Especial – Piores Filmes que as Namoradas podem obrigar-nos a ver no Dia dos Namorados

Aqui vai um breve especial para o dia de São Valentim. O top dos filmes que devemos evitar no Dia dos Namorados… e nos outros dias também. Convém fazer aquele sorriso amarelo de apreciação, e aplicar uma manobra de diversão estratégica para evitar a todo o custo o tormento de ver filmes exclusivos par o duplo cromossoma X. Evidentemente que nunca vi todos os filmes do mundo, nem tão pouco consegui colocar de lado a minha vivência, mas espero que divirtam-se com: Piores Filmes que as Namoradas podem obrigar-nos a ver no Dia dos Namorados.

 

5ª Lugar

Bridget Jones’s Diary

Tudo o que um homem pode desejar num filme, ver uma mulher insegura, desagradada, complexada e a queixar-se da vida de cinco em cinco minutos. Ou não. Renée Zellweger interpreta Bridget Jones, uma romântica britânica infeliz, que é disputada por Hugh Grant e Colin FirthBridget Jones’s Diary não tem um décimo do charme de Quatro Casamentos e Um Funeral nem um terço da comicidade de Nothing Hill. Maldito sejas.

 

4º Lugar

Titanic

James Cameron pode ter levado os Óscares todos para casa, mas eu ainda não lhe perdoei pelas três horas seguidas no cinema, aflitinho para ir à casa de banho (para juntar à festa, a maioria dos planos contêm água a escorrer por cima, por baixo e pelos lados). Fica para a história o maior romance do cinema, que na realidade só foi efectivado durante 24 horas… mas o suficiente para levar um jovem Leonardo DiCaprio a sacrificar-se por Kate Winslet, quando claramente cabiam os dois em cima do bocado de madeira. Mas pronto, Kate Winslet estava gorda que nem um texugo na altura. Titanic até que foi bom na primeira vez, mas a partir do momento em que conseguimos resumir em: “ele morre, o barco afunda-se…” acabou-se a vontade de ver outra vez.

 

3ºLugar

Dirty Dancing

Emile Ardolino realizou um dos filmes mais tontos da história da humanidade. Quem não se lembra com desprezo da cena de amor entre Patrick Swayze e Jennifer Grey? em que o tema em debate é: rigorosamente nada. Ou o plot mais “nhanhoso” do cinema, em que o drama está assente na incapacidade da personagem de Jennifer Grey para saltar. Fica para a posteridade a grande música de Bill Medley & Jennifer Warnes (I’ve Had the Time of My Life), e o redimir de Patrick Swayze em Point Break, se bem que em anos mais tarde.

 

2ºLugar

Saga Twilight

O que será pior? Ser obrigado a acompanhar uma história previsível e insonsa, ou ter de gramar com uma cambada de matulões em tronco nu? Se fossem as actrizes a passear em roupa interior, o pessoal não teria de enfrentar tantas horas de tédio numa sala de cinema. Twilight é uma história que consagra o que há de mau no cinema actual: as personagens são genéricas; os actores são miseráveis; privilegia o efeito sobre o conteúdo; as mensagens estão distorcidas; e explica a necessidade de existir caçadores de vampiros, mesmo tendo em conta que são inofensivos.

 

1º Lugar

The Notebook

Baseado no romance de Nicholas Sparks (Nicolau Faíscas), surge um dos filmes responsáveis pelo retrocesso da evolução humana. Ryan Gosling e Rachel McAdams dão vida ao casal mais indeciso de sempre, ora gostam um do outro, ou entretanto um deles vai à casa de banho e regressa com uma ideia diferente da relação. The Notebook é o filme que potencia a oportunidade de ouvirmos o desabafo de que “não somos Ryan Gosling”, e que o actor norte-americano é o arquétipo da perfeição. Nem com sabres de luz The Notebook conseguia proporcionar um bom serão.

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