PróximoNível: Jogos do Ano 2014 – As escolhas do Silver4000

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Sejam bem-vindos ao meu Top 10 dos jogos do ano de 2014.

Antes de mais, fiquem descansados pois decidi deixar o Final Fantasy X HD de lado para dar a oportunidade a outros videojogos (mas fica aqui o lembrete que é o n°1 de todos os anos), num ano, que sem dúvidas nenhumas, deu bons motivos de compra da PlayStation Vita.

Caso não se recordem, este Top 10 reflete a minha opinião pessoal quanto aos melhores jogos do ano e não a do site nem da comunidade. Sendo que isso será feito no Top 25 entre ambas as partes no início de 2015.

Apresento então a minha lista.

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 10 – Hyperdimension Neptunia Re;Birth 1 (PS Vita, Steam)

A série Hyperdimension é recente, sendo que após um ano, o remake do jogo original chegou à Europa, tendo uma sequela e spin-off a caminho (mais uns quantos anunciados para o Japão), é uma série JRPG que começa a ganhar os seus fãs.

Se por um lado temos séries como Tales of ou Atelier, posso dizer que Hyperdimension é a que mais me interessou e agradou. Sendo que o seu crescimento nestes quatro anos de vida mostra o sucesso que tem tido.

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9 – Akiba’s Trip: Undead & Undressed (PS3, PS Vita, PS4)

Akiba’s Trip não é um jogo para todos. Foi claramente feito para o público Japonês, e só poderá ser apreciado por aqueles que tenham um conhecimento razoável tanto do mundo dos videojogos como da animação Japonesa.

Dito isto, faz todo o sentido Akiba’s Trip estar no meu top, para além do seu ambiente Otaku, a sua jogabilidade é tanto parva como divertida, sendo um jogo recomendável a quem quer passar um bom tempo.

Podem ler a nossa análise a Akiba’s Trip: Undead & Undressed aqui:

Análise – Akiba’s Trip: Undead & Undressed

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8 – Conception II Children of the Seven Stars (PS Vita, Nintendo 3DS)

Um jogo que faz lembrar a série Persona, Conception II sofreu uma recepção mista devido a isso mesmo.

No entanto a minha recepção foi boa, a maneira de como as batalhas por turnos de Conception II são feitas chamou-me à atenção, e é claro que o tema e a comédia à volta da sexualidade foi algo hilariante de se ver.

Podem ler a análise de Conception II Children of the Seven Stars aqui:

Análise – Conception II Children of the Seven Stars

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 7 – Sword Art Online: Hollow Fragment (PS Vita)

Apesar de Sword Art Online: Hollow Fragment não ser o melhor do género, faz uma boa adaptação do universo da série e é o principal responsável das várias horas que dispensei na PS Vita.

Foi claramente um jogo que me agradou imenso, e só não está mais acima no top devido ao seu pobre desempenho na portátil da Sony.

Podem ler a análise de Sword Art Online Hollow Fragment aqui:

Análise – Sword Art Online Hollow Fragment

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6 – Freedom Wars (PS Vita)

Fazendo uma entrada de peso, e levando imensos fãs do ocidente a pedir por um lançamento fora do Japão, Freedom Wars é só mais uma razão para possuir uma PlayStation Vita.

Não se pode negar que Freedom Wars conseguiu impressionar vários gamers, a sua jogabilidade, história e banda sonora são bem fortes.

Podem ler a análise de Freedom Wars aqui:

Análise – Freedom Wars

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5 – Hyrule Warriors (Wii U)

Algo que na minha opinião faz parte de ser homem e gamer, é a adrenalina e vontade de mandar gigantes e titans ao tapete, e claro, de derrotar mais de cem inimigos ao mesmo tempo.

Eu claro não sou excepção, numa brilhante parceria entre a Nintendo e a Koei Tecmo, Hyrule Warriors é uma experiência única (na série) tal como Skyward Sword foi com os seus controlos.

Podem ler a análise de Hyrule Warriors aqui:

Análise – Hyrule Warriors

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4 – Danganronpa Trigger Happy Havoc (PS Vita)

Danganronpa pode ser considerado a resposta da Sony à série Ace Attorney da Nintendo.

Tendo uma premissa bastante interessante que é muitas vezes mal executada em filmes e outras formas de entretenimento do gênero, Danganronpa é um must para amantes de mistério.

Podem ler a análise de Danganronpa Trigger Happy Havoc aqui:

Análise – Danganronpa Trigger Happy Havoc

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3 – Phoenix Wright: Ace Attorney Trilogy (Nintendo 3DS)

No que toca a Visual Novels, Ace Attorney talvez seja a melhor recomendação para os iniciantes, pois é mais acessível e claramente brilhante.

Quer tenha pixels, quer tenha tratamento ‘HD’, a história de Phoenix pelos mais diversos casos em tribunal será sempre excitante e capaz de prender o jogador à consola.

Podem ler a análise de Phoenix Wright: Ace Attorney Trilogy aqui:

Análise – Phoenix Wright: Ace Attorney Trilogy

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2 – Kingdom Hearts 2.5 HD ReMIX (PS3)

Contendo dois dos melhores jogos da série, era impossível Kingdom Hearts 2.5 HD ReMIX não estar neste top.

