Análise: Man of Steel – Homem de Aço

Existem duas mitologias americanas: Star Wars e Superman. Podemos gostar mais de outros personagens ou preferir outras histórias, mas Star Wars é o paradigma da aventura espacial e o Super-Homem é o protótipo do super-herói. Dois marcos incontornáveis da cultura moderna ocidental.

Super-Homem poderia resumir-se a “Moisés com Extraterrestres”, mas também é o primeiro super-herói de banda-desenhada, uma entidade que soma todas as qualidades, virtudes e sonhos do homem comum. O Super-Homem tem força sobre-humana, voa, controla visão raio-x, dispara um raio laser e zela pelo bem-estar de todos os seres humanos, numa perspectiva puramente altruísta. Super-Homem é, efectivamente, o Homem perfeito.

A história do Super-Homem já foi vítima de várias adaptações. Na banda-desenhada, a lenda foi contada à luz de várias perspectivas, chegando ao cinema (os célebres filmes de Christopher Reeve), séries televisivas (Smallville), séries de animação, videojogos… até um reboot cinematográfico infeliz, que deu pelo nome de Superman Returns (Bryan Singer, cuidadinho com X-Men: Days of Future Past).

O entusiasmo atingiu patamares estratosféricos com Man of Steel, um projecto liderado por Christopher Nolan – o génio na origem da trilogia The Dark Knight e responsável pelo sucesso da nova vaga de filmes com super-heróis – escrito por David S. Goyer e realizado por Zack Snyder (Watchmen e 300). Na teoria, seria impossível reunir profissionais que oferecessem melhores garantias de qualidade.

Man of Steel começa ao sabor do filme de 1978. Krupton (o planeta de origem do Super-Homem) está em vésperas de ser destruído e Jor-El (interpretado por Russell Crowe) decide enviar o filho recém-nascido para o planeta Terra. A intenção é nobre, colocar o filho a salvo da destruição de Krypton e construir uma esperança para a raça. Kal-El é enviado para a Terra, onde é recolhido por Martha Kent (interpretada por Diane Lane) e Jonathan Kent (interpretado por Kevin Costner), dois camponeses que vivem no Kansas. Kal-El cresce como Clark Kent (interpretado por Henry Cavill na fase adulta) e enfrenta as dificuldades de integração, “naturais” para um estranho, oriundo de outra realidade.

Clark atinge a maturidade, enfrentando o conflito constante entre o impulso inato para praticar o bem (recorrendo aos superpoderes) e a possibilidade de ser descoberto. Todavia, a vida nas sombras e dos gestos de altruísmo clandestino serão colocadas em causa com a chegada ao Planeta Terra de Zod (interpretado por Michael Shannon), um dos sobreviventes de Krypton e inimigo mortal de Jor-El. O conflito entre Kal-El e Zod ditará o futuro de Krypton, do Planeta Terra e da raça-humana.

O elenco de Man of Steel é uma autêntica constelação de estrelas, com actores habituados às andanças dos Óscares. Para além dos actores anunciados, há ainda a sublinhar a participação de Amy Adams (na pele de Lois Lane), Laurence Fishburne (Perry White) e a talentosa Ayelet Zurer  (interpreta Lara Lor-Van). Apesar da qualidade do elenco, o filme não assenta a construção emocional dos personagens na representação e nos diálogos, enveredando pela verbalização da acção através do discurso (o que castra a troca de informações e conflito entre personagens).

Infelizmente, as interpretações não são muito mais do que secas, vazias de emoção e ocas de humanidade. O paradigma deste marasmo é a ausência de química entre Henry Cavill e Amy Adams. Os actores tinham tudo para resultar, mas o texto não proporciona diálogos e momentos que façam com que o “amor aconteça”. Quando acontece, é desconfortável e estranho.

A realização de Zack Snyder é algo de outro mundo. Existia a sensação de que só Snyder poderia imaginar as cenas de acção para um filme do Super-Homem, e essa noção correspondeu completamente. As cenas de combate são as melhores de sempre (será necessário recuar até à trilogia Matrix para que se possa ter um termo de comparação), os efeitos especiais são uma delícia visual e as opções de movimento de camara aplicam o dinamismo esperado.

