Sábados de Loucura #28 – Trails of Cold Steel II

Esta semana posso dizer que fiz muito sem fazer grande coisa e continuar a não estar errado com a minha afirmação.

Estive doente. Doente do quê? Doente da vida.

E já que andava doente, certamente fiz a melhor decisão de tirar tempo para mim e descansar. E como descansei? Ao finalmente começar The Legend of Heroes: Trails of Cold Steel II que já tinha à minha espera desde que foi lançado (o remaster).

Mas antes de falar disso, e não, não vai haver spoilers, quero falar do dia de hoje.

“O que aconteceu hoje?” perguntam vocês. Nem sei. O portátil (que já é bem velho), simplesmente decidiu deixar de funcionar em modos, embora muito provavelmente seja falta de memória (como já disse, já tem uns anos em cima… get it?). Olho para o ecrã principal, consigo abrir o menu de iniciar, consigo abrir pastas (as muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito lento), tento abrir o browser ou encerrar o computador e nada. Anteriormente nem dava para abrir o menu de iniciar e apenas podia olhar para a minha imagem de fundo (que é esta para quem estiver interessado).

Sendo assim, não há nada que eu possa fazer. O portátil já é velho e não vou comprar peças adicionais para este, sendo que ficaria muito melhor adquirir um novo e barato portátil que continuaria a servir para o que era necessário… mas o dinheiro está curto. Fiz um restauro de sistema e supostamente está tudo bom… embora um pouco lento.

Voltando então ao Trails of Cold Steel II (sem spoilers).

Digo que neste momento estou prestes a terminar o segundo acto e que até agora tenho gostado do que tenho visto em termos de história, mas tenho apreciado o jogo ainda mais devido a outro motivo.

Já disse anteriormente que um dos pontos bons da série é o facto de cada NPC ter a sua história que vai-se desenrolando ao longo do jogo (basicamente a toda a altura em que a hora muda), e no primeiro jogo era sempre interessante ver outros estudantes e as suas diferenças sociais e também problemas pessoais que tinham, observando como tudo se desenrolava ao longo do primeiro ano na academia militar.

É tudo opcional mas que compensa para quem dar um pouco do seu tempo para conhecer todas estas personagens e as suas histórias. Certamente uma pessoa sente-se mais chegado a elas que a outros NPCs em outros jogos, porque temos de ir fora do nosso caminho todas as vezes para interagir com elas ao invés de apenas uma ou duas vezes no jogo todo.

E o que fica ainda melhor nesta sequela? O facto de voltarmos a encontrar essas personagens.

“Isso é normal.” Dizem vocês. Não. Normalmente os jogadores encontram NPCs que conhecem e nem querem saber deles pois estes continuam a dizer a sua linha de diálogo genérica. Trails of Cold Steel II decide fazer uma grande festa devido a esta reunião (o motivo da “festa” é spoiler), e o facto de o protagonista e as personagens reconhecerem-se é ainda melhor pois todo o esforço feito a interagir com elas no jogo anterior faz este momento ser ainda melhor pois existe alguns diálogos (não sei se são todos pois eu certamente falei com toda a gente no primeiro jogo) que podem ser diferentes dependendo se o jogador interagiu com essa personagem ou não no jogo anterior. É como estar a ver velhos amigos regressar, excepto que estes são simples NPCs mas eu continuo a importar-me com a vida deles.

Gostaria de falar mais sobre isto mas não me apetece ir buscar outra imagem para colocar aqui e separar o texto, e como estive o dia inteiro por de volta do portátil ainda nem tive tempo de fazer outra coisa qualquer.

Vejam aqui os 5 artigos anteriores:

27 – Limpezas de Primavera

26 – Napoleon

25 – It’s a Wonderful World

24 – Shaman King, Re:Zero e mais

23 – Mary Skelter

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