PS FIRST em Portugal | Quest of Dungeons na Nintendo – PN Mesa Redonda

Boas a todos e sejam muito bem-vindos a mais uma nova edição da nossa Mesa Redonda.

Esta semana, a Mesa conta com a participação do Daniel Silvestre e do Alexandre Barbosa, para falar de temas altamente nacionais.

Para começar vamos comentar a chegada do PS First a Portugal e depois avançamos para a chegada do jogo português, Quest of Dungeons, à Nintendo 3DS e Wii U.

Interessados em colocar perguntas ou sugerir temas para a Mesa? Coloquem tudo na zona de comentários em baixo.

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Elektrospektrus

A Ucrânia tem um bom número de estúdios de jogos! Mau exemplo xD Para além da GSC Game World e Frogwares, até têm lá a Ubisoft Kiev e a Crytek Kiev, por exemplo. Já se produziram lá vários AAA. Em Portugal nem temos ramificações assim. Só querem jogos mobile aqui, até porque é o que mais dá dinheiro agora. E a Holanda? Não jogaram Overlord? xD e ainda têm um monte de estúdios independentes com jogos conhecidos, como a Vlambeer. Mas tudo bem até que se fala em Polónia. A Polónia tem um indústria de produção de jogos enorme, nem precisava do The Witcher visto que tem Sniper: Ghost Warrior, da CI Games; Dying Light, Call of Juarez e Dead Island da Techland; Bulletstorm da People Can Fly; o futuro Get Even, da Farm 51… Até o Hatred, o The Vanishing of Ethan Carter, o Linger in Shadows (referido pelo Daniel noutro vídeo), o recente Layers of Fear e o excelente This War of Mine vêm da Polónia! Ah, e a série Two Worlds também é de lá. Esqueçam lá, a Polónia é o centro europeu de produção de jogos! Assim um país só com uma grande companhia… só se for a Croácia com a Croteam. Mesmo assim, já papa Portugal, que infelizmente é dos países com um peso menor no mercado de produção de videojogos (não mobile) na Europa.

Concordo com o Daniel no “faz dinheiro, bora ajudar” xD Porque é o que se tem visto por parte da RTP com os eSports. Mas também concordo com o Tylarth, o Estado nunca vai querer saber desta área nos próximos anos, até porque o preconceito é enorme. Por mim, juntavam as empresas todas e faziam um projeto maior como deve ser.

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