Análise – Dark Souls 2: Crown of the Old Iron King

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É do conhecimento de todos que adoro Dark Souls e gosto dos dois jogos de forma igual, mas se Dark Souls era uma aventura num espaço interligado, Dark Souls 2 é muito mais focado em distância fragmentada.

Depois de um primeiro DLC bem sucedido, mas de certa forma abaixo da qualidade exigida, chega agora Dark Souls 2: Crown of the Old Iron King, que mistura o melhor do primeiro jogo com os sistemas de Dark Souls 2 e a crueldade típica da saga. O resultado é altamente positivo.

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Depois de Crown of the Sunken King que nos levava até um templo subterrâneo, Dark Souls 2: Crown of the Old Iron King abre mais a vista em distância, tendo lugar numa fortaleza construída no topo de uns penhascos. Este cenário tem uma vista fantástica e ainda é bastante grande, algo que se percebe quando se passa entre as correntes gigantes suspensas que unem cada uma das montanhas.

A verticalidade é rainha e senhora aqui e aquele medo de cair está quase sempre presente, os cenários englobam várias camadas e pisos e felizmente, explorar tudo demora bem mais tempo do que no primeiro DLC, aliás Dark Souls 2: Crown of the Old Iron King é claramente mais difícil e implacável e se morri poucas vezes no primeiro, aqui tive mesmo alguns momentos de pura frustração com grandes tareias e erros que cometi.

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Alguns dos novos inimigos requerem N estratégias para serem derrotados e a maioria delas é inédita, como homens bomba que fogem da personagem, colossos que deitam lava pelos ombros ou uns magos eléctricos que se tornaram um dos meus maiores inimigos nesta edição. Aliás, nunca senti necessidade de usar arco e flecha em todo o Dark Souls e aqui teve mesmo de ser.

O desafio e coisas para fazer é ainda melhor e parece que são que são em maior número. Há muitos corredores, portas e mistérios que podem passar ao lado sem dar por isso e certas zonas não obrigatórias escondem algumas armas de qualidade.

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Tal como o anterior, o cenário de Dark Souls 2: Crown of the Old Iron King conta a sua história através de acontecimentos e inimigos que vão surgindo. No geral, o trabalho foi bem feito e olhar para a fortaleza ou para o horizonte é massivo, algo que por vezes ataca um pouco a fluidez, mas nada de grave ou que estrague o jogo. O design dos novos inimigos também é excelente e bastante variado.

Quanto ao online, ao contrário de Sunken King, este é bem mais complicado e dei por mim a morrer em grupo bem mais do que estaria à espera, especialmente contra o malfadado penúltimo boss.

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Dark Souls 2: Crown of the Old Iron King é o DLC que é mais Dark Souls que Dark Souls. É um DLC difícil, vasto e recheado de momentos de pressão com caminhos alternativos e muito para entreter. Se o primeiro DLC foi um aquecimento, este foi o conteúdo para o qual se treinou. Boas expectativas sem dúvida para o próximo.

Positivo:

  • Cenário em verticalidade opressivopn-recomendado-ana
  • Bem mais desafiante
  • Longo e com caminhos opcionais
  • Ambiente e inimigos
  • Regresso ao modelo amplo interligado do primeiro jogo

Negativo:

  • Quebra de frames em zonas mais abertas

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Daniel Silvestre

Fã de jogos, filmes, anime e coisas do género. Jogo desde que me lembro e adoro RPG. Tenho uma grande colecção deles que tenciono acabar. Talvez um dia no lar da 3ª idade.

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