Bem vindos a um novo episódio de Modding Zone, fazendo as contas, esta já é a 22ª edição, e de acordo com o ultimo PND, continuamos a ter imensos visitantes a cada novo artigo.
Indo para o conteúdo de hoje: temos novamente a Arca, desta vez feita pelo cosplayer de Indiana Jones mais famoso de Portugal, ShadowDust (que se recusou a oferecer uma imagem do cosplay para meter no artigo). Seguido de Modding Time, e por fim outra parte de PHPC.
Toca là a ir ler.
A Arca
– Killer 7
Há pouco tempo, no meu segundo artigo do PróximoNivel ao Domingo descrevi um pouco da minha história com este jogo e de como uma coisa frustante se pode tornar numa das melhores experiências que podem ter. Foi com Killer 7 que comecei a saga de jogos de Suda51 e desde aí que sou um fã acérrimo do criador.

– Chrono Trigger
Chrono Trigger é para muitos(incluindo eu) o melhor jogo da geração 16-bit. Joguei-o na altura numa Super Famicom e até hoje ainda me orgulho do facto de ter passado este clássico todo em japonês. História? Não fazia a menor ideia do que estava a acontecer nem como as personagens se chamavam, mas foram das melhores tentativas-erro que tive opurtunidade de produzir.
-Tekken 3
Nunca se esquece o nosso primeiro jogo na nossa primeira consola só nossa. No meu caso o escolhido foi o Tekken 3 para a Playstation 1. Passei várias horas a jogar o que para mim e para muitos constinua a ser o melhor jogo da série. Tekken 7 está aí à porta mas nada me vai fazer esquecer os 1-hit KO Punch do Paul Phoenix.

– Dust: An Elysian Tail
Jogos indies são um dos maiores motores da indústria hoje em dia. Dust: An Elsian Tail foi um jogo desenvolvido maioritariamente por apenas uma pessoa (apenas não fez a música e parte do guião). Sabia que o jogo era bom quando o comprei e se bom era ao início pelo fim conseguiu ser o meu jogo indie favorito. De sempre.
E a banda sonora também nao aleija.
– Persona 4
Este jogo teria que estar aqui. Aliás, qualquer coisa deste jogo teria de estar aqui. Seja a versão vanilla, a versão Golden, a versão Arena, a versão Arena Multimax, a versão Q…. Enfim vocês percebem. Não é qualquer jogo em que o meu save atinge mais de 350 horas, logo este não podia faltar.
Modding Time
Continuando o tema que o Tylarth falou há duas semanas atrás, no qual era para eu deixar uns comentários mas… esqueci-me…
Troféus, troféus, troféus…
Posso desde já dizer que me interessam, pois eu quando jogo, gosto de completar o jogo a cem por cento, e é por isso que vejo os troféus como uma outra coisa a completar.
Ora, se for numa playthrough normal, normalmente acabo por ter a maior parte dos troféus, pois como já referi, quero acabar com o jogo a 100%.
Mas depois existem sempre os troféus de fazer isto e aquilo, às vezes parvos, ou os do online.
Bem, indo por partes, eu nas antigas gerações jogava e voltava a jogar os mesmos jogos, sempre da mesma maneira e sempre contente. Nesta geração já não faço tanto isso, Será culpa dos troféus? Hum… Na minha opinião, é devido à falta de repetibilidade dos jogos. Poucos são os jogos que hoje em dia dão a vontade de voltar a jogar após serem concluídos.
Mas deixando esse assunto para outro dia.
Quando o troféu é sobre a campanha, ou colecionáveis, eu normalmente faço isso, a não ser que o jogo não me agrade, sendo que ai nem me importa não o acabar a 100%, mas isso é em casos raros.
Se os troféus são de fazer X ou Y, isso já depende, pegando no exemplo do AC Brotherhood, em dois, para ser concreto, um dos troféus é matar um guarda com uma vassoura, ora, eu fiz isso sem saber, simplesmente tinha encontrado um NPC com uma vassoura, que a largou quando me aproximei dele e reparei que podia pegar nela, penso que podem adivinhar o que me passou pela cabeça quando peguei em tal objecto (mas isso não faz de mim um psicopata, faz?).
O segundo exemplo é o de ir em para-quedas desde X a X, e esse já fiz com a intenção de o obter.
Qual a diferença entre ambos? São ambos triviais, mas o primeiro achei engraçado pois foi uma coisa que desbloqueei sem saber, e o segundo mesmo que fosse surpresa, não acho assim nada de mais ir de X a X.
Depois temos os de concluir em Y tempo, ou de nunca morrer, etc. Esses eu já não quero saber, só nos jogos que eu adoro e que pretendo ter a platina, neste caso, Kingdom Hearts.
