Borderlands 2: Tiny Tina acusada de racismo

O politicamente correcto volta a atacar no mundo dos videojogos, sendo que desta vez as atenções estão viradas para a personagem Tiny Tina de Borderlands 2.

Para quem nunca jogou o jogo mais recente da Gearbox, Tiny Tina é uma rapariga com 8 anos com fascínio por explosivos, tortura, relações sentimentais com os seus brinquedos e uma forma de falar que engloba várias influências.

Foi exactamente através da forma de falar de Tiny Tina que Mike Stacco da Cryptozoic Entertainment (produtora de videojogos iOS) iniciou uma discussão no Twitter que foi prontamente dividida entre vários apoiantes e defensores.

“Hey. Gosto muito da narrativa de Borderlands 2. Mas a forma de falar falar da Tiny Tina que vai ao encontro da “rapariga branca que fala como gente de bairro” tem de sair.”

As respostas a este Tweet fizeram com o próprio presidente da Gearbox, Randy Pitchford e Anthony Burch, argumentista de Borderlands 2, tenham respondido prontamente:

Randy Pitchford: “A Tina não é racista porque vocês não são racistas. Vocês são um pilar de tolerância e inclusão.”

Anthony Burch: “Se a Tina for realmente problemática, eu altero-a. Não me convence que uma personagem seja racista por utilizar jargão como badonkadonk/crunk. Se estiver errado, gostava de saber porque.”

E vocês o que acham? Mais um ataque sem sentido à liberdade criativa ou a Tiny Tina consegue passar das marcas? Deixem os vossos comentários em baixo.

Daniel Silvestre
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