Análise – Dark Souls 2: Crown of the Sunken King

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Lembram-se quando Dark Souls 2 foi revelado? Lembram-se quando a From Software disse que não haviam DLC nos planos? Pois bem, em menos de 4 meses, cá estão eles e tudo começa com Crown of the Sunken King, o primeiro de 3.

Dark Souls 2: Crown of the Sunken King foi claramente feito a pensar em quem, como eu, já não jogava Dark Souls 2 há algum tempo. Este DLC começa devagar e vai ficando progressivamente mais difícil à medida que a jornada avança.

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Infelizmente, esta jornada não é muito longa, podendo ir de um par de horas a uma dezena caso resolvam jogar sozinhos e explorar cada canto até ao infimo detalhe.

Claro que isto não é algo que vai acontecer a menos que joguem offline. A minha aventura começou solitária, mas não demorou muito até que me oferecesse para ajudar alguém ou permitir que me ajudassem, e em menos de nada já estava a derrotar o boss final da expansão.

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Algo que gostei bastante em Dark Souls 2: Crown of the Sunken King foi a forma como o cenário foi pensado e construído. Mesmo não sendo muito maior que uma zona completa da campanha principal, este é um cenário recheado de caminhos e atalhos que me fizeram lembrar da excelente construção do mapa do primeiro Dark Souls, é um regresso ao passado bem vindo.

A nova zona é bastante interessante, colocando vários templos ao estilo Inca numa gruta gigantesca. Quando chegam, conseguem ver tudo à distância, desde os templos às estranhas criaturas que se passeiam no lago inferior bem abaixo, e todos estes locais são visitados.

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Os novos inimigos são bastante interessantes, especialmente os soldados fantasma que podem ser derrotados com ataques directos de forma demorada, ou descobrindo o seu ponto fraco, algo que prefiro não revelar. É verdade que alguns inimigos aqui estão ligeiramente desajustados e os bichos do lago, por exemplo, são umas verdadeiras bestas difíceis de matar, ao bom estilo Dark Souls.

Outro ponto que não me agradou tanto também é a quantidade de bosses. Existem dois e são bastante lineares, além de que estão bastante próximos. Um boss opcional secundário era bem-vindo e ia incentivar ainda mais à exploração.

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Curiosamente, esta foi uma das zonas do jogo onde morri menos, e os inimigos estavam bem preparados para me receber. De qualquer forma, dei por mim a morrer mais por culpa de armadilhas, quedas ou emboscadas do que em combate, o que chega a ser forçado com a forte presença de plataformas que sobem e descem ao bater em alavancas.

Quanto ao visual, este não muda tendo em conta o conteúdo principal, funcionando apenas como uma extensão. De qualquer forma, o desenho e arte usados nesta expansão são bons e o tamanho amplo do cenário não afecta de forma terrível a fluidez.

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Os novos sons dos inimigos e da localização mantém a qualidade esperada da série e um certo cântico que acompanha a descida até ao templo é perturbadoramente agradável.

Para primeiro DLC de Dark Souls 2, Crown of the Sunken King tinha muito para provar. O resultado final é um grande DLC, com um bom cenário e bons desafios, mas que acaba por ser bastante curto, especialmente caso tenham boa experiência ou tirem partido das vantagens do online. Por isso, por 10 Euros, mais conteúdo seria mais justo.

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Positivo:

  • Zona bem construída que lembra o jogo anterior
  • Estilo visual do cenário
  • Atalhos entre áreas
  • Novos inimigos com técnicas novas
  • O Boss é a nova zona para farmar souls

Negativo:

  • Podem acabar em menos de duas horas
  • Muitas plataformas com quedas que dão dano
  • Não existe uma dica sobre a localização da entrada

pn-muitobom-ana

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