PróximoNível ao Domingo T2 – Artigo 19 por Lfo

Lion and lioness sleeping

Muito boa tarde pessoal, espero que estejam a ter um óptimo Domingo e que gostem do meu segundo PND. Ao contrário da minha primeira aventura em escrita de PNDs, este será uma versão Light, menos conteúdo, igual qualidade. Desta feita trago-vos uns temas que talvez já conheçam, outros que nem por isso. Sendo também um dos princípios destes artigos, o de dar a conhecer aos outros. Sharing is Caring.

Nesta semana começamos com uma das minhas mangas favoritas de sempre. Bleach.

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Bleach, Bleach, Bleach, Lixívia, Bleach, Bleach

Não é bem uma recomendação, pois já muita gente conhece esta série, é mais o eu dar a minha opinião sobre uma das minhas mangas preferidas de todo o sempre.

Bleach é então uma manga/anime, da autoria de Tite Kubo, que acompanho há imenso tempo, já desde os tempos do secundário. Comecei pelo anime, que estava “Hot” na altura e lembro que uma das coisas que mais gostava nele era o opening, bastante catchy, voice acting, personagem e humor característico no geral. Uma muito boa mescla.

A minha primeira ideia desta série inicialmente, era que era apenas mais um anime high-school, mas assim que me dei conta das espadas e tudo mais, a minha opinião mudou completamente, e à medida que ia vendo cada episódio, o meu gosto pela série ia crescendo a olhos vistos.

Em Bleach é nos dado a conhecer o mundo de Kurosaki Ichigo, que vive em Karakura Town com a sua família. O protagonista deste Shounen. Ichigo é aparentemente um rapaz normal sem nada propriamente sobre-humano em relação a ele, até que descobrimos que ele consegue não só ver, mas também como falar com os espíritos de pessoas mortas.

É logo no primeiro episódio do anime que a vida deste jovem rapaz muda drasticamente quando ele conhece a shinigami, Rukia, que digamos que lhe doa os seus poderes de shinigami, para ele poder lutar contra um hollow que estava a aterrorizar Karakura Town. Depois deste acontecimento Ichigo vê-se então com a tarefa de proteger a sua cidade, de todos os males e de todos os hollows que apareçam.

Ao longo da aventura de Ichigo, ficamos a conhecer melhor como funcionam as coisas no mundo de Bleach, localizações importantes para a trama, como Soul Society e Hueco Mundo, bem como os aliados com que Ichigo vai poder contar na sua demanda pela “exterminação” do mal ao qual o seu mundo está sujeito. Estes aliados são entre outros Ishida, Chad, Orihime a própria da Rukia, o enigmático Urahara-san, entre outros.
Hoje em dia infelizmente o anime já não está no ar, e pelos vistos não tem data para regressar. Bem resta-me a manga para ler semanalmente, o que é muito bom, apesar da acção andar a passo de caracol. Apesar de isto não ser uma recomendação, acho que deviam dar uma vista de olhos caso se tenham interessado.
BANKAI!

Vamos então passar ao próximo anime da tarde, Seitokai Yakuidomo. Um anime ao qual o Daniel vai fazer análise, e o eu estar aqui a falar dele serve também para fazer uma espécie de ponte. Pequenina ponte.

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Seitokai Yakuidomo” aka “Sex Jokes, The animation”.
Ah pois é, sex jokes, este anime está repleto de sex jokes. A forma de como cada “joke” é colocado em cena é absolutamente fenomenal e não de uma maneira pervertida como seria de esperar, quer dizer, as personagens são pervertidas por natureza, mas é isso que torna este anime tão único e ao mesmo tempo espectacular de ser ver.

Em SY, temos como protagonista Tsuda, um rapaz que se acabou de transferir para uma secundária, que antes era uma escola apenas frequentada por moças, por se situar mais perto de sua casa. No primeiro dia de aulas este jovem rapaz é “obrigado” a alistar-se na associação de estudantes da escola, pela própria da Presidente, Amakusa, a pervertida e alma desta série diria eu. O resto da AE é composto pela aluada e igualmente pervertida, Aria e a baixinha e séria Suzu. Estes são os personagens principais que compõe este maravilhoso tesourinho da televisão japonesa, aos quais se juntam uns outros tantos para formar um belo dum grupinho muito divertido.

Actualmente está no ar a segunda temporada, estando quase a chegar ao fim e aquele tipo de humor impar contínua presente e melhor que nunca diga-se de passagem. Bom, vou parar por aqui, espero que esto pequeno resumo sirva de uma boa introdução para a análise vindoura do Daniel.

Outro anime que também podem dar uma vista de olhos é o Infinite Stratos. Harem+Mechs basicamente, é engraçado e bom de ser ver, apesar dos clichés do género.

