Análise – Diablo 3 Reaper of Souls Ultimate Evil Edition

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Se há jogo que prova que o feedback dos fãs é algo essencial, esse jogo é Diablo 3. Depois de tantos anos em desenvolvimento, Diablo 3 ficou bem aquém das expectativas quando foi lançado, mas a Blizzard foi tomando as decisões correctas para remendar a experiência.

Vários anos depois do lançamento, Diablo 3 já sofreu várias mudanças, perdeu elementos chave e ganhou uma expansão. O caminho percorrido fez com que este fosse ainda melhor, mas isto é no PC.

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Eu sou um jogador que cresceu com consolas e por isso, para mim, jogar um RPG destes no PC quando cresci com Baldur’s Gate Dark Alliance e o maravilhoso Champions of Norrath, queria ver Diablo 3 nas consolas. Isto aconteceu com a versão original que não se portou nada mal, mas Diablo 3 Reaper of Souls Ultimate Evil Edition é claramente a versão definitiva e a minha favorita,

Diablo 3 Reaper of Souls Ultimate Evil Edition reúne todo o conteúdo de Diablo 3 e a expansão Reaper of Souls, adiciona co-op local, retira todas as limitações de ligação constante à net e tenta ser o mais acessível possível para qualquer tipo de jogador. Não restam dúvidas que as consolas ficaram bem servidas, especialmente as de nova geração.

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A versão que joguei foi a de PS4 e caso tenham lido a nossa análise original escrita pelo Lemos, não existe muito a acrescentar no que toca à jogabilidade. Ao contrário do apontar e clicar aqui movem a personagem para onde querem com o analógico e todos os feitiços e ataques estão associados a um qualquer botão. A acessibilidade e velocidade a que tudo decorre e como podem responder, roça a perfeição e a curva de aprendizagem é extremamente curta, sendo deixada à vossa vontade.

É interessante ver como Diablo 3 Reaper of Souls Ultimate Evil Edition é bem mais amigável para jogadores novatos, assim como deixa os veteranos explorar à vontade. Quando apanham uma arma por exemplo, podem ver as estatísticas brutas que dizem logo se é melhor ou pior e equipar de imediato, ou podem ir ao menu e ver de forma detalhada se preferem à vossa actual ou não, está ferramenta é ideal para jogos em grupo onde não querem gastar muito tempo a equipar armas e aborrecer os outros jogadores.

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Isto não quer dizer que este Diablo 3 seja mais fácil, pois continua a ter todos os modos de dificuldade e o Hardcore Mode, mas é certamente o mais acessível de todos e um bom regresso aos RPG de acção simples mas eficazes da era das 128 Bits.

Claro que a grande novidade desta versão é a inclusão da expansão Reaper of Souls, onde vão ter de fazer a campanha para matar Malthael e podem jogar com o Crusader. Como podem ver perlas imagens, está foi a classe que escolhi para a minha aventura principal e tenho a dizer que é a minha favorita entre todas as que estão disponíveis. A amplitude de ataques e magias fazem do Crusader a personagem mais versátil de todas e uma que vale a pena treinar ao máximo.

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Além da campanha principal que pede para ser repetida constantemente e em dificuldades diferentes, existe ainda o novo modo Adventure que retalha pedaços da aventura e vos coloca frente a frente com várias missões aleatórias e masmorra especiais compostas por vários segmentos do mundo. O Adventure é ideal para fazer jogos rápidos mais ocasionais e jogar com os amigos.

Apesar de não ser um jogo visualmente forte, Diablo 3 Reaper of Souls Ultimate Evil Edition ainda consegue ser bastante bonito na nova geração. Alguns efeitos de luz e água são soberbos, mas os modelos das personagens e muitos cenários estão bem longe do que já se viu nas novas consolas. De qualquer forma, a fluidez é constante e os tempos de loading são quase inexistentes. A banda sonora e vozes estão ao nível de qualidade a que a Blizzard já nos habituou.

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Eu sou muitas vezes criticado por preferir jogar um FPS com comando do que com rato e teclado e sei que o que vou dizer pode chatear muito boa gente, mas Diablo 3 Reaper of Souls nas consolas e nova geração é a melhor versão que joguei dele.

Se cresceram com consolas e não exploraram Diablo 3 até à exaustão no PC, PS3 ou Xbox 360, então esta edição é obrigatória, joguem sozinhos ou com amigos.

Positivo:

  • O jogo original e a expansão num sópn-recomendado-ana
  • Muito bem adaptado às consolas
  • Modo Adventure aumenta imenso as possibilidades
  • Bom para jogadores casuais e experientes
  • Longevidade enorme
  • Ideal para jogar com os amigos

Negativo:

  • Navegação nos menus com analógico nem sempre é preciso
  • Gravação automática parece aleatória em alguns momentos

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