PróximoNível ao Domingo T5 – Artigo 2 por Marco Correia

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OH YOU TOUCH MY TRALALA! OH MY DING-DING-DONG!

Mas que bela maneira de começar um PND. Sou o Marco Correia a.k.a 69killer a.k.a mckillerrules a.k.a mckiller1995 a.k.a mckillerlol (malditos MMO com os nomes de utilizador já em uso!).

Depois de muito ponderar sobre o que falar nesta edição do PND, acabei por escolher falar dos domingos em si.

Bem, os domingos para mim sempre foram aquele dia secante. Depois do magnífico sábado e antes da horrível segunda-feira, lá está ele, o mítico dia de ir visitar a família, de comer batatas cozidas com bacalhau (antes até gostava mas depois ganhei juízo), ir à missa, e de aturar os primos irritantes e mimados.

Ainda me lembro como se fosse hoje: estava eu a jogar na Playstation 2 de um primo meu e ele entra na sala armado em Rambo e tira-me o comando da mão. Eu disse-lhe “Deixa-me jogar!”, e ele respondeu “NÃO!”. De seguida, atirou o comando à parede – os analógicos a voar foi a única coisa engraçada. Devido ao barulho do impacto, os pais do meu primo vieram a sala ver o que se passava, e não é que o meu primo sacou o cliché dos clichés, começou a chorar e incriminou-me pelo o que se passou. O resultado foi eu ter de aturar os meus pais e eles ainda tiveram de pagar o comando. Como eu odeio crianças irritantes e mimadas…

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Ah! Ir à missa, como eu adoro fazer isso…

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Imaginem não acreditarem em algo mas serem obrigados e levar com isso pela garganta abaixo (não pensem em ordinarices seus tolos!), a não se importarem com o que pensas só porque não és “maior de idade”. Isso era o que eu tinha de aturar quase todos os domingos quando ia à missa. Felizmente a catequese até era porreira, tendo em conta que tinha lá amigos.

Antes, no que conta a TV, até nem era muito mau. Ok, a maioria dos filmes que davam era repetido, mas se fossem bons, eu até nem me importava.

Mas nos dias de hoje… oh meu deus. Alguém que me corte os pulsos com uma faca de barrar manteiga! Estar uma tarde toda a ver pimba/kuduro/kizomba em playback, acompanhado com 3 doses de apresentadores que não se calam com o raio do passatempo de casa, é simplesmente massacrador. Infelizmente, isto é algo que não vai desaparecer tão cedo, isto é, se é que vai desaparecer de todo.

Tudo isto era perdoável, mas o problema é que enquanto que estou a fazer ou a ver coisas aborrecidas, eu podia estar a jogar Kingdom Hearts, a ver Doctor Who, e a ouvir música electrónica, e isso eu não posso perdoar.

Resumindo, o domingo é aquele dia que podia não existir, mas, se não existisse, outro dia se tornaria no domingo.

Positivo

  • Posso ir visitar os meus primos…
  • Posso ir à igreja…
  • Posso ver os programas da tarde que dão em todos os canais generalistas…

Negativo

  • …mas eu não gosto dos meus primos.
  • …mas eu não sou religioso.
  • …mas eu não quero ganhar cancro em todas as células do meu corpo.

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E vocês? Gostam mais de domingo do que eu? Comentem em baixo.

Sérgio Batista

Membro do PróximoNível desde 2015. Tira fotos em demasia durante os eventos.

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