A banda-sonora de Hans Zimmer não consegue incutir o impacto de outros projectos (The Dark Knight e Piratas da Caraíbas), mas desempenha a missão de sustentar a acção e credibilizar a nova vertente dark do Super-Homem. A edição pode ser motivo de debate, apesar de ser complicado apurar se os saltos cronológicos são oriundos do guião ou se são opção da realização, a decisão não fere o fio condutor entre os actos.

Man of Steel cumpre o prometido. Uma história sombria do ícone da justiça, explorando a temática do “peixe fora de água” e a diferença insuspeita entre o bem e o certo. A abordagem resulta e proporciona momentos com profundidade filosófica.

No balanço final, Man of Steel padece de alguns problemas (graves) para uma produção com um orçamento de 215 Milhões de dólares e 3 anos de produção. A noção de responsabilidade do Super-Homem é explorada de forma cinzenta, aplicando a desculpa de que as coisas nem sempre são cristalinas, ignorando a existência de virtudes imutáveis e decisões que não devem ser aleatórias. A onda de vaidade, que entupe os super-heróis com o lado sombrio, compromete a serenidade da narrativa e impede que os personagens responsabilizem-se pelas decisões que tomam. Em Man of Steel, os autores não tiveram ”mãozinhas” e ofuscaram-se em momentos cruciais.

Parágrafo dos Spoilers

Em que universo, um grupo de pessoas se dirige para um tornado? Toda a circunstância da morte de Jonathan Kent é incoerente e trapalhona, culminando na mensagem de que é mais importante manter um segredo do que salvar uma vida (?!). Teria mais impacto na construção psicológica do Super-Homem se a cena resultasse na aprendizagem de que, apesar de todos os superpoderes, não é possível salvar todas as vidas.

clímax também é desleixado, o que dá razão à insatisfação de Nolan. O Super-Homem mata Zod, uma decisão que vai contra a genética do super-herói – a decisão é discutível do ponto de vista ideológico, mas é coerente em relação ao restante filme – o problema reside no trivial da situação. Zod tenta matar alguns cidadãos (que podiam ter evitado a ameaça correndo uns metros para o lado), e o Super-Homem torce-lhe o pescoço. A cena não contém impacto (se o Super-Homem estava interessado em salvar vidas humanas, não teria destruído metade da cidade no confronto com Zod), a noção de perigo é pequenina e a decisão de matar alguém, que cria enorme impacto psicológico no personagem do Super-Homem, não é referida no restante filme.

Fim do parágrafo dos Spoilers

O principal inimigo de Man of Steel não é Zod, mas a conjuntura: a herança da Batman é pesada e manifesta-se (o plot de Man of Steel revive The Dark Knight); a Marvel consegue aplicar com maior acutilância a noção de entretenimento; e Man of Steel é contemporâneo de Star Trek Into Darkness, uma história superiormente realizada, bem contada, com universos visuais mais criativos e um vilão incomparavelmente mais interessante.

Man of Steel ficou abaixo das expectativas, os efeitos visuais não dissipam as asneiras narrativas, as dinâmicas entre personagens não existem e a moral da história não consiste numa epifania. Esperemos que Man of Steel 2 seja mais e melhor.

 

Positivo

  • Cenas de combate
  • Diane Lane
  • Opções de realização
  • Carisma do elenco
  • Edição
  • Epilogo

 

Negativo

  • Ausência de química entre Lois e Clark
  • Discursos em vez de diálogos
  • Ser dark não é necessariamente cool
  • O Super-Homem toma a decisão mais importante da vida e… nada 
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_GM_

Ok.. mal posso esperar para ver este filme.

Edgar Silvestre

vi coisas no filme que nunca tinha visto em cinema

_GM_

Dizes isso de forma positiva ou negativa?

Edgar Silvestre

de forma positiva. é visualmente fantástico

_GM_

Então vou esperar para ver o filme em 1080p 😛

LFO

Hum…Ayelet Zurer B|

Nirvanes

Todos pensam que podem ser o Chris Nolan x) Batman é outra coisa.
Mas vou ver mal possa!

