Análise – Fate/EXTELLA: The Umbral Star

Apesar de não ter jogado muitos jogos deste género, posso dizer que me tornei uma grande fã. Podem dizer que é monótono por termos de fazer a mesma coisa várias vezes, mas para mim são divertidos. Fate/EXTELLA: The Umbral Star é o primeiro jogo de Fate a chegar à PS4, e não desilude enquanto um jogo ao estilo de Dynasty Warriors. Sou bastante fã da franquia de Fate (apesar de não ter tido a oportunidade de jogar os anteriores, infelizmente) e estava muito ansiosa por experimentar o novo jogo.

Fate/EXTELLA: the Umbral Star retoma a história a partir do fim de Fate/Extra, após a guerra do Holy Grail. A história do jogo divide-se em três, cada uma contada a partir da perspectiva de três personagens diferentes: Nero, Attila e Tamamo. A nossa personagem é a ou o Mestre (Master), dependendo do género que escolherem (masculino ou feminino). Algo que achei interessante é que dependendo da história que escolherem jogar, as personagens que são vossas aliadas numa história, podem ser as vossas inimigas noutra, dependendo da perspectiva da história que seleccionarem.
Assim que as batalhas começam, vocês jogam num cenário e têm centenas de inimigos que terão de derrotar para avançarem no mapa. Se são fãs de jogos do género, sabem que neste tipo de jogos os vossos ataques são mega poderosos comparados com este género de inimigos (em que têm batalhas de 1 vs 1000 como um exemplo) e são esmagados em segundos. Quanto a ataques, têm quick attacks e strong attacks. Podem limpar o cenário com quick attacks, mas têm combos interessantes onde podem usar uma mistura de quick e strong attacks, conseguindo chain kills que podem chegar a 2000. Os ataques são originais e fluídos, e cativam o jogador (algo que é importante neste género de jogos, ou o jogador pode aborrecer-se com facilidade devido à repetibilidade) e tornam o jogo mais divertido. Têm também um ataque especial que podem usar de tempo a tempo, e dão muito jeito para derrotarem inimigos fortes.

Cada batalha tem o objetivo de completar o Regime Matrix. Na parte superior do vosso ecrã poderão ver duas barras, uma vermelha e uma azul que indicam quantas chaves cada divisão tem. Para recuperarem mais chaves têm de derrotar inimigos mais fortes, denominados de “Aggressors“. Quando derrotarem todos os Aggressors desse sector/ divisão, ocupam o sector e ganham as chaves do respectivo território. Ao coleccionarem chaves suficientes, completam o Regime Matrix. Quando isso acontece, o Boss Final aparece. No campo de batalha encontrarão também mais “servants“, que têm a mesma funcionalidade dos generais em Dynasty Warriors e servem como Mini Bosses que vos vão chatear até os derrotarem.Cada história principal demora mais ou menos 6 horas a completar, dependendo do tempo que demorarem a ler os diálogos, ao estilo de uma Visual Novel. No final de cada batalha têm sempre alguma cutscene, onde têm as personagens a falar, mas quietas (como numa visual novel). Entre missões de história podem falar com as personagens do jogo e dependendo do que lhes responderem podem aumentar o vosso Bond level com elas. Ao aumentarem o vosso Bond level com as personagens, elas podem aprender skills novas que poderão equipar para usarem em batalha, desde skills para diminuir o dano que levam a skills que podem envenenar o adversário.

Para além das três personagens principais do jogo, têm mini histórias acerca do resto dos servants. Têm também um modo de Free Battle onde podem jogar com as personagens e cenários que vão desbloqueando, e uma Galeria com muita coisa que podem desbloquear e que incentiva jogarem o jogo várias vezes para tal.

A banda sonora é gira, embora não seja nada do outro mundo e posso dizer o mesmo em relação aos gráficos (quando comparados com os dos jogos anteriores que podem ser jogados na Vita) embora as cores sejam bastante vivas e chamem à atenção do jogador, e a câmara consegue ser um empecilho durante as batalhas.

Sejam fãs de Fate ou não , o jogo é interessante e recomendo que o joguem de gostam de jogos ao estilo de Dynasty WarriorsFate/EXTELLA: The Umbral Star é um jogo que certamente irá agradar a muitos fãs da série e mesmo a quem não a conhece ainda.

Positivo

  • História interessante e consistente
  • Boa banda sonora
  • Mais Saber!
  • Visual muito apelativo,com cores vivas e que captivam o jogador
  • Já falei da Saber?

Negativo

  • Câmara horrível

 

Adriana Silva

Fã de videojogos, especialmente RPGs, Visual Novels e jogos de ritmo.
Gosto de anime, light novels e séries de televisão.
Devido à escolha de Steins;Gate, vim parar a esta linha temporal.
Cosplayer de coração, aspiro ser uma grande treinadora de Pokémon. (pelo menos melhor que o Ash…) Se isso não der certo, contento-me com governar Hyrule ao lado do Link.

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Adriana Silva

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Gosto de anime, light novels e séries de televisão.
Devido à escolha de Steins;Gate, vim parar a esta linha temporal.
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