Modding Zone – Artigo 7: Brothers e novos segmentos

modding-zone-7-pn
Ai ai (queria dizer em Inglês mas vocês ainda liam hihi), um novo Modding Zone aparece, não é selvagem, é amigável.
Temos novidades para este Modding Zone. Não há tema. Não, não há. E lá mais em baixo irão ler o porquê. Começaremos então com outra dica de Hearthstone, seguida de uma recomendação de um jogo, estreando um novo segmento, um vídeo, um outro episódio do Sonic na tábua cronológica, e mais um novo segmento.
E no fim uma mensagem para vocês.

Dicas de Iniciante:
Hearthstone Heroes of Warcraft

Desta vez trazemos o Paladino para vocês

modding-zone-7-pn-n_00001

O Paladin é um herói onde a característica dos seus minions é o Divine Shield (ficam protegidos do primeiro ataque), e o seu poder heroico é invocar um minion com 1/1.

Cartas a ter em conta:
Hand of Protection – Dá Divine Shield a um minion, é muito útil, e combinando com as cartas Taunt ainda melhor.
Lay on Hands – Para além de restaurar 8 de vida, permite sacar 3 cartas.

O melhor minion do Paladin é sem dúvida o Tirion Fordring, custa 8 de mana, com 6/6, Taunt + Divine Shield, e ainda possui o Deathrattle (habilidade activada quando o minion morre) que equipa uma arma com 5 de dano e 3 de utilização.

O Argent Protector também é um bom minion, pois oferece a um outro minion amigável Divine Shield.

modding-zone-7-pn-n_00002

Exitem outras 3 cartas para se ter num baralho de Paladin, Blessing of Might, que dá 3 de ataque a um minion, Blessing of Kings que dá 4/4 a um minion e Blessed Champion, que duplica o ataque de um minion.

Combinando essas 3 cartas com o Hand of Protection dá uma boa vantagem tanto sobre um minion inimigo forte, como uma vida extra. Se o minion que sofrer deste combo, receber um segundo ataque e sobreviver, podem usar ainda o Holy Light, que restaura 6 de vida ao herói ou ao minion (neste caso serie melhor escolher o minion), e usar novamente uma Hand of Protection ou um Argent Protector para dar Divine Shield ao mesmo minion.

O maior inimigo desta estratégia (e do Paladin em si) são mesmo as cartas com habilidade Silence. Visto que elas anulam qualquer habilidade, tal como o Divine Shield.

O Paladin é um herói tal como o nome sugere bastante protector daquilo que tem, o que quer dizer que tudo o que trazem para o campo é para estimar e caso necessitem de sacrifícios usem a sua habilidade especial para criar minions mais fracos. Devido às suas cartas se basearem em ampliação de ataque e protecção dos minions existentes, é bastante aconselhável terem minions fortes no deck idealmente cartas superiores a 4/4.

Recomendação:
Brothers: A Tale of Two Sons (jogo)

brothers-rev-top-pn

Brothers : Tale of Two Sons, coloca-nos no controlo de dois jovens irmãos, literalmente, pois controlamos ambos ao mesmo tempo, e isso é um dos pontos fortes no jogo, para além da sua jornada e locais magníficos.

Para controlar cada irmão usa-se cada um dos analógicos (esta opinião é escrita com base na versão PlayStation3), o analógico esquerdo para o irmão mais velho, o grande de azul, e o direito para o mais novo, o baixote de laranja. E ainda os botões L2 e R2 respectivamente. Que servem como botões de acção para cada irmão, puxar alavancas, empurrar portas, etc…
Os irmãos iniciam uma jornada para ir buscar um ingrediente para curar o pai que está doente.

Apesar de ter barulhinhos estranhos em vez de falas, consegue-se perceber o que está a acontecer com base na situação e reacção das personagens, aprende-se que o irmão mais novo tem medo de água, e que o mais velho se preocupa bastante com ele.

modding-zone-7-pn-n_00006

Ambos passam por lugares fantásticos em termos visuais, como umas minas ou uns glaciares, e é preciso prestar olho aos bancos, existindo um em quase todos os locais por onde passamos, se dispensarem de uns segundos e sentaremos irmãos, irão contemplar uma magnifica vista.

A jogabilidade pode ser um pouco confusa, ao controlar ambos os irmãos ao mesmo tempo, mas acaba por ser bastante boa para puzzles e para as ”boss battles”, sendo que deveriam existir mais dessas sequências.
Quanto à historia, esta está bastante simples, mas centra-se em volta dos irmãos e do seu crescimento enquanto pessoas. O que torna tudo ainda mais mágico é que o jogo nos faz parecer completos estrangeiros em férias num país em que não dominamos a língua, ou seja não entendemos nada e ao mesmo tempo entendemos tudo através de gestos e dos tons das vozes.