Edgar Silvestre

mas é melhor do que o Dark Knight Rises

Marco Correia

ainda bem pois não gostei nada da saga do nolan.

Marco Correia

ei pá temos alguém a dar forte no dislike button xD. estamos lixados edgar 😉

Edgar Silvestre

Eu não faço dislikes Marco, foi outra pessoa. Também responsabilizo-me por tudo o que digo. Defendo o trabalho do Nolan com unhas e dentes no filme Memento. O Dark Knight Rises é de longe o pior dos 3 filmes do Batman, uma saga que tem um forte antecessor (os filmes do Burton).

Marco Correia

eu sei que não foste tu xD. mas está para ai algum fanboyzinho i think hehe

André O Maior

Isso é para rir? Fanboy??? LOL
Não fui eu que dei o 1ºdislike, mas dou o 2º. Nunca vi ninguém a ficar amoado por ter um dislike, por amor de Deus. Somos crianças?
Não gostar do Dark Knight Rises é uma coisa, não gostar da “saga do Nolan” como lhe chamas é outra completamente diferente. Se nao gostaste da saga só podes não gostar do super-herói Batman, porque os dois primeiros filmes estão muito bons, aliás, o segundo está absolutamente espectacular!

Marco Correia

agora que te chibas-te não tem piada, não amuei simplesmente acho hilariante os dislikes e depois nem dizem nada hehe. quanto a praticamente dizeres que sou obrigado a gostar dos filmes só porque gostas-te…………basicamente metes nojo só por dizeres isso, odeio isso por completo.

p.s: até gosto bastante de batman alias sou dc fanboy overall.

André O Maior

epah só para avisar que pus dislike, desculpa lá

Marco Correia

obrigado por avisares

Amnesiac

Uma coisa é discordar do que ele disse, mas até escrever um comentário a dizer o porquê, apresentando argumentos para isso. Outra coisa é dar feedback negativo e “esconder a cara”, sem sequer o justificar.
E qual é o teu problema quanto a ele não gostar da série do Nolan? Eu gosto muito do Nolan e do trabalho que ele fez com os filmes do Batman – acho que são dos poucos filmes de super-heróis que se preocupam realmente com o argumento e não só com os efeitos especiais e toda a grandiosidade do protagonista – mas se ele não gosta, o que posso eu fazer? É a opinião dele e, de certeza, que tem razões que a sustentam: pode não ter gostado do ambiente dos filmes, do rumo que o Nolan seguiu em comparação com os filmes do Tim Burton…

Edgar Silvestre

não caiam na tentação de achar que tudo o que o Nolan faz é espectacular. O The Dark Knight Rises tem erros (de escrita) gritantes. O Nolan também teve dificuldade em compreender a personagem da Miranda Tate e não teve arte para dirigir o Bale. O Michael Keaton oferece um Batman mais sombrio e fechado.

Amnesiac

Claro que não! Estou consciente dos erros que o filme tem. Aliás, o The Dark Knight Rises é o filme da trilogia de que menos gosto, prefiro os outros dois sem qualquer dúvida. Contudo, o Nolan tem mérito pela série que realizou como um todo, foi um bom reboot para a personagem do Batman, e o The Dark Knight é um grande filme de super-heróis com uma actuação fantástica do Heath Ledger.
Já agora, quando disse que apreciava o trabalho dele, não me referia apenas a estes três filmes. Adorei especialmente o Memento e acho que és incapaz de negar toda a genialidade envolvida no filme. É um daqueles filmes que te deixa um bom tempo a reflectir, mesmo após a sua visualização, sobre o que viste para encontrar respostas acerca do que, de facto, se sucedeu. E, ao mesmo tempo, marcou-me porque me introduziu ao cinema menos directo e mais “intelectual”.

André O Maior

Amnesiac eu não tenho problema algum com o facto de ele não gostar da saga, embora ache que se gostas de Batman gostas da trilogia. Ficar arreliado por ter 1 dislike é que já é acho bastante estranho. Dar um dislike é uma forma de dizer que não se concorda sem entrar em discussões.

