Análise – Bioshock: The Collection

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Ainda não tinha eu entrado oficialmente para a indústria dos videojogos, quando o primeiro Bioshock apareceu um pouco do nada para ser recebido com grande pompa e circunstância. Na altura não percebi bem o porquê, pois nem era um tema que me agradava.

Com o passar dos anos, vi chegar Bioshock 2, mas não me passou sequer pelas mãos, Rapture não era coisa para mim. Voltei anos depois ao primeiro e embora não tenha ficado agarrado, consegui finalmente perceber o porque de tanto entusiasmo.

Mas foi com Bioshock Infinite que a coisa mudou de figura, a cidade de Columbia, a personagem feminina principal e os cenários cheios de luz fizeram com que o jogasse logo no lançamento e tivesse gostado muito desta aventura.

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Este é um bom resumo para explicar na realidade o que é a Bioshock: The Collection, pois este é o sentimento que voltei a ter com esta colecção alargada e melhorada.

Para começar, estamos a falar de dois jogos de alto gabarito (Bioshock 1 e Infinite) e de Bioshock 2, um jogo que se revelou bem melhor do que estava à espera, pois nunca o tinha jogado.

Começando pelo primeiro, este é o que foi mais alterado em relação ao original. Existe mais atenção ao detalhe e a passagem para a nova geração dá-lhe um ar mais impressionante e até menos sombrio de certa forma. Para criar algum conteúdo novo, foi adicionado um comentário extenso com os criadores que é possível ir vendo ao longo da campanha.

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Agora, no que toca aos outros dois, além de algum trabalho visual, não existe praticamente nada de novo além dos DLC, aliás, Bioshock 2 até perdeu o seu multijogador (não posso falar muito disso pois não joguei o original e só vi jogar a campanha antes desta colecção).

É de facto uma pena que a colecção inclua tão poucos extras, mas tendo em conta que estamos a falar de três grandes jogos e os respectivos DLC, ainda é muito conteúdo para jogar e explorar a fundo.

Foi um prazer voltar a jogar Bioshock, descobrir Bioshock 2 e visitar a Columbia de Bioshock Infinite, que ainda continua a ser o meu jogo de eleição da série.

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Embora não sejam FPS de excelência, estes são jogos que conseguem adaptar o género com algumas mecânicas inovadoras (especialmente para a altura), twists surpreendentes e alguns dos melhores momentos que se viu na geração anterior.

Se nunca experimentaram pelo menos um dos três jogos, então já vale a pena comprar esta colecção, no entanto, se não jogaram nenhum dos três, então é uma compra obrigatória.

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Positivo:

  • pn-recomendado-2016Três jogos e respectivos DLC
  • Continua a ter grandes momentos
  • Abordagens diferentes em cada jogo
  • Histórias com impacto
  • Funciona tudo a 60fps

Negativo:

  • Só se sente evolução no primeiro
  • Faltam mais extras apelativos

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Daniel Silvestre

Fã de jogos, filmes, anime e coisas do género. Jogo desde que me lembro e adoro RPG. Tenho uma grande colecção deles que tenciono acabar. Talvez um dia no lar da 3ª idade.

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