Agora que o antecipado jogo de Luis Antonio saiu, já lhe pude tomar algum gosto. Aparentemente, as críticas têm concordado que é um jogo único envolto de mistério e opções que requerem ter estomago.
Se já tinham visto o anúncio na E3, sabiam que iria ser um jogo num loop temporal, sobre uma calamidade. No entanto, os detalhes, simples e a jogabilidade, onde é só de apontar e clicar, fazem deste jogo algo nostálgico, logo à partida. O apontar e clicar, já sentia falta.
Ora, o jogo envia-nos numa encruzilhada de opções e faz-nos enfrentar várias alavancas emocionais nos primeiros instantes. No entanto, temos que estar atentos a todos os detalhes, porque vamos precisar deles para o… futuro? Não, para o recomeço! Ok, o nosso futuro. O recomeço da nossa personagem que está presa no tempo. Temos que aprender com o tempo que temos, para desfazer este nó.
E devo dizer, o design, há que se lhe dar valor. Minimalista. Pequeno. 80% útil. Ainda não terminei esta jornada, não devo estar longe, mas devo dizer que a atenção ao detalhe compensa. E se o detalhe existe é porque, provavelmente, terá que ser explorado.
Também temos alguma divagação ética. Aprendemos que a calamidade tem um motivo por trás que nos leva a duvidar do certo, ou errado.
Estas foram as primeiras impressões, já não deve faltar muito para o fim, mas sem dúvida vos recomendo a tentarem a vossa sorte
Se quiserem ver o trailer, aqui o temos:
O jogo já está disponível através da Xbox (Series, One e Game Pass) e da Steam.

