal para puder experimentar esta nova versão de Monster Hunter.

A Demo em si é bastante composta, com uma série de tutoriais que acabei por ignorar, mas onde se aprende as habilidades do jogo como trepar, usar o animal que nos acompanha como montada, entre outras coisas.

Antes de ir online, experimentei a dificuldade fácil onde era preciso matar uma espécie de Raptor. Este monstrinho ofereceu pouco desafio, mas permitiu ver que Monster Hunter Rise vai buscar muitos dos seus elementos a Monster Hunter World, misturados com outros da velha guarda. Felizmente, um dos elementos que está de regresso são os cenários abertos que podemos percorrer sem os loadings entre zona.

Em si, a jogabilidade é bastante similar à de Monster Hunter World, com a diferência notória da velocidade de movimentos. A personagem consegue utilizar uma espécie de bicho para criar ganchos e ganhar distância, subir elevações e mais importante, montar o cão/lobo que nos acompanha para usar como montada que além de ser muito mais rápido, não perde stamina e ainda nos ajuda em combate.

Quando a jogar online, fiquei contente de ver que não é obrigatório ter friend pass entre os jogadores e quando se cria uma sala, todos podem entrar usando um código geral. Tendo em conta que não existe um sistema de mensagens na Nintendo Switch, pode ser um problema combinar com outros jogadores caso não usem outras ferramentas como o Discord. Pode ser que exista novamente sistame de clãs que facilita este processo de juntar aos amigos.

As partidas online estavam sempre limitadas a 4 jogadores (como sempre) e correram sem grandes problemas, quer de lag, quer de ligações ao servidor. A primeira caçada foi em Easy e foi bastante simples, mesmo com novatos na equipa e jornalistas a testar armas diferentes (eu mative sempre a minha adorada Gunlance).

Foi a jogar contra o Mizutsune que a coisa se complicou. Em três tentativas não conseguimos derrotar o monstro uma única vez, o que seria de esperar tendo em conta as builds e a falta de prática com as funcionalidades introduzidas neste jogo.

Por fim, a nível da comunicação, espero que Monster Hunter Rise faça como outros jogos e inclua um mode de team chat através do próprio jogo. Era uma mais valia e todos sabem que Monster Hunter é sempre muito melhor com amigos e quando estamos todos à conversa e combinar estratégias.

Visualmente, por agora, Monster Hunter Rise parece ter perdido um pouco de espetacularidade visual que tinha em Monster Hunter World a correr em plataformas mais fortes. Por outro lado dá para perceber que tentaram complementar isto com um design de cenários mais focado na direcção artística e contexto. A fluídez também parecia bastante boa, sendo que a coisa que mais me irritou foi o facto das personagens não se calarem em combate. Pode ser algo que se desliga.

Como é óbvio uma antevisão é apenas isso e alguns sabem como tenho uma certa “guerra” com Monster Hunter Rise, mas isso é algo que terá de ficar para a análise. Por isso mesmo e por agora, vale a pena acreditar que este será mais um grande jogo de Monster Hunter.

Monster Hunter Rise vai ser lançado a 26 de Março em exclusivo para a Nintendo Switch. Podem contar com a nossa análise perto da data de lançamento.

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