Sábados de Loucura

Oh hey! Entre uma semana ocupado a fazer certas coisas lá cheguei ao dia esperado e ainda não tenha apresentável para este rubrica semanal e ainda nem aos dois dígitos chegámos. É melhor começar a escrever ao acaso para parecer que o artigo é grande enquanto que na realidade é bastante pequeno apenas para enganar o pessoal que já foi enganado a ler isto, e vírgulas? O que é feito delas?

Ora bem, vamos ver o que aconteceu durante esta semana para saber se existe algo interessante que possa pegar ou se tenho de utilizar um tópico das minhas reservas, algo que honestamente até estava para fazer mas com a falta do tempo, e as insónias que tenho tido que não me deixam usar muito a cabeça (por isso ignorem qualquer gramática que não pareça estar correcta, prometo que não estou a utilizar as insónias como desculpa) não tive oportunidade de pensar bem no assunto.

E não, há muito que deixei de falar ao acaso apenas para fazer este artigo grande, simplesmente gosto de fazer as coisas desta maneira (este parágrafo pode ou não ter sido criado com esse intuito).

  • “Possível novo jogo de Batman“, eh, não esta´confirmado e também não estou interessado. Foram bons na altura mas agora acho que não iria apreciar tanto esses jogos.

 

  • Platinum Games e Tencent“, acho que é uma situação curiosa mas não me informei bem e o meu cérebro não o está a deixar, por isso também fica de lado. Curiosamente a Switch foi finalmente permitida na China mas o montante de jogos que possui são contados numa mão, e esses são region locked exclusivamente para a China enquanto que o resto do mundo tem jogos region free. Estranho, mas é a situação habitual da China. Apenas o referi porque a Tencent está envolvida.

 

  • Nocht quer fazer novos jogos ou criar nova companhia“, Minecraft é bom, quero falar do jogo algum dia.

  • Project F-Stop“, não há muito a dizer já que foi cancelado e tendo em conta que a Valve está a fazer jogos (ou pelo menos um) novamente nem interessa muito. Mesmo assim, estou curioso em ver que mecânicas este “protótipo” de Portal 2 possuía.

 

  • As notícias relacionadas com as consolas das três companhias não são relevantes, a não ser que queiram mesmo que faça um artigo sobre o logo da PlayStation 5… sério. Aquilo foi descrito como uma enorme mudança para a industria ou algo semelhante por quem estava a apresentar. Concordaria se fosse a Valve a falar sobre o número 3, mas qualquer outra companhia ou número não me interessa.

 

  • “Pokémon”, não. Estou farto de ver pessoal a reclamar que ninguém pode apontar falhar nos jogos e etc e ainda mais e outras coisas e não quero saber dos jogos. Nem vou tocar no tópico (já o fiz). Mas hey, remake do primeiro Mystery Dungeon, finalmente algo bom na série após tantos anos (ahahaha). Peguei na demo e o jogo está tal como me lembro, o que é bom, e recomendo a todos experimentem.

Esqueci-me daquilo que ia falar. No entanto lembrei-me que as regras desta rubrica era fazer o que bem me apetecia, por isso mesmo que não pegue num tema em específico acho que uma certa quantidade de caracteres é mais que suficiente para a quota. Certo?

Honestamente não tenho como dizer. Quer esteja a fazer isto no wordpad, word, ou até no site para agendar ou publicar logo de imediato, a quantidade de linhas que eu vejo enquanto estou a editar é diferente daquilo que vai sair no website. Por exemplo, o parágrafo anterior conta com três linhas durante a edição, mas quando o artigo for publicado vai ter pelo menos cinco. Então estou aqui eu a escrever, penso que fiz algo pequeno enquanto que na realidade é grande. E por vezes crio algo demasiado pequeno e penso que não é suficiente mas quando é publicado até que tem um tamanho normal. E agora começo a ficar com receio sempre que vejo parágrafos enormes durante a edição e começo a perguntar se devo deixar as coisas como estão ou se devo começar a enfiar mais imagens pelo meio, embora essa não seja a melhor solução para mim pois cada parágrafo tem um início meio e fim para mim, seguindo uma única linha de pensamento que apenas faz sentido se estiver tudo junto.

Olhando para o parágrafo anterior, podia ter cortado o mesmo quando escrevi “E por vezes crio”, eliminando o “E” e metendo antes “Por vezes crio” como um novo parágrafo. Ou então cortava apenas no “E agora começo a” que também ficava bem. No entanto a dinâmica não seria a mesma na minha opinião pois a linha de pensamento continua a ser a mesma enquanto que este parágrafo apenas pega no mesmo tema mas para apontar algo diferente.

Basicamente começo aquele parágrafo com a declaração que tenho um problema e no fim explico o porquê de ser um problema. Enquanto que por exemplo este parágrafo é uma conclusão destes últimos parágrafos que escrevi e por isso faz sentido que esteja separado do outro, embora também pudesse estar junto.

É a maneira como gosto de fazer as coisas, e pelo menos tenho de agradecer ao PróximoNível por ser aberto nesse aspecto.

Hm…. é meia noite, quero dormir mas sei que não vou adormecer até às 4 da manhã tal como nestes últimos dias apenas para acordar às 8. Quero continuar a escrever um pouco mais mas a minha cabeça está completamente esgotada e também a lista de vídeos aleatórios do YouTube que tinha a tocar como barulho de fundo.

Para não ficarem com a ideia de que desperdiçaram o vosso tempo fiquem com um clip promocional da adaptação live action da manga “Way of the House Husband” que foca-se num ex-yakuza que retira-se da sua actividade criminal para tomar conta das tarefas da casa. Esqueci-me de fazer uma notícia sobre isso (talvez ainda o chegue a fazer apesar de ser um pouco tarde) mas continua a ser hilariante por isso dêem uma vista de olhos que eu possivelmente vou dormir após “Devil Trigger” terminar de tocar.

Vejam aqui os 5 artigos anteriores:

6 – Internet

5 –  Jogos que queria jogar em 2019

4 – Xbox Series X

3 – Personagens realistas em videojogos

2 – The Game Awards

Mathias Marques

Editor oficial desde Agosto 2014 Para além de videojogos também gosto de anime. Podem ver-me a apregoar sobre ambos os assuntos no site em forma de notícia, artigo ou análise. Tenho a sorte de encontrar momentos parvos enquanto estou a jogar, ou de os criar eu mesmo.

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