O que jogaram durante o mês de Março?

Chegamos ao fim do primeiro trimestre de 2018 e eu diria que já tivemos uma boa dose de jogos de qualidade para começar o ano.

Durante Março pude experimentar vários jogos diferentes. A começar com os lançamentos mais recentes, tivemos A Way Out, o novo título dos criadores de Brothers: A Tale of Two Sons. Já tinha saudades de jogar um jogo cooperativo em split-screen, e A Way Out utiliza esse elemento do ecrã divido de forma artística para oferecer uma experiência cinemática. Se forem fãs deste género de jogos, então arranjem um amigo de confiança para vos ajudar a escapar da prisão – ou para simplesmente fazer umas partidas de 4 em linha.

Outro destaque do mês foi Sea of Thieves que proporcionou alguns dos momentos mais engraçados que já tive este ano. Infelizmente, nem tudo é um mar de rosas. As primeiras horas do jogo foram bastante confusas devido à falta de um tutorial, e após estar mais ou menos orientado, apercebi-me rapidamente o quão escasso e repetitivo realmente é. No estado atual, Sea of Thieves é um jogo early access que custa 70 euros, por isso mais vale investir no Xbox Game Pass para o experimentar. Espero que a Rare não demore muito tempo a desenvolver mais conteúdo para o jogo, porque tem potencial de ser melhor.

Com Yakuza 6: The Song of Life a chegar em Abril, decidi regressar à série com Yakuza 3 na PS3. Ainda me lembro de experimentar a demo do jogo há 8 anos atrás, portanto estão a ver o tempo que levou até finalmente o jogar. Em relação aos títulos anteriores, continua a ser a mistura perfeita entre momentos dramáticos com ação over-the-top e missões secundárias ridículas, mas senti que a história foi um pouco filler. Seja como for, Yakuza 3 forneceu umas boas horas de diversão, e se Kazuma Kiryu consegue lidar com 9 crianças num orfanato, então ele não deverá ter problemas com um bebé. Em breve hei-de pegar no Yakuza 4 e só tenho ouvido falar coisas boas sobre esse.

Também tenho estado a jogar Bloodborne , um dos jogos oferecidos no PS Plus em Março. Tem sido interessante ver a minha evolução no jogo, uma vez já não estava habituado a jogar algo do estilo Souls desde o Demon’s Souls na PS3. No início, estava a ter dificuldades em adaptar-me, mas à medida que avanço e começo a apanhar o jeito, tenho ficado mais confiante e até mais entusiasmado em explorar áreas novas. Acho que é este o poder que um jogo Souls pode ter num jogador.

Para terminar, e não prolongar muito mais este artigo, ficam aqui as minhas impressões “fast-food” de outros jogos que também joguei este mês: compreendo agora muitas das críticas negativas a Yooka-Laylee após jogá-lo por umas horas; Gravity Rush Remastered foi uma surpresa agradável e tenho pena de não o ter jogado mais cedo; The Last Guardian teve demasiados momentos frustrantes que estragaram um pouco a experiência; The Order: 1886 não é perfeito mas gostava de ver uma continuação no futuro; e Chuchel é mais um jogo divertido da Amanita Design.

Então e vocês? O que jogaram durante o mês de Março?

Sérgio Batista

Membro do PróximoNível desde 2015. Tira fotos em demasia durante os eventos.

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