Especial – 10 personagens que quero ver em Dissidia Final Fantasy

Dissidia Final Fantasy original foi um jogo criado de forma a comemorar o 20º aniversário de Final Fantasy, e que veio juntar personagens de vários títulos no que é o primeiro jogo de luta da franquia – eu sei que o Ehrgeiz existe, mas esse não conta.

Foi um jogo bem recebido pelos fãs, eu incluído adorei bastante o primeiro e a sua sequela, e tendo em conta que após estes anos todos foi anunciado uma nova entrada nesta série, o hype tem estado em alta. A Square-Enix prometeu cerca de 50 personagens, e tem vindo a anunciar umas quantas novas e velhas para a versão Arcade enquanto vão preparando as coisas para a versão PS4.

Sendo assim, decidi pegar em 10 personagens da franquia Final Fantasy (e de Kingdom Hearts também) que quero ver neste novo Dissidia.


Noctis Lucis Caelum (Final Fantasy XV)

Honestamente, é quase garantido que Noctis vai ser anunciado nos próximos meses. É do mais jogo recente da franquia, e o seu moveset é demasiado único para ser ignorado. Já para não falar que a personagem até se tornou bastante popular, tendo em conta que foi chamada de Sasuk… emo a início.


Nyx Ulric (Kingsglaive: Final Fantasy XV)

Normalmente existe um herói e um vilão de cada Final Fantasy no Dissidia, embora o segundo jogo tenha apresentado novas personagens e trocado lados a outras. Como não acho que o Ardyn Izunia seria assim tão bom, embora fosse interessante vê-lo a interagir com Kefka e UltimeciaNyx Ulric como protagonista dentro do mesmo universo também merece ter algum estrelato. Mas o moveset de ambas as personagens não deixa muito a desejar, pelo menos em comparação a Noctis.


Sora (Kingdom Hearts II)

Pode não pertencer a Final Fantasy, mas a série Kingdom Hearts já criou bastantes ligações com o mundo de Final Fantasy, ou neste caso, as personagens. Daí Sora fazer todo o sentido num jogo que vem juntar várias personagens do universo Final Fantasy, já que até as suas habilidades são boas o suficiente para adicionar mais variedade ao leque de lutadores (ainda para mais com Drive Forms e etc). Por sua vez, seria interessante ver a interação de Sora com Leon (Squall) e Cloud. Será que eles se iriam reconhecer (isto claro, partindo do princípio que fazem todos parte do modo história)?


Roxas (Kingdom Hearts II)

Podia ser o Riku, podia ser o Xemnas, ou até mesmo Axel que é bastante popular, mas acho que Roxas seria a escolha ideal. O moveset pode ser parecido ao de Sora mas existem diferenças, sendo a principal e mais importante o facto de Roxas ser mais rápido, uma vez que usa duas Keyblades (algo que se pensarmos bem não faz sentido, mas até hoje ninguém questionou isso). Verdade que, para além de velocidade, Roxas não oferece muito mais, ao contrário de Sora caso ele tenha as Drive Forms, mas não nos vamos esquecer que Roxas também é um boss com os seus próprios ataques, por isso sempre adicionava algo extra para as suas habilidades.


Auron (Final Fantasy X)

Vocês não estão a imaginar o quão awesome seria ter a personagem mais badass de sempre num crossover. Imaginem apenas ter o Auron a interagir com Jecht, com outros protagonistas da franquia e até vilões. DUDES! Eu preciso do Auron no jogo! A oportunidade é demasiado boa para a Square-Enix deixar passar! A atitude e respostas curtas do Auron são uma boa fonte para criar situações interessantes entre as personagens, ou se quiserem, metam o Auron e o Jecht (e Tidus se vos apetecer) sozinhos num canto na sua aventura durante o modo de história.


Zack Fair (Crisis Core: Final Fantasy VII)

Não é segredo nenhum que considero Final Fantasy VII secante, e que tenho Crisis Core muito em estima, daí ter preferência por Zack, que é uma personagem mais interessante que Cloud. Não tenho a certeza quanto ao moveset (não deverá ser muito diferente do de Cloud), mas em termos de personalidade e background seria uma personagem a ter em conta para a história do jogo.


Genesis Rhapsodos (Crisis Core: Final Fantasy VII)

A personagem meio que ficou esquecida após os eventos de Crisis Core, excluindo o secret ending do Dirge of Cerberus que… sinceramente nem sei para que foi feito, ao invés de uma tentativa de fazerem mais sequelas de Final Fantasy VII, penso que deve ter sido para meterem um pouco de fanservice. Por isso mesmo um jogo como Dissidia seria perfeito para um pouco mais de tempo de antena, e se quiserem até podem enfiar Angeal na história.


Seifer Almasy (Final Fantasy VIII)

Eu até diria para meterem o Laguna, mas felizmente isso foi feito no segundo Dissidia. Por isso apenas me resta enumerar Seifer, o rival de Squall, que praticamente podia jogar para os dois lados da historia uma vez que é uma espécie de anti-herói. Mas obviamente esta não é a única razão, Seifer mostrou que consegue ser bom o suficiente ao derrotar Odin com apenas um golpe, e tendo em conta a sua personalidade, iria haver vários momentos interessantes.


Uma personagem original (Dissidia Final Fantasy)

Sei que a história principal de Dissidia é a luta entre Cosmos, a Deusa da harmonia, e Chaos, o Deus da discórdia. Mas para além de enfrentar Chaos em ambos os jogos, nunca foi possível controlar nenhuma destas personagens, e se a ideia de 50 personagens fazerem parte do modo de história (coisa que começo a pensar que não vai acontecer) seguir em frente, acho que uma terceira equipa faria sentido. Pelo menos já seria uma boa desculpa para inserir Sora, Zack e outras personagens que não pertencem à timeline original das personagens principais.


Dante (Devil May Cry 4)

“Special guest Dante from Devil May Cry series” é algo que devia ser usado mais vezes. Se a coisa é séria, Dante é sério; se a situação tem um ar mais aparvalhado, Dante goza com a coisa; se é preciso ter beleza, Dante nem necessita de fazer cross-dressing uma vez que já é sexy o suficiente. Basicamente estou a encher o 10º lugar,mas se o Cloud pode aparecer no Smash Brothers sem razão aparente, porque é que o Dante não pode vir para o Dissidia?

Mathias Marques

Editor oficial desde Agosto 2014 Para além de videojogos também gosto de anime. Podem ver-me a apregoar sobre ambos os assuntos no site em forma de notícia, artigo ou análise. Tenho a sorte de encontrar momentos parvos enquanto estou a jogar, ou de os criar eu mesmo.

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