E por fim os Online, os mais irritantes que pode haver, para quem queira a platina, pois porque estamos a jogar contra humanos e não NPCs aos quais já conhecemos os movimentos. Mas falando assim, até é um desafio às nossas habilidades; mesmo assim, não obrigado.
É claro que também gosto de ver os troféus da minha lista de amigos, assim sempre posso saber em que parte vão no jogo e o quanto completaram, para depois falar com eles. E desses amigos todos tenho um que tem a platina de todos os jogos, não é daquelas que compra tudo e mais alguma coisa, tanto tem uns duvidosos como outros bons, e só gostava de saber como é que ele faz.
No fim, não posso dizer que não gosto dos troféus, para além do design de alguns, gosto de ouvir o ‘plim’ e o troféu a aparecer quando completo o jogo em difícil ou acabo as coisas secundárias. Pois são uma prova em como fiz mesmo aquilo.
Pantsu Harem Party Club: Planos no telhado
O helicóptero passou por cima deles e Haru fez sinal ao helicóptero para dar meia volta e ir-se embora.
– Tshhk… – John olhou Haru nos olhos com uma fúria abismal.
– Então ó gaijin, para além de lerdo também és estúpido?
John manteve-se em silêncio enquanto cerrava os punhos, a sua respiração começou a intensificar-se e os seus maxilares rangiam. John correu em direção a Haru.
– Pff. – Haru desviou-se do primeiro murro e ergueu o joelho de encontro ao abdómen de John, este tossiu com o impacto ficando à mercê do próximo golpe que não tardou. Antes de sequer ter tempo para se endireitar, Haru juntou as mãos por cima das costas de John, e fê-las descer a toda a velocidade, John não teve hipóteses estatelando-se no chão.
Haru deu meia volta e começou a andar calmamente para as escadas, mas John ainda não acabara e agarrou num tabuleiro que Yukino tinha trazido da cafetaria com o almoço, e fê-lo deslizar pelo chão até aos pés de Haru que ao meter o pé direito sobre o tabuleiro escorregou caindo de cu no chão.
Haru levantou-se e sacudiu o casaco com a mão, depois olhou para John e deu meia volta indo-se embora, deixando John no telhado.
John sorriu e ainda com o telemóvel meio escondido na mão esquerda fez o upload do vídeo onde Haru escorregara no tabuleiro para as redes sociais. Ainda Haru não tinha chegado ao primeiro andar da escola, e já muitos tinham visto o seu glorioso bate-cu.
Nesse dia há hora do castigo os 3 entraram para a mesma sala, onde fizeram as tarefas de sempre em silêncio. Quando o tempo acabou, Haru saiu normalmente e dirigiu-se para casa enquanto que Yukino segurou a mão de John fazendo-lhe sinal para esperar um pouco.
Daí a pouco mais de 5 minutos, a sala enchera-se de raparigas e John estava cada vez mais envergonhado, apenas conseguia pensar em como tinha roubado cuecas a quase todas as raparigas naquela sala.
–John! Depois de muito falar-mos e discutirmos toda esta situação, decidimos um novo acordo, tu vais ajudar-nos a recolher todas as cuecas masculinas desta escola, quer gostes quer não, em troca poderás ficar com a tua coleção quando a recuperarmos e ainda incluo umas minhas… – Disse Yukino.
-Aaah… ok, suponho que possa ser.
Decorreu uma conversa sobre os planos de como iriam conseguir levar a cabo o plano de colocar pela primeira vez na história da escola, uma grande bandeira de roupa interior masculina e ainda recuperar todas as cuecas roubadas.
Enquanto isso, Haru chegava a casa, para ser logo abordado pelo seu gangue.
– Chefe Haru, o que é isto?
Mostraram-lhe o vídeo dessa manhã, onde Haru cai. ‘Aquele maldito’ pensou Haru, mas ele suspirou e respondeu.
– Deixem estar. De qualquer das maneiras, não ligo a golpes baixos.
Haru dirige-se para a porta quando é chamado novamente.
– E as pantsus de hoje?
– Ah isso, façam como quiserem.
Os membros do gangue ficaram sem palavras face a tal resposta, enquanto que Haru entrava em casa.
Ao entrar no seu quarto Haru voltou a ler a carta que recolhera da caixa do correio antes dos seus subordinados o importunarem, com um sorriso na cara.
”Para a semana vamos ser transferidos para a tua escola.”
No dia seguinte, sendo Domingo, não havia escola. E então Haru decidiu ir ao cemitério visitar uma pessoa.
Enquanto estava à frente da campa alguém aparece por trás.
Quem aparece por trás de Haru?
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Chega ao fim outro Modding Zone, lembrem-se que podem comentar e sugerir temas para a vossa rubrica de Sábado.
Até à próxima edição!