Dura no máximo cinco horas e está este mês grátis no PS Plus, por isso devem pegar-lhe e jogar se for o vosso caso, se não for peguem no martelo que o vosso piggy bank está demasiado guloso.

Podem ler a nossa análise a Brothers:  A Tale of Two Sons aqui:
Análise – Brothers:  A Tale of Two Sons

Porque sim:

Porque sim, é um novo segmento do MZ. Vão poder encontrar esta nova zona esporadicamente e exclusivamente da responsabilidade de apenas um de nós, o tylarth, nesta zona porque sim poderão encontrar então um texto que vos falará de algo, porque sim.

Então neste primeiro “Porque Sim!”, é o tylarth o responsável pelo desastre que se segue. Como se não fosse estranho falar de mim na 3ª pessoa.

Ora bem pessoal, eu gosto muito de ler, aliás é um dos meus passatempos predilectos, no entanto sou um daqueles leitores que quando vou à procura de um novo livro ignora completamente aquela secção que diz “EI, EI EU SOU NOVO AQUI!” ou “OLHA SÓ QUANTAS PESSOAS JÁ ME LERAM, NÃO TARDA FAZEM UM FILME!”. Simplesmente prefiro andar a vasculhar nos cantos mais escondidos das livrarias à procura daqueles livros que quase não se ouve falar, assim há cerca de 3 semanas dei de caras com uma série que se tornou no meu novo vício.

A saga da águia conta então com 11 livros editados em Portugal com o 12º a chegar brevemente e já editado no estrangeiro; nestes 12 livros é nos contada a história de dois personagens fictícios o Centurião Macro e o seu Optio Cato, pelas patentes militares (e se tiveres prestado atenção às aulas de história) provavelmente já adivinharam que estou a falar de uma saga passada no seio das legiões Romanas, a acção destes livros passa-se ao longo de alguns anos por volta de 42 a 50 e picos D.C.

Não podendo falar mais longe do que o terceiro livro da série, pois é onde me encontro neste momento, ou seja 3 semanas e cerca de 800 páginas depois; toda a história tem-se passado durante a invasão romana da então Britânia; não, não é uma rapariga, trata-se da terra que hoje conhecemos como Reino Unido; como não quero dar-vos spoilers apenas vos digo que caso gostem de história, como eu, e a civilização romana é um dos vossos tempos históricos favoritos, então estes livros não vos vão decepcionar.

Após este breve momento resta-me perguntar-vos então e vocês? Lêem mais que aqueles livros que eram/são obrigados a ler nas aulas? O que é que gostam de ler?

Press Play :
Living on the edge with Mirror’s Edge?

Tábua Cronológica:
Sonic Parte VI

modding-zone-7-pn-n_00005

Vamos então para a penúltima secção dedicada a Sonic the Hedgehog, a segunda parte dos jogos para consolas portáteis.

Com o lançamento da Nintendo DS, veio uma ideia devido ao poderio da consola e foi então desenvolvida uma demo para um jogo, o jogo chamava-se Sonic Dash, não confundir com o lançamento recente com o mesmo nome para plataformas móveis, o jogo consistia em tocar na figura das solas dos ténis de Sonic alternadamente enquanto no ecrã superior era possível ver Sonic a correr ao ritmo dos toques.

Após essa tech demo foi anunciado então o primeiro jogo de Sonic para a DS. Sonic Rush é lançado em 2005, uma mistura entre sprites e modelos 3D propagam-se ao longo de vários níveis. A juntar-se a Sonic nesta aventura temos Tails que funciona como um guia, e uma outra personagem jogável acompanhada por Cream the Rabbit que faz a sua estreia, Blaze the Cat, vinda de uma dimensão paralela para resgatar as Sol emeralds, vejam lá que também são 7.

Jogar como Blaze neste jogo é muito mais recompensador, isto por tem um maior leque de habilidades, pode flutuar durante alguns momentos, e já disse que consegue criar um tornado de fogo e que além disso corre tão rápido como Sonic? Mas seguindo em frente, o jogo apresenta um novo vilão vindo da mesma dimensão que Blaze, Dr. Eggman Nega, assim nesta aventura temos dois vilões, ambos com o nome Eggman.

Em 2006 é a vez de a PSP receber um jogo de Sonic, Sonic Rivals chega a esta plataforma e apresenta-se como um jogo de corrida por entre um cenário 2.5D, portanto temos controlo de uma das várias personagens que podemos escolher e corremos até ao fim do nível contra uma outra personagem, e depois temos o ocasional boss. Não há muito mais a dizer sobre este. Acabou por receber uma sequela, Sonic Rivals 2, que adicionou mais personagens e trouxe consigo uma vertente de equipa, agora corremos em equipas de dois, mantendo-se a fórmula anterior.

modding-zone-7-pn-n_00003

Uma sequela para Sonic Rush surge em 2007 com o nome Sonic Rush Adventure, este jogo coloca novamente Sonic e Blaze numa aventura, desta feita, na dimensão de Blaze, após uma tempestade e em alto mar, Sonic e Tails dão por si perdidos numa ilha, e após vários eventos, descobrem um pirata robótico (bastante parecido com Eggman) que tenta enfim, fazer a sua vida de pirata, e isso inclui fazer a vida negra a Sonic e companhia.