O Dark Knight Rises pode ter erros e até tem alguns fails. Como é que o Batman volta a Gothan se a cidade estava fechada? Ya é o Batman…
Mas não o considero um mau filme e acho que fez uma boa ligação com os 2 filmes anteriores.

Por acaso todos os filmes que vi do Nolan achei espectacular. Adorei o Inception que ainda não falaram. Não é por serem dele, até porque tanto o Memento como o Inception só soube que eram dele muito depois de os ter visto.

Majinalex

Errado! Se gostas de Batman tens que odiar o 3º filme…é algo implicito XD

Marco Correia

TU……………TU…………..TU………és um tipo fixe xD. odeio tipos que vem com o tipico discurso “ai e tal eu gostei e muita gente também gostou por isso também tens de gostar”. a raiva que me mete meu xD

Nirvanes

Eu também gostei mais do outros dois por isso não é dificil. Mas a minha apreensão é mais para o super heroi em si… não gosto muito do Super Homem.

Tiago Ferreira

O filme foi muito bom mas também teve demasiados problemas na narrativa.

SPOILERS INICIO

Tal como disseste, o momento em que ele mata Zod foi muito estranho porque sempre disse para mim mesmo que a principal diferença entre a Dc para a Marvel era de os super heróis não matarem os vilões e sempre foi a principal razão de eu preferir a DC. No entanto, agora não sei o que pensar.
Em relação ao resto do filme, gostava que tivessem desenvolvido melhor a relação do Clark e Lois, senti que foi demasiado rápida.
As cenas de acção estavam espectaculares, só dispensava a parte em que apareciam tentáculos. Isso acho que não era mesmo preciso porque mais para a frente ia haver mais acção. Também achei muito estranho ele ter tanto cuidado com os humanos mas destrói a cidade toda enquanto luta contra Zod.
Adorei a realização, só não sou muito fã daqueles zooms que iam aparecendo, mas a forma que ele filmou em que a maior parte das vezes usava só uma câmara estavam muito boas. Então as cenas de voo…principalmente quando ele olha para o planeta Terra e sai da nave devagar e depois dá um impulso para o planeta, está mesmo espectacular.

SPOILERS FIM

A banda sonora foi boa e vai ficar na minha cabeça um longo período de tempo, mas senti que foi muito repetitiva.
Os actores também foram muito bem escolhidos, só não estava muito confiante quando vi a Amy Adams a fazer de Lois mas depois habituei-me.
Gostei também da forma como mostraram o passado do Clark em flashbacks.

Foi sem dúvida um dos melhores filmes de super-heróis, fico à espera de sequela e espero que, desta vez, tenham mais cuidado com o guião

Boa análise Edgar.

Edgar Silvestre

o Snyder valorizou o efeito sobre o conteudo. podia ter aplicado essa máxima em todo filme, sobretudo nos momentos que identifiquei na analise (se as mortes do Zod e do Jonathan Kent fossem em estilo, até passava) há mais plot holes, nomeadamente a origem da nave no glaciar, o conhecimento das pessoas de smallville sobre a existencia de um ET entre eles

Tiago Ferreira

Pensei que ia sentir falta do John Williams mas Hans Zimmer encaixou bem neste Super Homem.

Cerberus Batista

o filme esta mesmo excelente achei 5 estrelas muito realista mesmo falando de um filme de super-heróis e SPOILER no final eu concordo com a morte dele porque foi como ele disse tinha sido treinado desde que nasceu para combater é normal que o super homem não o conseguisse vencer com uma perna as costas para lhe dar a escolha da vida e da morte.
eu vi o filme mas tinha visto uma noticia que tinham dito que o tinham fundido a cara do henry como a do antigo super-homem(na parte que ele começa a voar) mas eu não reparei.

Lisandro Mrt

parecia mesmo a tal mulher do luthor do smallvile X)

Nirvanes

Porque é suposto ser ela. A Lana. O amor de infância do Clark!

Lisandro Mrt

não é a lana era a outra aquela que se apaixona-se pelo green arrow!

