Antevisão – The Legend of Zelda Breath of the Wild

Já lá vão alguns anos desde que The Legend of Zelda Breath of the Wild foi oficialmente confirmado. Nessa altura ainda era um jogo de Wii U e a Nintendo Switch era uma verdadeira incógnita.

Hoje escrevo estas linhas com uma mudança radical. Já vou com umas largas horas de jogo em The Legend of Zelda Breath of the Wild e tudo isto jogado na Nintendo Switch, com tudo o que isso oferece de bom e de mau. Na realidade, estamos a falar de coisas boas.

Já tinha jogado um pouco The Legend of Zelda Breath of the Wild antes, mas poder explorar o resto do mundo de jogo tem sido até agora uma experiência fantástica, embora que um pouco solitária e até vazia em algumas partes.

Grande parte do meu tempo tem sido gasto a percorrer longas zonas em busca do próximo objectivo, seja ele alguma missão, um templo por explorar ou um bando de inimigos que acabei por ver no horizonte.

The Legend of Zelda Breath of the Wild também é um jogo que se tem mostrado pouco ou nada fácil. No início, pouca coisa é explicada e a maioria daquilo que apanhamos e fazemos, é feito através de experimentação e descoberta. Os inimigos podem surgir com armas com diferentes tipos de dano, o que me apanhou desprevenido por várias vezes, acompanhado de um belo menu de Game Over.

Este é um jogo de conquista, onde precisamos de sobreviver e gerir tudo o que temos para não ser apanhado em situação de desvantagem. O facto das armas se poderem partir e de já não haver corações espalhados nas ervas, significa que é preciso pensar ainda mais, obrigando a recolher o que surge pelo caminho, num processo de recolha compulsiva de mantimentos.

Outra coisa que notei, é que tanto o mapa mundo como os pequenos templos e quase tudo o resto funciona num sistema de puzzles. Encontrar uma passagem, aproveitar o efeito das bombas ou do raio magnético, são formas de usar aquilo que o jogo nos dá, mas nunca chega a ensinar bem como fazer, o que cria várias oportunidades para explorar ou combater com respostas inesperadas.

Jogando na Switch, passei mais de 80% do meu tempo a jogar no modo portátil, de qualquer forma, seja na consola ou na televisão, The Legend of Zelda Breath of the Wild é um jogo bonito e impressionante. Vi algumas quebras de fluidez mais fortes a jogar na TV, mas nada de muito grave. Destaco por outro lado a banda sonora e som ambiente, que são simplesmente fenomenais.

Fazer uma antevisão de The Legend of Zelda Breath of the Wild é ao mesmo tempo fácil e difícil, pois existe muito que quero guardar para a análise, mas existe material suficiente para escrever uma enchente de parágrafos de seguida. Já não falta muito para podermos dar a nossa opinião final e nessa altura vão ficar a saber qual a nota que este novo Zelda merece. Vejam o vídeo no topo da análise para saber ainda mais sobre a nossa experiência.

The Legend of Zelda Breath of the Wild vai ser lançado a 3 de Março para a Nintendo Switch. Será lançada igualmente uma versão Wii U em breve.

Daniel Silvestre

Fã de jogos, filmes, anime e coisas do género. Jogo desde que me lembro e adoro RPG. Tenho uma grande colecção deles que tenciono acabar. Talvez um dia no lar da 3ª idade.

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