A minha experiência em The Last Guardian

Já há muitos anos que ouvia falar em The Last Guardian, um jogo que até à sua data de lançamento levou anos a ser desenvolvido e produzido, deixando muitos fãs preocupados e nervosos quanto ao jogo em si, e se realmente sairia à luz do mundo.

Quando era mais nova, não liguei muito ao trailer. A única coisa que me chamou à atenção foi o enorme bicho que nele apareceu — coberto de penas, um misto de grifo e gato gigantesco que me aqueceu o coração e a minha vontade era de me abraçar a ele e fazer-lhe festas.

Hoje em dia, essa impressão continua. Após finalmente ter jogado um pouco e ter visto o Daniel a jogar, fiquei muito cativada por The Last Guardian…mas a culpa disso (ou a maior parte dela) deve-se a Trico.

 

A forma como Trico interage connosco é muito própria , e é uma autêntica AI (Inteligência Artificial), tornando a experiência mais real e fidedigna e acabando por fazer com que criemos uma ligação mais forte com Trico do que se fosse uma AI como Eli de The Last of Us, cujas acções se tornam repetitivas e se vê que ela de facto foi programada para fazer loops e loops. Trico não faz loops e é preciso que o estimulemos da forma correcta, para conseguirmos avançar no jogo.

Em The Last Guardian, posso dizer que nos ensinam uma história sobre a amizade e o quão importante ela é para nós, através da ligação que estabelecemos com o nosso Trico. Lutamos contra inimigos com ele, alimentamo-lo, ganhamos a sua confiança e passamos por uma enorme aventura ao seu lado. É simplesmente adorável ver como ele reage a certas situações. Já em outras, como situações de perigo nos fazem sentir imensa aflição por querermos ajudar Trico e por não querermos vê-lo a sofrer,leva-nos a querer resolver os puzzles com a maior urgência possível.

No geral, posso dizer que foi uma experiência bastante emotiva e agradável (ao ponto de querer jogar Ico e Shadow of the Colossus) , e recomendo vivamente que joguem The Last Guardian.

Adriana Silva

Fã de videojogos, especialmente RPGs, Visual Novels e jogos de ritmo. Gosto de anime, light novels e séries de televisão. Devido à escolha de Steins;Gate, vim parar a esta linha temporal. Cosplayer de coração, aspiro ser uma grande treinadora de Pokémon. (pelo menos melhor que o Ash…) Se isso não der certo, contento-me com governar Hyrule ao lado do Link.

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