Opinião – As peculiaridades de Town of Salem

Ao longo dos últimos dias tenho vindo a jogar juntamente com o senhor Alexandre “Tylarth” Barbosa um jogo que alguns provavelmente conhecem, tanto pelo nome original “Town of Salem”, ou por jogos de fórum que adaptaram o nome de “Máfia”.

Num breve resumo, em Town of Salem vários jogadores recebem papeis ao acaso, sendo que o objectivo do jogo varia dependendo do vosso papel. Basicamente se fazem parte da facção “Town” então têm de apanhar os membros da Máfia, se fazem parte da “Máfia” tem de matar todos os outros residentes, e outros papeis “Neutros” com as excepções que possam haver.

Cada jogo dá até 15 pessoas por isso tanto podem jogar com estranhos ou com amigos, e antes do jogo carregar vocês têm de escrever um nome para usarem nessa partida. Quando a partida se inicia, apenas precisam de seguir as regras do vosso papel e ao mesmo tempo participar no chat.

E é basicamente nestes pontos que me quero focar. Antes de mais, a seleção dos papeis dita o que poderá acontecer nessa partida, o resto obviamente que depende de quem está a participar. Embora por vezes existem papeis que acabam por não ser os mais entusiasmantes, e outros que poderão ser bons ou novos para nós mas que nunca temos a oportunidade de experimentar porque acabamos por morrer logo no início.

Depois existem aqueles casos onde o lado onde calham (maioritariamente o lado da “Town”) são burros como a pedra, e em jogos onde seria fácil de ganhar, apenas temos que observar estupidez atrás de estupidez e suicídios porque não podemos fazer mais nada uma vez que fomos eliminados logo no início. O oposto também não é bom, nas raras vezes em que levam com pessoal demasiado profissional com a coisa e a partida acaba em menos de 5 minutos… tanto entusiasmo…

Mas nem tudo é mau, já que a quantidade de jogos “normais” que acabam por levar até é elevada. E aí cabe tudo à vossa sorte, a maneira como participam e o papel que têm, o que por vezes acaba por levar a um confronto épico onde aquela última pessoa que estão a tentar matar afinal é a pessoa com quem estavam a jogar. Ou então podem levar com um overkill de quase todas as mortes possíveis… bem, quem quer que fosse aquele tipo, ninguém gostava dele…

Mathias Marques

Editor oficial desde Agosto 2014 Para além de videojogos também gosto de anime. Podem ver-me a apregoar sobre ambos os assuntos no site em forma de notícia, artigo ou análise. Tenho a sorte de encontrar momentos parvos enquanto estou a jogar, ou de os criar eu mesmo.

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