Novidade para uns, nostalgia e excitamento para outros, esta colecção volta a maravilhar vários gamers, tanto com as suas personagens, como a história, ou até a banda sonora. Apesar da idade, a jogabilidade action-RPG continua a ser boa.

Podem ler a análise de Kingdom Hearts 2.5 HD ReMIX aqui:

Análise – Kingdom Hearts 2.5 HD ReMIX

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1 – Middle-Earth: Shadows of Mordor (PS3, Xbox 360, PS4, Xbox One, PC)

Sendo fã das obras do Tolkien, Middle-Earth: Shadows of Mordor é o jogo que sempre quis da série.

Explorar a Terra Média e matar orcs a torto e a direito num combate em tempo real é um sonho tornado realidade.

As mecânicas de Assassin’s Creed e Batman Arkham, juntamente com o sistema Nemesis, deram uma jogabilidade brilhante a um dos jogos que só teve a ganhar devido ao pouco hype que recebeu.

Podem ler a análise de Middle-Earth: Shadows of Mordor aqui:

Análise – Middle-Earth: Shadows of Mordor

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Fiquem atentos aos próximos tops dos editores e para a escolha de tops da comunidade.

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Lfo

Dat Vita Love! Also remasters não deviam valer :/

tylarth

Acho que desde que tragam novo conteúdo e que os originais não tenham saído o ano passado não há problema. No caso do KH2.5 como é a edição final mix que não tinha sido lançada cá também acho que faz sentido.

Silver4000

South Park fica em 11° por certas razões (embora tenha tido uma luta renhida com o Hyperdimension).
Quanto aos remasters, isso foi algo que estivemos a discutir, sendo que concluímos em meter os remasters de jogos antigos e não de recentes (regra não oficial), tipo GTA 5, TLoU etc. E tal como o tylarth disse, no caso do KH (e do FF X2) jà que tem conteúdo novo sempre pode vir, o AA trilogy não o tem (para que só jogou a versão DS) mas pronto x)

Kaiser

The Last Of Us de novo só trouxe a adição do DLC (pelo que na PS3 ainda o
temos de comprar) e nesse caso concordo contigo quanto a não incluir remasters recentes.
Quanto ao GTA, joguei na PS3 quando saiu, voltei a
jogá-lo agora na PS4 do meu primo e o jogo está fresco. Não se fica só
pelo tratamento visual e melhorias na fluidez (que fazem uma boa diferença, tornando o jogo e cutscenes mais dinâmicas), como está mais detalhado (tendo um mundo ainda mais orgânico e vivo) e com mais conteúdo ainda, como a
planta que transforma os personagens em animais, a visão em primeira
pessoa e até o character design do online que são bons exemplos disso, são adições à jogabilidade! Por este mesmo caso é que acho que devem repensar melhor nessa “regra”, mas é apenas a minha opinião e espero que a vejam como algo construtivo.

Silver4000

Isso não sabia, só joguei a versão PS3 do GTA V.
O Lemos estava para o meter no top dele, mas como o jogo era mesmo recente (e até foi o GOTY do PN do ano passado) foi posto de lado.

Mas tal como disse, é uma regra não oficial, quem quiser pode meter, é mais para dar oportunidade a outros jogos e não estar a usar uns que saíram à cerca de 2 anos atrás.

Kaiser

Percebo completamente, a tua lista acaba por ser realmente o reflexo disso mesmo, tens 6 jogos orientais que não conhecia e há que dar também espaço a esses mesmos que a malta não conhece (tanto os orientais como os indies).

ednice

Alguem aparentemente curte de anime.

Marco Correia

THE NUMBER OF JAPANESE GAMES IS TOO DAMN HIGH!

Silver4000

Deixo a resposta que dei no Skype, para os outros verem:
Vê pelo lado positivo, foi um western que ganhou.

Miguel Santos

Só devia ai estar o Shadow Of Mordor para PS4, One e Pc, é que para a 360 e para a PS3 está uma m*rd :/

Silver4000

Hm… isso é um bom ponto, a meu entender as plataformas descritas é a dizer em quais o jogo saiu, e não o jogo é GOTY nessa plataforma (por exemplo o Conception 2 é bem melhor na Vita do que na 3DS, e tanto o Hyperdimension como o Akiba’s trip tem lá uma plataforma para a qual só foram anunciados ainda).

Como copiei o formato do Daniel não me lembrei de perguntar isso, mas penso que é mesmo só a avisar quais as plataformas disponíveis com o jogo.

Miguel Santos

Na boa 😉 Era mesmo só para “expulsar” a raiva que está dentro de mim, é que está mesmo manhoso xD

Kaiser

Mais de 50% da tua lista é-me desconhecida e por isso mesmo deixou-me curioso, porque normalmente nestas coisas o pessoal opta sempre por incluir os AAA.
Na minha lista deste ano deixo o Shadow of Mordor num óptimo lugar, porque realmente foi o jogo que mais surpreendeu toda a comunidade gamer este ano, no entanto acho que o 1º lugar fica a ser disputado pelo Dark Souls 2 e pelo Dragon Age: Inquisition.

Silver4000

E eu que esperava uma reação negativa por não ter metido jogos AAA famosos.
A série Dragon Age é uma a qual ainda não iniciei, quanto ao DS 2, joguei a beta e não me pareceu muito diferente do primeiro, e embora o primeiro tenha sido bom, não estava com vontade de voltar ao mesmo ambiente monótono e sem direção, por isso não o comprei.

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