Algo que distingue Rush Adventure do seu antecessor são 4 tipos de minijogos, para viajar entre as várias ilhas disponíveis, podemos ir de mota de água, hovercraft, submarino ou de barco.

Mas Sonic não se ficou por aqui e pela primeira vez Sonic tem direito a um RPG, produzido pela Bioware, Sonic Chronicles The Dark Brotherhood é aquilo que muitos querem ver ter uma sequela o jogo controla-se todo com o touch screen, os combates são interactivos, cada personagem tem as suas habilidades e a história é interessante o suficiente para nos manter agarrados.

A partir daqui não houve mais nenhum jogo de Sonic original para as plataformas portáteis, apenas versões que acompanham os jogos das consolas caseiras.

No próximo MZ podem contar com um especial da nossa tábua, onde vamos encerrar a série Sonic chegando aos dias de hoje.

Modding Time:

Deambulando pelo teclado, não sei o que escrever, estando então a engonhar até chegar à décima linha, enquanto vejo se um assunto me aparece na cabeça, aparecem vários, mas nenhum que saiba como explorar devidamente. E é então que me ocorre, como será a vossa vida de Gamer’s daqui a uns anos? Acham que continuarão a ser Gamer’s ou que deixarão este lado da vossa vida por completo?

Espero eu daqui a 20 já estar casado, com um emprego e com filhos, tendo então 40 anos, não terei tanto tempo como hoje, onde até disponho de demasiado tempo infelizmente, para jogar, mas penso que continuarei a pegar em um ou dois jogos, com sorte a minha mulher será Gamer também, e penso educar os meus filhos quanto aos videojogos, e fazer partidas com eles também. Se 20 anos apos isso os videojogos continuarão comigo? Não sei…

Afterwords: Bem, sim este segmento tem o mesmo objectivo que o ‘’Porque sim’’, mas como ambos tivemos a mesma ideia ao mesmo tempo, ficou decidido cada um ficar com o seu nome e tornar esse segmento exclusivo para si, não tendo que avisar o outro quando quiser meter.
Ambos têm como objectivo de falar de qualquer coisa a que o autor esteja disposto.

PS: Estou desiludido por no MZ anterior ninguém ter dito ‘’The cake is a lie.’’
By: Silver4000

Mensagem:

Como sabem, desta vez não houve tema.
Porque é sempre complicado pensar em um mote que dê para ser defendido por ambos os lados, e o qual saibamos representar também.

Então temos como mensagem o objectivo de vos relembrar que podem dar sugestões sobre temas, e também para darem as vossas opiniões sobre os outros segmentos (idem ver os outros MZ para ver outros segmentos que não estejam neste), dizer quais os vossos favoritos e que gostariam de ver mais vezes.

Obrigado e até ao próximo Modding Zone.

 

O Modding Zone é uma rubrica semanal idealizada e escrita pelos membros da comunidade Tylarth e Silver4000. Os temas e módulos semanais são livres e podem mudar entre cada artigo. Podem sugerir temas e comentar em baixo.

Latest posts by Daniel Silvestre (see all)
Share

You may also like...

Subscribe
Notify of
guest
5 Comentários
Oldest
Newest Most Voted
Inline Feedbacks
View all comments
Alistair

Gostei! 😉
Conseguiram deixar-me com vertigens só de ver aquele vídeo… 😛 E o caminho para baixo?!
Tema possível: o espaço dos jogos na sociedade. Não sei é quantas pessoas seriam precisas, pois há perspectivas de apenas entretenimento, arte, educação, terapêuticas…

tylarth

Obrigado pela sugestão, a ti e a mim, eu e as alturas não nos damos muito bem xD.

Silver4000

Eu com uma sensaçao na barriga e depois sinto-me mal x)
Esse tema serà algo a ver, pois como disses-te hà varias perspectivas e então é sempre complicado pensar em quais representar melhor e isso.
Embora jà tenhamos feito um pouco num dos temas anteriores ”Violência nos videojogos”

Lfo

Brothers: Yeah!!!
That Ending: Not so yeah…

Silver4000

Pois foi… mas ao mesmo tempo viu-se um crescimento das personagens.

error

Sigam-nos para todas as novidades!

YouTube
Instagram
5
0
Would love your thoughts, please comment.x
()
x