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O anime acaba por aqui, tempo agora para seguir para outro lado do planeta, para vos falar duma série que tenho vindo a acompanhar desde o início de 2014. Esta série é Shameless (US).

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(Atenção que alguns dos vídeos podem conter imagens ou cenas de carácter sexual ou violento, you have been warned).

Shameless US, é uma série televisiva que retrata o dia-a-dia de uma família (completamente) disfuncional dos subúrbios de Boston. É a versão americanizada de uma das séries mais populares de sempre britânicas, que contava na versão original com James McAvoy, sim esse mesmo, apesar de apenas estar presente em 1 de 11 temporadas.

Em Shameless US temos o contacto com os Gallagher, a tal família disfuncional de que vos falava em cima. Liderando esta família está o carismático borrachão Frank Gallagher, interpretado pelo incrível William H. Macy, e a sua filha mais velha, Fiona, uma jovem mulher, nos seus 20 e poucos anos que cuida e trata dos seus irmãos e pai, quando este se espalha ao comprido devido ao enorme estado de embriaguez.

Compondo o resto da “alcateia” temos Lip o aluno brilhante com queda para as moças e sarilhos, Ian, o tropa com queda para os rapazes e igualmente para os sarilhos, Debbie a moça inocente, Carl o Bully lá do sítio e ainda o bebé Liam. A juntar aos Gallagher temos ainda os vizinhos Kevin e Verónica que fazem um duo hilariante e ainda o namorado de Fiona, Steve que “funciona” como rocha para a Fiona quando esta está com vários problemas familiares.

http://www.youtube.com/watch?v=X5YKAkPnm7U

Já consegui pôr uns 5 amigos meus a ver esta série. Contudo não é uma série que recomende a toda a gente, devido às várias cenas de sexo, hetero e gay, bem como violência, dou por mim muitas vezes a desviar os olhos do ecrã, pois certas cenas são mesmo demasiado. A ter em conta que há um actor português que entra nesta série, é ele o Pepe Rapazotte, tem uma participação efémera mas com muito impacto na história. Actualmente já se encontra na 4.ª temporada e muita coisa mudou desde o começo, evolução dos personagens é bastante visível. O que é bastante bom.

Tempo de mudar outra vez de tema. E vamos agora à musiquinha gamer. Com uma banda sonora de um jogo que eu joguei há bem pouco tempo.

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O Daniel no PND da semana passada revelou que queria iniciar uma nova rubrica sobre as Bandas Sonoras dos nossos queridos Vídeojogos. Pois bem eu antecipei-me e aqui vos trago uma OST que me tem vindo a acompanhar nos últimos tempos, quer esteja a jogar League of Legends ou até mesmo o próprio Lightning Returns. É ela portanto a banda sonora do Lightning Returns.

É composta por temas absolutamente fantásticos, sendo os meus favoritos Nova Chrysalia, The Savior’s Words, The Arc, entre outros igualmente bons. É bem capaz de ser a minha OST favorita da XIIIlogy e é também para já a única das 3 que eu não possuo, já que não houve uma Collector’s Edition do LR à venda na Europa, contudo já a vi à venda na loja europeia da Square Enix, assim que tiver o “gil” necessário procederei certamente à compra da mesma

Se no meu primeiro PND vos falei da minha Sega Saturn, hoje vou-vos falar sobre a minha PS2 (Slim) que no final deste ano vai fazer 10 aninhos, clap-clap-clap.

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E foi portanto há cerca de 10 anos, que o meu Pai me prometeu comprar uma PS2. Não sei bem em que altura isto aconteceu, se foi no início do ano, no meio, só me lembro mesmo, é que no dia 31 de Dezembro a tive nas minhas mãos, finalmente. Desde o momento da promessa até esse mesmo dia vivi dias de grande emoção e felicidade, que se transformaram depois numa explosão de emoções.

Era então dia 31/12/04, eu e o meu saímos de casa para ir ao dentista, eu tinha uma consulta se bem lembro. Terminada a consulta fomos directos para a loja da especialidade mais próxima, não me recordo onde foi tal paragem, apenas que devido à época natalícia, já não restavam PS2 no estabelecimento. Fiquei triste, pensei que já não iria ter consola para jogar no final de ano. Foi então que meu Pai me diz se eu queria ir tentar em Coimbra (desta já me lembro), e lá seguimos viagem.

Chegados ao destino, entrámos na Worten e lá estava uma, a última, para minha enorme satisfação, mas para meu enorme descontentamento era o bundle do Singstar Party, mesmo assim disse ao meu Pai que era aquela que eu queria e foi aquela que trouxe. E ainda trouxe também o FIFA 2005 para casa, em falta do PES4, que estava esgotado na altura, outro grande descontentamento.

