Análise – The Bridge

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The Bridge é um jogo que já fora lançado noutras plataformas mas que agora chega à Wii U com toda a força na eShop. O jogo foi concebido por Ty Taylor e tem tido uma recepção bastante positiva por parte da crítica especializada.

Ao contrário de muitos jogos, The Bridge vai revelando a história de um protagonista desconhecido que se vê preso num mundo de puzzles. Com o passar dos níveis vamos descobrindo mais sobre o mundo que nos rodeia e sobre o protagonista, aumentando o nível de interesse ao decorrer de cada nível.

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O conceito deste jogo de puzzles passa por chegarmos a uma porta como meio de passar para o próximo nível. Até lá chegarmos iremos encontrar pelo nosso caminho alguns problemas de travessia e até inimigos que nos irão impedir e colocar a nossa massa cinzenta a funcionar.

O ponto chave deste jogo centra-se na rotação que poderemos fazer dos cenários e que permitirá que a personagem chegue a certos sítios mais facilmente. Com esta rotação total do nível e que estará inteiramente ao nosso controlo, a personagem poderá andar em partes do cenário que não seriam suposto, mas também poderá mexer em inimigos – que são esferas com uma cara assustadora – e fará com que estas também nos matem facilmente.

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O design dos níveis foi bem pensado durante grande parte do jogo. Existem alguns maiores e outros mais pequenos, não havendo um tamanho padrão, e o nível de complexidade irá aumentar consoante a nossa progressão. Para além de podermos mexer com a nossa personagem, iremos também mexer várias vezes com a posição dos inimigos para impedir a nossa morte, portanto certas partes que parecem solucionadas facilmente irão levar-nos mais tempo do que o planeado.

Este é um jogo que não possui uma grande longevidade, tendo quatro capítulos com seis puzzles cada, mas certos desafios irão roubar-nos algum tempo. Não é um jogo com um nível de dificuldade muito grande, mas também não nos dá a solução de mão beijada.

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Um dos pontos de destaque neste jogo é a apresentação no geral. Tal como as imagens poderão revelar, é um jogo com uma apresentação bastante sinistra, desde a cara dos inimigos até aos cenários onde o preto e branco dominam por completo. É também baseado na arte de M.C. Escher que desenhava várias peças num tom surrealista.

The Bridge é um bom desafio e uma experiência interessante que poderia ter sido melhorada com uma longevidade maior. Os puzzles e o ambiente estão bem desenhados e esperamos que o segundo jogo consiga melhorar nos aspectos menos positivos.

Positivo

  • Apresentação e direcção artística excelente
  • Bons puzzles
  • Jogabilidade simples

Negativo

  • Fraca longevidade
  • Alguns quebra-cabeças pouco desafiantes

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