Sábados de Loucura

Há já um bom tempo que queria regressar com uma rubrica semanal para falar sobre vários temas, ou muito principalmente, sobre assuntos da semana e outras coisas semelhantes que viessem-me à cabeça. No entanto esta ideia sempre pareceu melhor sobre um formato de de podcast pois a interação com outra pessoa ajudaria a partilhar ideias e opiniões durante as discussões do que foi acontecendo durante os últimos 7 dias (ou dependendo de quando este podcast sairia).

Pode ser que essa ideia sempre venha a acontecer, por minha parte apenas necessito do material necessário e tempo que o resto logo se via, idealmente seria algo diferente de uma Mesa Redonda, se no final esse resultado era atingido ou não é uma incógnita. Entretanto ponho tanto essa ideia como outras que me tornariam na pessoa mais rica e popular do mundo de lado e vou focar-me naquilo que está à minha frente… que honestamente nem sei o que é.

Onde quero ir com isto? Será que vai a algum lado? Vai arrancar sequer? Tantas outras coisas que queria fazer, falar sobre e até criar mas tal como toda a criançada que nasceu na época de 90 já deve ter realizado por esta altura, o tempo não deixa a gente fazer o que nos bem apetece, e não me refiro ao Sol ou chuva. Mesmo que uma pessoa tente organizar coisas em antecedência e tenha ideias novas todos os dias, ao fim de algum tempo a disponibilidade para as realizar já não o que era antes. Por muito que gostaria de voltar à altura em que tinha material feito com vários meses de antecedência isto agora acaba por ser quase impossível, sendo que a ideia de lançar algo todas as semanas é ainda mais ridícula pois o tempo para preparar algo, garantir que está em modos, planear com as próximas publicações e ainda viver a minha vida não querem encaixar.

Sempre gostei de dar asas à imaginação e devido a isso aprecio todas as oportunidades que tenho para criar algo, mas por muito entusiasmado que esteja, e por muito entretido e colado eu esteja ao escrever isto, olho para o relógio e vejo que já é meia noite. Enquanto que no passado, e com isto digo literalmente no ano passado, eu não teria problemas e até faria o “sacrifício” de ficar acordado mais um pouco até as minhas mãos pararem, agora vejo-me forçado a fazê-lo mesmo que não queira pois necessita de acordar cedo para enfrentar as minhas obrigações enquanto adulto… E é assim que uma pessoa desvia-se do tema que queria apresentar enquanto prepara-se para enfrentar mais um dia monótono da sua vida.

A minha ideia era a de pegar numa notícia qualquer e comentar sobre a mesma, até que tinha ideias em mente não sobre notícias mas sim sobre uns quantos jogos que tem dado que falar por várias razões, mas eventualmente achei que Half-Life: Alyx seria o tema ideal pois existe umas quantas coisas a abordar. Não é necessariamente desta semana e também já será tarde quando falar dele para a semana (se o vier a fazer, e se criar mais uma rubrica ou até se chegar a publicar este). Mas por agora porque não continuar com os múltiplos assuntos que tenho mencionado sem realmente esclarecer nenhum deles? Talvez a rubrica acabe por ser isto mesmo, falar do que me apetecer (obviamente que não seriam só jogos tendo em conta a minha pessoa, mas percebem onde quero chegar).

Então, resumindo o que aconteceu até agora: desviei-me imenso do objectivo inicial, já estou a adiar trabalho para a próxima semana e secretamente comecei a planear maneiras de empurrar a rubrica para o outro pessoal para eu ficar com menos trabalho. E entretanto falei sobre ideias que tenho e que não tenho tempo de as concluir e até da falta de tempo que tenho tido desde o ano passado e de o meu baú de artigos ter ficado esgotado a meio deste ano. Ah! Também foi mencionado o facto de ter sido sempre uma pessoa que gosta de escrever e crias histórias, algo que faço constantemente na minha cabeça. Mas vamos deixar isso para outro dia.

Ultimamente não tenho pegado em grande coisa durante a semana, dedicando-me antes à jogatana no fim-de-semana. Os dois últimos jogos que terminei foram DOOM 2016 e South Park: The Stick of Truth, com o primeiro a ser bonzito, não fui grande fã das secções do Inferno, tendo apreciado mais o tempo que passei a explorar Marte. Já Stick of Truth foi uma melhor experiência, apesar de curta. A comédia foi em ponto tanto em piadas de jogabilidade como a sátira habitual sobre os tempos modernos, já para não falar de a jogabilidade ser boa e de praticamente ter feito uma build ainda a nível 3 ou 4 que tornou-me OP à medida que ia desbloqueando novos upgrades , um ou dois ataques era tudo o que necessitava para derrotar os meus adversários.

Tenho imensa coisa que quero jogar, as promoções recentes não ajudaram e 90% daquilo que tenho à espera são RPGs longos. Mas lá vou alternando entre plataformas e por vezes pego num género diferente ou num jogo que seja mais curto apenas para mudar um pouco de ritmo e pouco a pouco concluir a lista de espera que tanto inclui jogos recentes como jogos velhos. Posso não chegar a experimentar alguns que queria antes dos GOTYs ou de ter uma análise pronta antes do final do ano, mas certamente irei falar deles no futuro quando tiver oportunidade de lhes pegar.

Ao invés de continuar vou antes deixar uma questão para aquelas almas que atreveram-se a aventurar por este labirinto que não vai dar a lado nenhum, no entanto, prestes a desistir e a aceitar o vosso destino eis que a saída aparece diante de vocês e pergunta “O que tem feito durante a semana?”. Apenas aqueles que conseguirem responder é que poderão continuar.

Mathias Marques

Editor oficial desde Agosto 2014 Para além de videojogos também gosto de anime. Podem ver-me a apregoar sobre ambos os assuntos no site em forma de notícia, artigo ou análise. Tenho a sorte de encontrar momentos parvos enquanto estou a jogar, ou de os criar eu mesmo.

More Posts

Follow Me:
TwitterYouTube

Share

You may also like...