Chegados a casa, pousei a consola na sala, mas infelizmente não a pude jogar logo, já que tínhamos de ir ter com a família para o fim de ano, jantar e tal. Quando regressei, finalmente pude experimentar o meu brinquedo novo. Obviamente que comecei com o FIFA e fui experimentar o modo carreira com o Man Utd, fiz meia dúzia de jogos e fui dormir. No dia seguinte liguei-a e ía continuar a minha liga e não havia nenhuma liga para continuar. Foi aí quando me lembrei que não tinha o essencial para gravar jogos, Memory Card. Tinha-me esquecido de comprar um em Coimbra. Que valente facada que aquilo foi. Mas prontos uns 3 mesitos volvidos e já tinha o dito cujo, para gravar os meus joguinhos.

Posto isto seguiram-se inúmeros momentos de jogo com família e amigos, jogando um pouco de tudo que a biblioteca da PS2 apresentava na altura. Bons momentos, grandes momentos que com a Sega Saturn nunca tive.

Desde há uns tempos para cá que na IGN, os redactores tem andado a lançar os seus TOPs de jogos favoritos de sempre. E após ler alguns deles, resolvi também elaborar o meu próprio TOP.

E como tenho de novo nas mãos um PND para escrever, melhor oportunidade não haveria que esta, para partilhar convosco este meu TOP. Não sabia bem ao certo quantos jogos escolher. O normal é tipo 5, 10, 20, …, mas para ser diferente escolhi 23. E 23 porquê? Perguntam vocês. Por uma simples razão, faço 23 anos neste ano.

Apresento-vos então “O meu Top de 23 Jogos favoritos de sempre”
A ter conta que nesta lista só estão jogos que eu passei e apenas um de cada franchise, senão seriam 23 FFs (risos).
Comecemos então logo pelo “King of the Hill”, o meu jogo favorito de sempre, bem como o primeiro FF que alguma joguei, o FINAL FANTASY XII.

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Foi portanto com a 12.ª entrada que me iniciei nesta maravilhosa franquia. Infelizmente não tive uma Nes/Snes ou PS para me iniciar mais cedo, nem sabia sequer que já tinha saído o X para a PS2. O meu conhecimento naquela altura sobre videojogos era pouco ou quase nenhum. Mas bem foi então na Worten da Covilhã que dei de caras com a maior paixão da minha vida, no que a videojogos diz respeito.

Decorria o ano de 2007, e o tal do FF estava na montra dos jogos usados com uma pricetag de €40. Peguei nele, inspeccionei-o muito bem, estava em óptimas condições. Adorei a capa, um artwork lindo, lindo, lindo (viria mais tarde a saber que se tratava do Judge Grabanth, um dos Baddies do jogo) e as letras grandes da parte de trás: “Challenge an Empire, Liberate a Nation, Change the World” (palavras que me faziam lembrar Star Wars, uma das minha perdições daqueles tempos e neste caso viria mais tarde a saber também que o FF XII tem várias referências à Guerra das Estrelas). Foi então com estas duas razões que fiquei convencido e procedi à compra do jogo. Uma compra que foi feita às escuras, pois não sabia mesmo nada da série. E ainda bem que fiz tal compra e não o voltei a pousar na montra. Sabe-se lá qual seria hoje em dia a minha franquia preferida.

Os restantes 22 por ordem alfabética:
Assassins Creed II;
Batman Arkham City;
Brothers A Tale of Two Suns;
Dragon Age Origins;
Dragon Ball Z Budokai Tenkaichi 3;
Dragon Quest VIII Journey of the Cursed King;
Enslaved Odyssey to the West;
God of War III;
Kingdom Hearts ReChain of Memories;
League of Legends;
Little Big Planet;
Mark of the Ninja;
Metal Gear Solid 4;
Naruto Uzumaki Chronicles 2;
Ni no Kuni;
Portal 2;
Prince of Persia: Warrior Within;
Pro Evolution Soccer 5;
The Elder Scrolls: Oblivion IV;
Tomb Raider;
Trine;
Uncharted 3

E foi mais um PND à lá Lfo.
Não se esqueçam de deixar a vossa opinião na secção de comentários abaixo. Bem como o vosso TOP. Alguma pergunta, eu respondo.
Até uma próxima.

Epílogo

Como para a semana é o Silver a fazer o PND, se não estou em erro. Deixe-lhe um pequeno “presente”.
Ride Ze Shoopuff!
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Daniel Silvestre

Fã de jogos, filmes, anime e coisas do género. Jogo desde que me lembro e adoro RPG. Tenho uma grande colecção deles que tenciono acabar. Talvez um dia no lar da 3ª idade.

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