PN Jukebox #80 – Bloodborne

Com um PróximoNível Jukebox dedicado a Demon’s Soul e outro a Dark Souls o próximo passo óbvio seria o de falar não sobre as suas sequelas mas sim o seu próximo sucessor espiritual, Bloodborne.

Enquanto que os outros dois eram jogos mais lentos onde os jogadores necessitavam de observar os movimentos dos adversários para contra-atacar, Bloodborne tem um paço mais rápido e que encoraje o jogador a tomar riscos para vencer.

[Cleric Beast]

Confesso que não cheguei a terminar Bloodborne, e isto porque fiquei desapontado com o jogo. É verdade que os fãs da série Souls sempre gostaram de embelezar o quão difícil os jogos eram, e o mesmo aconteceu com a chegada de Bloodborne, onde os mesmos insistiam que o jogo era um bicho de sete cabeças.

Tendo jogado Dark Souls obviamente que sabia o quão os fãs estavam enganados. Nunca achei Dark Souls tão complicado quanto dizem, e definitivamente nunca cheguei ao ponto de dizer que um jogo difícil = Dark Souls (estou a olhar para ti Crash Bandicoot). Por isso eu sabia que o que os fãs pintavam sobre Bloodborne não era a verdade, mas mesmo assim acabei por ficar desapontado.

[Hail the Nightmare]

A questão é “Porquê?”. Bem, simplesmente achei o jogo bastante fácil. Não sou um pro de Dark Souls e nunca fui daqueles que decidiu fazer builds ou coisas do género, optando sempre por ter tudo a um nível igual. Não mudei muito no que toca a este aspecto, excepto que hoje em dia sou daqueles que coloca menos pontos em vida a não ser que seja absolutamente necessário.

Desde 2012/2013, altura em que joguei Dark Souls: Prepare to Die Edition, que não toquei em mais nenhum jogo da série, apesar de ter um melhor conhecimento em como este novo género funciona após ter completado um jogo desses, por isso não é que eu tivesse imensa prática quando peguei em Bloodborne, mas mesmo assim…achei o jogo bastante fácil.

[Moonlit Melody]

Talvez seja a diferente aproximação que Bloodborne tomou em relação à série Souls, que tinha um combate mais lento e onde resolvi usar um escudo, ou por ter colocado vários pontos na força, mas a minha experiência com o jogo não foi satisfatória. Mesmo as batalhas contra os bosses não foram um grande desafio, demorando no máximo 3 tentativas cada uma.

Um dia talvez regresse ao jogo. Em especial gostaria de fazer uma campanha em “Co-Op” apenas para ver o quão diferente a experiência seria. Mas por agora a vontade não é grande, e honestamente, quando se vê um jogo Souls todos os segredos perdem a força e o jogador acaba por não ser tão surpreendido ou desafiado como antigamente. Se-calhar o maior problema é a rapidez com a qual todos estes jogos tenham saído.

 

Acabei por não falar muito sobre a banda sonora ou o jogo em si mas mais na minha experiência com o mesmo. Algo que eu digo que também está bem pois é para isto que o PNJ também serve.

Mathias Marques

Editor oficial desde Agosto 2014 Para além de videojogos também gosto de anime. Podem ver-me a apregoar sobre ambos os assuntos no site em forma de notícia, artigo ou análise. Tenho a sorte de encontrar momentos parvos enquanto estou a jogar, ou de os criar eu mesmo.

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