Nirvanes

Quem? Não sei de quem falas então xD

Lisandro Mrt

do smallville

Nirvanes

Isso eu sei, não sei de que personagem falas xD

Marco Correia

tess

André O Maior

Vi o filme este sábado e estava mesmo à espera de uma análise aqui do Proximo Nivel.
Sobre o filme… bem, foi de longe o melhor filme do Super-Homem que já vi. Gostei muito.
[SPOILER – inicio]
Não acho que haja alguma problema no facto do Super-Homem matar o Zod. O Zod tinha mesmo de morrer e salvar vidas inocentes parece-me (talvez a unica) justificação para matar alguém. Foi mau terem destruido a cidade toda, mas o SH não teve outra opção, se não lutasse o Zod destruía o planeta.
[SPOILER – fim]
Concordo plenamente que não houve quimica alguma entre o Clark e a Louis Lane, acho que não havendo espaço para o amor neste filme era preferivel terem deixado isso para a sequela, penso que tenha sido o ponto mais negativo do filme.
Não vou falar sobre narrativas ou argumentos, não tenho conhecimentos de cinema suficientes para isso 🙂
Boa análise Edgar, parabéns!

Nirvanes

Obrigado pelo Spoiler. A sério. Podias ter avisado.

André O Maior

Bahhhhh desculpa :S

Nirvanes

Pelo menos agora edita isso para não haver mais gente como eu… a não ser que não queiras que ninguém leia o teu comentário.

André O Maior

Já está. Desculpa Nirvanes, não me lembrei mesmo…

Edgar Silvestre

seria um spoiler se tivesse tido impacto

Edgar Silvestre

olá André. Agrada-me que o Zod morra pelas mãos do Super-Homem. Mas tinha de ser mais épico. Se ele colocasse a humanidade em risco, ameaçasse a mãe, ou se tivesse um plano… aconteceu da forma mais simplista que se pode imaginar (parece que estou a ver o guião: Zod aponta raio laser para cidadãos encurralados. SH torce-lhe o pescoço. FIM) É curto e o SH não sofre nenhuma transformação. Parece aquelas vitimas de bullying que se emancipa.Se o filme queria ser épico, tinha de ser épico nas situações também

Silver4000

O tipo é overpowered, o que esperavam?

Edgar Silvestre

foi o primeiro super-heroi, logo, escolheu os melhores superpoderes

Nirvanes

Eu achei uma tentativa fraca de transformar isto num Dark Knight e depois nada… eu acho que tentar ter um titulo tão sério como The Man of Steel, e depois fazer isto…

Negativo. Bem eu não gostei memso nada do epilogo… senti que estava tudo a ser contado à pressa para além de nos porem literalmente no meio dos acontecimentos. Teve uma evolução muito rápida. Como dizem em inglês ‘well that escalated quickly’!

Depois o mais ridiculo de tudo são as explosões e destruição na cidade provocada principalmente pelos combates. É toda uma destruição desnecessária no final e parece que não se passa nada… é triste. Por isso é que eu não gosto muito destes super herois OP.

Positivo, o Henry Cavil foi um cast quase perfeito para a imagem do SH. Consegue ter o look perfeito para o papel e desempenha bem o que tem de fazer… nada como o gajo do Smalville. Mais ao estilo do antigo SH.

Michael Shannon sempre em grande nos seus papeis!

A não tentativa de copiar tudo das BD’s… SPOILER – O clarck não trabalhar no daily planet durante todo o filme é porreiro SPOILER ENDING.

Eu gostei da relação da Lois e Clark, apenas arruinada pelo beijo… que não devia ter acontecido. Seria muito melhor ficando sem o concretizar da cena até porque o filme dá pouca enfase à relação nesse sentido. E eu gostei disso.

A frase final SPOILER – ‘Welcome to the Planet’ foi excelente, muito épico!!’

Edgar Silvestre

eu gosto da cena no Dailly Planet, foi a única vez que senti cumplicidade entre Clark e Lois eos óculos de massa resultaram pela primeira vez na historia. O meu problema com Zod é o facto de ter visto o Star Trek há duas semanas e tive a oportunidade de ver um vilão melhor interpretado e muito mais intimidante

Majinalex

Vi o filme, n gostei…plot holes e tal

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